Festival Bernstein: ópera, cinema e concerto

Fabio Mechetti, regente
Ronaldo Rolim, piano

|    Presto 2018

|    Veloce 2018

BERNSTEIN
BERNSTEIN
BERNSTEIN
Candide: Abertura
On the waterfront: Suíte Sinfônica
Sinfonia nº 2, “A Era da Ansiedade”

Fabio Mechetti, regente

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008. Recentemente, tornou-se o primeiro brasileiro a ser convidado a dirigir uma orquestra asiática, sendo nomeado Regente Principal da Filarmônica da Malásia. Foi Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora Regente Emérito das duas últimas. Foi Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington. Além de uma sólida carreira nos Estados Unidos e no Brasil, já conduziu em países como México, Peru, Venezuela, Nova Zelândia, Espanha, Japão, Escócia, Finlândia, Canadá, Suécia e Itália. Venceu o Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko. Mechetti possui títulos de mestrado em Composição e em Regência pela Juilliard School.

Ronaldo Rolim vem se estabelecendo como um dos principais nomes da nova geração de pianistas brasileiros. Como solista convidado, apresentou-se frente a diversas orquestras brasileiras e internacionais, como as sinfônicas da Capela de São Petersburgo, de Phoenix e a Brasileira, a Tonhalle, a Musikkollegium Winterthur e as filarmônicas de Liverpool e Minas Gerais. Um ávido camerista, Rolim é membro fundador do Trio Appassionata, ao lado da violinista Lydia Chernicoff e da violoncelista Andrea Casarrubios. Aos 18 anos, após vencer os concursos Nelson Freire e Magda Tagliaferro, mudou-se para os EUA, onde concluiu os estudos. Recentemente, Rolim defendeu sua tese de doutorado na Universidade de Yale, baseada nas obras programáticas de Karol Szymanowski e cujo conteúdo será tema de um projeto fonográfico previsto para 2018.

Programa de Concerto

Candide: Abertura | BERNSTEIN

Judeu norte-americano nascido no estado de Massachusetts, mas nova-iorquino de coração, dotado de fina instrução musical e humanista, pianista excelente e aclamado unanimemente por todo o mundo como regente. Esse é Leonard Bernstein, que fez de sua arte e de sua vida uma atitude política: a de assumir e de abraçar sem reservas a liberdade, como homem, como cidadão, como musicista e como compositor. É, portanto, dessa forma que se deve observar sua obra: sem a interferência dos preconceitos que ela mesma combateu, caminho sintético de trilhas possíveis que as próprias tendências musicais do século XX ajudaram a desbravar. Baseada na novela homônima de Voltaire, a opereta Candide segue a trilha aberta por Gershwin, que transita à vontade entre o jazz, a música sinfônica e a música de cinema e dos espetáculos teatrais. Sua estreia aconteceu na Broadway em 1956, mas sofreu várias alterações depois disso. A Abertura, porém, desde que foi executada como obra de concerto pela Filarmônica de Nova York em 1957, revelou-se autônoma o suficiente para ser incorporada ao repertório sinfônico, tornando-se, desde então, uma das peças mais conhecidas e apreciadas de Bernstein.

2 ago 2018
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

3 ago 2018
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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