Sinfonia apaixonada de um cientista

Enrique Arturo Diemecke, regente convidado
Jean-Louis Steuerman, piano

|    Allegro 2019

|    Vivace 2019

RIPPER
MENDELSSOHN
BORODIN
Fantasia Tarumã
Concerto para piano nº 1 em sol menor, op. 25
Sinfonia nº 2 em si menor

Enrique Arturo Diemecke, regente convidado

Diretor artístico do Teatro Colón em Buenos Aires, Enrique Arturo Diemecke foi também o primeiro estrangeiro a atuar como Diretor Artístico da Filarmônica de Buenos Aires. Nascido em Guanajuato, no México, Diemecke foi premiado com a medalha da Mahler Society pela interpretação das sinfonias completas do compositor austríaco. O maestro já regeu orquestras como as sinfônicas de São Francisco, Nacional de Washington, da BBC, e as filarmônicas de Varsóvia, Los Angeles, Bogotá e a Royal Philharmonic de Londres e a Orquestra de Paris. Com vasta experiência como regente de óperas, entre 1984 e 1990, coordenou mais de vinte produções no Palácio da Belas Artes, mais importante teatro do gênero na Cidade do México. Seus estudos em música clássica começaram aos seis, com o violino, orientado por Henryk Szeryng. Aos nove anos, o futuro maestro adicionou trompa, piano e percussão aos estudos do pupilo.

Jean-Louis Steuerman recebeu grande reconhecimento como solista e recitalista internacional depois de conquistar, em 1972, o segundo lugar no Concurso Johann Sebastian Bach, em Leipzig. Steuerman apresentou-se como solista com a Sinfônica de Londres sob regência de Claudio Abbado, com a Royal Philharmonic sob a batuta de Yehudi Menuhin e Vladimir Ashkenazy. Debutou nos Concertos Promenade BBC em 1985 com grande sucesso de crítica tocando o Concerto em ré menor de Bach com a Polish Chamber Orchestra. Apresentou-se também com a City of Birmingham Symphony Orchestra, a Bournemouth Sinfonietta, Orquestra do Gewandhaus Leipzig, as sinfônicas de Basel, Berlim, Dallas, Baltimore e outras. Suas gravações para a Philips Classics incluem a obra para piano solo de Scriabin, a obra completa de Mendelssohn piano e orquestra com a Moscow Chamber Orchestra, os concertos para piano e as seis Partitas de Bach, gravação que lhe rendeu o prestigioso Diapason d'Or.

Programa de Concerto

Alexander Borodin, músico de inspiração requintada, sempre se considerou químico de profissão, ligado a célebres cientistas, como Mendeleief. Daí o reduzido catálogo de sua obra musical. O folclore de colorido semioriental da região do Cáucaso marcou profundamente a sensibilidade do compositor que, desde criança, demonstrara grande interesse pela música. A amizade com Mussorgsky (músico originalíssimo, de inspiração intrinsecamente russa) e o casamento com a pianista Ekaterina Protopopova (grande intérprete de Chopin, Schumann e Liszt) foram fatores decisivos para o amadurecimento de seu estilo. Como cientista e músico, afeito às dualidades, Borodin soube conciliar em sua obra as tradições musicais da antiga Rússia com as contribuições do Romantismo ocidental. O processo conduziu-o a um resultado inteiramente novo. O reconhecimento internacional se impôs pelas mãos de Liszt, que, sempre atento às inovações e à revelação de talentos desconhecidos, dirigiu a Sinfonia nº 2 de Borodin em Baden-Baden, em 1880.

27 jun 2019
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

28 jun 2019
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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