Uma festa para toda a família Filarmônica

Marcos Arakaki, regente

|    Concertos para a Juventude

ELGAR
J. STRAUSS JR.
BIZET
DVORÁK
GOMES
J. STRAUSS JR.
MASCAGNI
ROSSINI
Pompa e Circunstância, op. 39: Marcha Militar nº 4 em Sol maior
Pizzicato Polka
Carmem: Prelúdio
Dança Eslava, op. 46, nº 8
O Guarani: Protofonia
O Danúbio Azul, op. 314
Cavaleria Rusticana: Intermezzo
Guilherme Tell: Abertura

Marcos Arakaki, regente

Marcos Arakaki é Regente Associado da Filarmônica de Minas Gerais. Tem conduzido importantes orquestras no Brasil e também nos Estados Unidos, México, Argentina, República Tcheca e Ucrânia. Colaborou com artistas de renome, como Pinchas Zukerman, Gabriela Montero, Sergio Tiempo, Anna Vinnitskaya, Sofya Gulyak, entre outros. Vencedor do I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes (2001) e do I Prêmio Camargo Guarnieri (2009), foi Regente Titular da Sinfônica da Paraíba e da Sinfônica Brasileira Jovem, com grande reconhecimento da crítica especializada e do público. Gravou a trilha sonora do filme Nosso Lar, composta por Philip Glass, com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Natural de São Paulo, é Bacharel em Violino pela Unesp e Mestre em Regência Orquestral pela Universidade de Massachusetts. Nos últimos anos, Arakaki tem contribuído de forma decisiva para a formação de novas plateias, por meio de apresentações didáticas, bem como para a difusão da música de concertos através de turnês a mais de 70 cidades brasileiras.

Programa de Concerto

No dia 3 de março de 1875, quem estava no Théâtre national de l'Opéra-Comique de Paris, dificilmente imaginaria que aquela ópera que haviam acabado de ouvir se tornaria a mais encenada em todo o mundo. Estamos falando sobre a Carmem de Georges Bizet. O compositor nunca viveu para ver o sucesso estrondoso de sua obra-prima – morreu aos 36 anos, três meses após a première. A música que na estreia foi descrita como bizarra e incoerente, é abundante em grandes melodias, traz uma caracterização arguta dos personagens e tem a força do realismo em sua essência. A heroína do título, uma cigana que trabalha em um fábrica de cigarros em Sevilla, é um somatório de beleza, sedução, liberdade e do espírito espanhol.

As Danças Eslavas estão entre as criações mais populares de Dvorák. Elas transbordam melodias do folclore eslavo, sem deixar de lado o estilo original do compositor. Escritas entre 1878 e 1886, elas formam dois conjuntos de oito danças cada divididas entre os opus 46 e 72. Foram originalmente compostas para serem tocados no piano a quatro mãos, mas são comumente ouvidas nas versões orquestrais feitas pelo próprio compositor a pedido de seu editor. A oitava e última dança do opus 46 é uma Furiant, rápida e agitada.

Carlos Gomes se inspirou no romance indianista O Guarani, de José de Alencar, para compor sua ópera de mesmo nome. A obra em quatro atos, com libreto em italiano de Antônio Sclavini e Carlo D’Orneville, trata da história de amor de Ceci e Peri. A montagem estreou com grande sucesso em 19 de março de 1870 no Teatro Scala de Milão – a estreia brasileira só veio em dezembro do mesmo ano, no Rio de Janeiro. A Protofonia, ou Abertura, é sem dúvida o tema mais conhecido dessa criação de Carlos Gomes. Inclusive, é uma versão dela que ouvimos no rádio às 19h em ponto, quando começa a Voz do Brasil.

25 nov 2018
domingo, 11h00

Sala Minas Gerais
concerto gratuito

Retirada antecipada*: a partir do dia 20 de novembro, às 12h, apenas na bilheteria da Sala Minas Gerais.
Retirada no dia da apresentação*: 300 ingressos serão distribuídos na manhã do concerto, a partir das 9h, na bilheteria da Sala Minas Gerais.
* Há um limite de quatro unidades por pessoa, não sendo autorizado o uso de um segundo CPF.

|    mais informações sobre ingressos
Quero ser lembrado deste concerto.
adicione à agenda 25/11/2018 11:00 AM America/Sao_Paulo Uma festa para toda a família Filarmônica false DD/MM/YYYY