Simplesmente Bach

Fabio Mechetti, regente
Cláudia Azevedo, soprano

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J. S. BACH
J. S. BACH
J. S. BACH
VILLA-LOBOS
Suíte orquestral nº 1 em Dó maior, BWV 1066
Cantata nº 51, BWV 51
Concerto de Brandenburgo nº 6 em Si bemol maior, BWV 1051
Bachianas Brasileiras nº 5

Fabio Mechetti, regente

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008. Recentemente, tornou-se o primeiro brasileiro a ser convidado a dirigir uma orquestra asiática, sendo nomeado Regente Principal da Filarmônica da Malásia. Foi Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora Regente Emérito destas duas últimas duas. Foi Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington. Além de uma sólida carreira nos EUA e no Brasil, já conduziu em países como México, Peru, Venezuela, Nova Zelândia, Espanha, Japão, Escócia, Finlândia, Canadá, Suécia e Itália. Venceu o Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko. Mechetti possui títulos de mestrado em Composição e em Regência pela Juilliard School.

Cláudia Azevedo realizou seu début europeu em 2006 no Rossini Opera Festival de Pesaro, na Itália, no papel de Corinna em Il viaggio a Reims, com a Orchestra del Teatro Comunale di Bologna. No mesmo ano, estreou como Ännchen em Der Freischütz de Weber, em Valadoli, na Espanha, e apresentou-se em recital com obras do bel canto e Mozart para os Amics del Gran Teatro del Liceu, Barcelona. Em 2011, marca sua estreia em Nova York como Ismene em Mitridate, Re di Ponto, de Mozart, com enorme sucesso junto ao público e à crítica especializada. Vencedora dos concursos Audiciones Jovenes Voces Liricas del Teatro Colón 2008, Concurso Internacional de Canto Aldo Baldin 2008 e Terceiro Prêmio no Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão 2005, Cláudia colabora regularmente com as principais orquestras brasileiras.

Programa de Concerto

Suíte orquestral nº 1 em Dó maior, BWV 1066 | J. S. BACH

Ainda no tempo em que vivia em Cöthen (de 1717 a 1721), Bach começou a se interessar em compor para suítes – o gênero nasceu no século XVI e consiste basicamente em reunir estilos de danças europeias em uma composição só. É desse período, por exemplo, as maravilhosas suítes para violoncelo. No entanto, foi só em Leipzig que Bach escreveu suas quatro suítes orquestrais – BWV 1066 a 1069 –, chamando-as originalmente de aberturas, todas elas marcadas pela música francesa. A Suíte orquestral nº 1 em Dó maior foi escrita em 1725 para dois oboés, um fagote, cordas e baixo contínuo.

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12 ago 2017
sábado, 18h00

Sala Minas Gerais INGRESSOS ESGOTADOS