J. S. Bach e companhia

Fabio Mechetti, regente
Lina Mendes, soprano
Flávio Leite, tenor
Carlos Eduardo Marcos, baixo

|    Fora de Série

J. L. BACH
W. F. BACH
C. P. E. BACH
J. C. BACH
J. S. BACH
Suíte em Sol maior
Sinfonia em Fá maior
Sinfonia em si menor, H. 661
Sinfonia em Si bemol maior, op. 18, nº 2
Cantata nº 211, "Do Café"

Fabio Mechetti, regente

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008. Recentemente, tornou-se o primeiro brasileiro a ser convidado a dirigir uma orquestra asiática, sendo nomeado Regente Principal da Filarmônica da Malásia. Foi Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora Regente Emérito destas duas últimas duas. Foi Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington. Além de uma sólida carreira nos EUA e no Brasil, já conduziu em países como México, Peru, Venezuela, Nova Zelândia, Espanha, Japão, Escócia, Finlândia, Canadá, Suécia e Itália. Venceu o Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko. Mechetti possui títulos de mestrado em Composição e em Regência pela Juilliard School.

Lina recebeu o Prêmio Revista Concerto 2014 na categoria Jovem Talento pelo júri popular e, no mesmo ano, integrou o Centre de Perfeccionament Plácido Domingo, na Espanha. Foi Gilda em Rigoletto (Verdi), Blonde em O rapto do serralho (Mozart), Marzeline em Fidelio (Beethoven), Oscar em Um baile de máscaras (Verdi), Cunégonde em Candide (Berstein), Nannetta em Falstaff (Verdi), Micaela em Carmen (Bizet), Eurídice em Orfeu e Eurídice (Gluck). Solou em Carmina Burana (Orff), A Criação (Haydn) e no Messias (Haendel). Apresentou-se conduzida por Alejo Perez, Isaac karabtchevsky, John Neschling, Silvio Viegas, Alan Guingal, Marin Alsop, Federico Maria Sardelli, entre outros. Atuou ainda sob a direção cênica de André Heller-Lopes, Fernando Bicudo, Jorge Takla, Livia Sabag, Stefano Poda e Davide Livermore nos principais teatros e salas de concertos do Brasil. Em 2015 fez seu debut no Palau de les Arts de Valencia, na Espanha, como Musetta em La Bohème (Puccini). Em 2016, fez seu debut como Ilia em Idomeneo (Mozart) no Palau de les Arts de Valencia, sob a regência de Fabio Biondi. Foi solista com a Osesp no ciclo Les nuits d’été (Berlioz), sob a regência de Thierry Fischer, e no oratório As sete últimas palavras de Cristo na cruz (Haydn), conduzida por Valentina Pelleggi. Estreou como Delia na ópera Fosca (Gomes) em uma nova produção de Stefano Poda para o Theatro Municipal de São Paulo.

Diplomado pelo Conservatório Superior del Liceu, em Barcelona, Espanha, o tenor gaúcho tem se firmado como um dos mais atuantes e versáteis cantores líricos brasileiros. O artista acumula experiência em títulos como Lulu de Berg, A Flauta Mágica, Così fan tutte e O barbeiro de Sevilha de Mozart, Cenerentola de Rossini, La fille du régiment e Rita de Donizetti, Romeu e Julieta de Gounod, Turand de Puccini, A menina das nuvens de Villa-Lobos e Ariadne auf Naxos de Richard Strauss, totalizando mais de quarenta papéis em seu repertório. Ele desenvolve, ainda, ampla atividade como solista em oratórios e obras sinfônicas, entre elas O Messias de Haendel, A Criação de Haydn, a Nona Sinfonia de Beethoven, Stabat Mater e Petite Messe Solennelle de Rossini, Messa di Gloria de Puccini, Carmina Burana de Orff, tendo se apresentado com as principais orquestras brasileiras. O cantor é também presença frequente nas temporadas das principais casas de espetáculo brasileiras, como o Theatro Municipal de São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Palácio das Artes, Teatro Amazonas, Theatro da Paz e Theatro São Pedro – tanto o de São Paulo como o de Porto Alegre.

Presença constante nas principais casas de ópera do Brasil, Carlos Eduardo Marcos fez as estreias mundiais das óperas brasileiras O anjo negro de João Guilherme Ripper, A tempestade de Ronaldo Miranda, Eros!Ion de Paulo Chagas, Olga de Jorge Antunes e O rei que ninguém viu de Alexandre Travassos. Na música sacra e sinfônica destacam-se as suas atuações em O Messias e Saul de Haendel, A paixão segundo São João e A paixão segundo São Mateus de Bach, A Criação de Haydn, A infância de Cristo de Berlioz, Sinfonia nº 9 de Beethoven, o Requiem nas versões dos compositores Fauré, Hydan, Liszt, Mozart e Garcia, além do Stabat Mater de Rossini e o de Dvorák. Carlos Eduardo Marcos apresentou a ópera Aída de Verdi e o concerto Les Noces de Stravinsky no Teatro Municipal de Santiago do Chile. Cantou o Te Deum de Bruckner no Theatro Municipal de São Paulo e as óperas Tosca de Puccini, Nabucco de Verdi e O amor das três laranjas de Prokofiev no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Programa de Concerto

9 dez 2017
sábado, 18h00

Sala Minas Gerais
R$ 40,00
compre seu ingresso

Os ingressos para este concerto começam a ser vendidos no dia 10 de novembro, às 12h.

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