A pátria de Smetana

Cláudio Cruz, regente convidado
Stella Chen, violino

|    Allegro 2021

|    Vivace 2021

BRAGA
STRAVINSKY
SMETANA
SMETANA
SMETANA
SMETANA
Cauchemar
Concerto para violino em Ré maior
O Alto Castelo
O Moldávia
Sárka
Blaník

Cláudio Cruz, regente convidado

Cláudio Cruz é Regente Titular e Diretor Musical da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. No Brasil, tem atuado como regente convidado em muitas orquestras, entre elas a Osesp, a OSB e as sinfônicas do Paraná, Porto Alegre e a do Municipal de São Paulo. Em outros países, regeu a Sinfonia Varsovia, New Japan Philharmonic, Hyogo PAC Orchestra, Sinfônica de Hiroshima, entre outras. Também no exterior, apresentou-se no Festival de Verão da Caríntia (Áustria) e no Festival Internacional de Música de Cartagena (Colômbia). Em sua discografia estão três álbuns com a Orquestra de Câmara Villa-Lobos, um deles consagrado a obras de Edino Krieger. Com a Sinfônica de Ribeirão Preto, gravou Beethoven e Mozart, aberturas de óperas e obras de Tom Jobim com arranjos de Mario Adnet. O álbum gravado com a Northern Sinfonia e com o renomado violoncelista brasileiro Antônio Meneses, com obras de Elgar e Gál, foi indicado ao Grammy. Violinista consagrado, foi spalla da Osesp entre 1990 e 2014.

Vencedora do Concurso Rainha Elisabeth da Bélgica em 2019, Stella Chen foi aluna de Itzhak Perlman e Catherine Cho na Juilliard School, em Nova York, e de Donald Weilerstein e Miriam Fried no Conservatório de Música da Nova Inglaterra, em Boston. Já se apresentou com a Filarmônica de Medellín, Harvard-Radcliffe, Bach Society, a Orquestra de Câmara de Lausanne e a Boston Youth. Foi aluna de psicologia em Harvard, onde recebeu o prêmio Robert Levin. No mundo sinfônico, venceu ainda os concursos Yehudi Menuhin e Tibor Varga. Colaborou com Robert Levin, Hsin-Yun Huang, Gabor Takacs-Nagy, Federico Cortese, Sir John Eliot Gardiner, Matthew Lipman, Roger Tapping, Paul Biss e Paul Katz.

Programa de Concerto

Smetana deixou um legado tão significativo que fez da escola tcheca continuamente fecunda, ao contrário de outras correntes nacionais (como a húngara), que sofreram um eclipse, até se renovarem pelos ares do século XX. De sua música sinfônica, sua obra-prima é sem dúvida o ciclo de seis poemas sinfônicos intitulado MaVlast (Minha Pátria), dentre os quais destaca-se o segundo: Vltava, mais conhecido pelo seu nome em alemão: Die Moldau (O Moldávia). Em O Moldávia, o próprio rio de mesmo nome é o mote do compositor, que o pinta desde suas nascentes, passando por suas corredeiras até o seu desaguar no rio Elba. A obra é, sem dúvida, uma das obras mais conhecidas e executadas de Smetana. Com razão! Ele é uma bela amostra das origens dessa Escola Nacional que ainda hoje mantém frescor e fecundidade.

21 out 2021
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

22 out 2021
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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