A melodia inesquecível de Glazunov

Marcos Arakaki, regente
Michael Barenboim, violino

|    Allegro 2019

|    Vivace 2019

BRAHMS
GLAZUNOV
SCHUBERT
Abertura Festival Acadêmico, op. 80
Concerto para violino em lá menor, op. 82
Sinfonia nº 5 em Si bemol maior, D. 485

Marcos Arakaki, regente

Marcos Arakaki é Regente Associado da Filarmônica de Minas Gerais. Tem conduzido importantes orquestras no Brasil e também nos Estados Unidos, México, Argentina, República Tcheca e Ucrânia. Colaborou com artistas de renome, como Pinchas Zukerman, Gabriela Montero, Sergio Tiempo, Anna Vinnitskaya, Sofya Gulyak, entre outros. Vencedor do I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes (2001) e do I Prêmio Camargo Guarnieri (2009), foi Regente Titular da Sinfônica da Paraíba e da Sinfônica Brasileira Jovem, com grande reconhecimento da crítica especializada e do público. Gravou a trilha sonora do filme Nosso Lar, composta por Philip Glass, com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Natural de São Paulo, é Bacharel em Violino pela Unesp e Mestre em Regência Orquestral pela Universidade de Massachusetts. Nos últimos anos, Arakaki tem contribuído de forma decisiva para a formação de novas plateias, por meio de apresentações didáticas, bem como para a difusão da música de concertos através de turnês a mais de 70 cidades brasileiras.

Filho do maestro e pianista Daniel Barenboim e da pianista russa Elena Bashkirova, Michael Barenboim nasceu em 1985, em Paris. Comprometido com o espectro romântico da música sinfônica, o violinista é reconhecido por suas performances de autores contemporâneos e de compositores do século XX. Na temporada passada, Barenboim fez sua estreia com as filarmônicas de Berlim, Viena e Israel, e também com a Sinfônica de Chicago. Como membro fundador do Quarteto Erlenbusch, o músico já se apresentou em importantes festivais como o de Lucerne, Salzburgo, o Beethovenfest Bonn, Granada e Jerusalém. Além de colaborações frequentes com sua mãe e outros artistas, sua parceria com o maestro e compositor Pierre Boulez rendeu a gravação dos Anthèmes 1 e 2, do próprio Boulez, pela gravadora Accentus Music.

Programa de Concerto

Abertura Festival Acadêmico, op. 80 | BRAHMS

Em 1879, a Universidade de Breslau fez de Brahms Doutor em Filosofia – ele nunca havia frequentado formalmente uma universidade. O compositor, lisonjeado, enviou um postal em agradecimento. No entanto, recebeu como resposta uma carta do diretor de Música deixando claro que esperavam que a gratidão fosse expressada em forma de música. Surge assim a Abertura Festival Acadêmico. Nela, Brahms citou canções estudantis que, mescladas a temas próprios do compositor, resultam em uma peça de humor e ironia. A obra termina com o hino Gaudeamus igitur [Portanto, deixe-nos ser felizes] - que, por tradição, os estudantes cantavam em coro na cerimônia de entrega dos diplomas.

4 abr 2019
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

5 abr 2019
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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adicione à agenda 04/04/2019 8:30 PM America/Sao_Paulo A melodia inesquecível de Glazunov false DD/MM/YYYY