O poderoso violino de Vadim Gluzman

Fabio Mechetti, regente
Vadim Gluzman, violino

|    Allegro 2018

|    Vivace 2018

DINO
PROKOFIEV
RAVEL
RAVEL
Aurora Borealis (encomenda – estreia mundial)
Concerto para violino nº 2 em sol menor, op. 63
Daphnis et Chloé: Suíte nº 1
Daphnis et Chloé: Suíte nº 2

Fabio Mechetti, regente

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008. Recentemente, tornou-se o primeiro brasileiro a ser convidado a dirigir uma orquestra asiática, sendo nomeado Regente Principal da Filarmônica da Malásia. Foi Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora Regente Emérito das duas últimas. Foi Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington. Além de uma sólida carreira nos Estados Unidos e no Brasil, já conduziu em países como México, Peru, Venezuela, Nova Zelândia, Espanha, Japão, Escócia, Finlândia, Canadá, Suécia e Itália. Venceu o Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko. Mechetti possui títulos de mestrado em Composição e em Regência pela Juilliard School.

A maestria artística de Vadim Gluzman dá vida a uma gloriosa tradição violinística dos séculos XIX e XX. O músico israelense já se apresentou com orquestras como as filarmônicas de Berlim, Londres e Israel, a Orquestra de Cleveland e as sinfônicas de Chicago, Boston e Londres. Colabora regularmente com regentes como Christoph von Dohnányi, Tugan Sokhiev, Andrew Davis, Neeme Järvi, Michael Tilson Thomas, Semyon Bychkov e Jukka-Pekka Saraste. Suas apresentações em festivais incluem os de Tanglewood, Verbier, Ravinia e Lockenhaus, além do Festival de Música de Câmara North Shore em Illinois, fundado em conjunto com sua esposa, a pianista Angela Yoffe. Bastante requisitado por compositores contemporâneos, Gluzman estreou recentemente obras de Sofia Gubaidulina e Elena Firsova. Com extensa discografia, já conquistou prêmios e recomendações das principais publicações da área, como a Diapason, a Gramophone e a Classica. O violinista se apresenta com um Stradivarius de 1690, “ex-Leopold Auer”, generosamente cedido pela Sociedade Stradivari de Chicago.

Programa de Concerto

Daphnis et Chloé, uma das obras essenciais da música do século XX, nos permite apreciar Ravel em um de seus melhores momentos, não apenas como grande compositor e refinado orquestrador, mas também como habilidoso construtor de cenas. O balé é inspirado no romance grego de mesmo nome, escrito por volta do século II d.C., que conta a história de duas crianças que foram abandonadas pelos respectivos pais na ilha de Lesbos e criadas por pastores. À medida que cresciam, Daphnis e Chloé se apaixonavam sem compreenderem o significado do amor que sentiam. Em um dia de festa, Chloé é sequestrada por piratas, Daphnis chora e reza para que ela retorne com vida. O deus Pan o ajuda e resgata Chloé. Todos comemoram seu regresso com uma grande festa, quando os protagonistas finalmente se casam. A peça de Ravel foi criada a partir de uma encomenda do criador dos Ballets Russes, Sergei Diaghilev, em 1909. A estreia, em 1912, foi um sucesso e ajudou a estabelecer a reputação do francês como um dos principais compositores da época. Um ano antes de terminar a orquestração do balé, Ravel extraiu, da música que havia composto até aquele momento, uma suíte de concerto. Intitulada Suíte no 1, ela foi estreada em 1911 e abrange as partes 1 e 2 da obra completa, desde a dança dos pastores e o sequestro de Chloé até o seu resgate pelo deus Pan.

Daphnis et Chloé, uma das obras essenciais da música do século XX, nos permite apreciar Ravel em um de seus melhores momentos, não apenas como grande compositor e refinado orquestrador, mas também como habilidoso construtor de cenas. O balé é inspirado no romance grego de mesmo nome, escrito por volta do século II d.C., que conta a história de duas crianças que foram abandonadas pelos respectivos pais na ilha de Lesbos e criadas por pastores. À medida que cresciam, Daphnis e Chloé se apaixonavam sem compreenderem o significado do amor que sentiam. Em um dia de festa, Chloé é sequestrada por piratas, Daphnis chora e reza para que ela retorne com vida. O deus Pan o ajuda e resgata Chloé. Todos comemoram seu regresso com uma grande festa, quando os protagonistas finalmente se casam. A peça de Ravel foi criada a partir de uma encomenda do criador dos Ballets Russes, Sergei Diaghilev, em 1909. A estreia, em 1912, foi um sucesso e ajudou a estabelecer a reputação do francês como um dos principais compositores da época. Um ano antes de terminar a orquestração do balé, Ravel extraiu, da música que havia composto até aquele momento, uma suíte de concerto, intitulada Suíte no 1. Após a estreia, trabalhou na elaboração da Suíte no 2, que só seria estreada em 1913, abrangendo a terceira parte da obra completa: do dia seguinte ao resgate de Chloé até a dança final da união dos amantes.

13 set 2018
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

14 set 2018
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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