Academia Filarmônica | Recital de Câmara

Marcos Alves, percussão
Ana Luíza Cicarini, harpa
Marcos Fernandes, flauta
André Inácio, viola
Filipe Costa, contrabaixo
Daniel Miranda, tuba
Thiago Barros, violino
Henrique Rocha, violino
Josafá Ferreira, viola
Déverson Correia, violoncelo
Laila Rodrigues, oboé
Luís Umbelino, clarinete
Juliana Santos, fagote
Alexandre Reis, trompa
Isadora Vilela, violoncelo
José Vitor Assis, trompete
Wesley Procópio, trombone
Marlon Humphreys-Lima, trompete
Thelma Lander, pianista convidada
Fernando Brito, pianista convidado
Marcelo Corrêa, pianista convidado

|    Academia Filarmônica

XENÁKIS
FAURÉ
BOTTESINI
LEBEDEV
PIAZZOLLA/Varelas
MENDELSSOHN
GNATTALI
LUTOSLAWSKI
VILLA-LOBOS
VILLA-LOBOS
Rebonds A
Pavane, op. 50
Concerto para contrabaixo n° 2 em si menor: Allegro
Concerto em um movimento para tuba e piano
História do tango: Nightclub 1960
Quarteto de cordas nº 2, op. 13: Adagio – Allegro vivace e Adagio non lento
Suíte para quinteto de sopros: Prelúdio, Valsa, Modinha, Choro e Final
Bucolics, 5 peças para viola e violoncelo
Bachianas Brasileiras nº 5: Ária (Cantilena)
Bachianas Brasileiras nº 2: Tocata (O trenzinho do caipira)

Marcos Alves, percussão

Marcos Alves iniciou seus estudos musicais aos oito anos na banda de música de Papagaios, sua cidade natal, no interior de Minas Gerais. É aluno do 8º período do curso de Percussão da Escola de Música da UFMG. Como pandeirista, dedica-se ao estudo do pandeiro popular e apresenta-se com importantes nomes do choro nacional. Além disso, seu trabalho como percussionista abrange múltiplos contextos musicais, incluindo participações em orquestras, a citar a Orquestra Jovem de Inhotim, Orquestra OVO, Orquestra Ouro Preto, Sinfônica de Minas Gerais e Sinfônica do Espírito Santo. É aluno de Hilvic González, timpanista principal da Filarmônica.

Ana Luíza Cicarini iniciou seus estudos de harpa aos seis anos no Centro de Musicalização Infantil da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi aluna de Audilaine Andrade, Cecília Pacheco e Marcelo Penido. Aos doze anos, venceu o concurso Jovem Músico BDMG. Aos treze, recebeu o Prêmio Revelação do Concurso Internacional de Harpa Marcelo Tournier, em Cosenza, na Itália, como a mais jovem competidora da edição. Aos quatorze anos, obteve o primeiro lugar na competição internacional de música Crescendo, na categoria Little Mozart. Devido a essa premiação, participou, em janeiro de 2022, do Concerto de Gala dos Vencedores no Carnegie Hall, em Nova York. Pelo segundo ano consecutivo, foi convidada pela Orquestra Italiana de Harpas a representar o Brasil em gravações para o projeto de combate à violência contra a mulher. Aos quinze anos, Ana Luíza é a mais jovem integrante da Academia Filarmônica. Ela tem como mentora a Principal Harpa da Orquestra, Clémence Boinot.

Natural de Belo Horizonte, Marcos Fernandes iniciou seus estudos no Cefart, sob orientação do professor Alexandre Braga. É Bacharel em Flauta Transversal pela Escola de Música da UFMG, onde frequentou as classes de Artur Andrés e Maurício Freire. Foi vencedor do I Concurso Jovens Solistas do Cefart e do Prêmio BDMG Jovens Músicos. Integrou a Orquestra Sinfônica de Betim e atualmente integra a Orquestra Voluntária de Belo Horizonte. É aluno de Cássia Lima, flautista principal da Filarmônica.

Natural de Belo Horizonte, André Inácio é Bacharel em Viola pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Em 2010 iniciou seus estudos na Escola de Formação de Instrumentistas de Cordas, no Teatro Sesiminas. Lá passou a integrar a Orquestra Jovem Sesiminas, apresentando-se em concertos em Belo Horizonte e interior de Minas Gerais. Também integrou as orquestras Jovem do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e Sinfônica da UFMG. É aluno de João Carlos Ferreira, violista principal da Filarmônica.

Filipe Costa iniciou seus estudos na Casa de Música de Ouro Branco, sob a orientação do professor  Thiago dos Santos. Atualmente, cursa bacharelado em Contrabaixo na Escola de Música da UFMG, onde atuou na Orquestra Sinfônica da universidade, na Orquestra de cordas, como chefe de naipe, e integra a classe do professor Dr. Fausto Borém. Participou de diversos festivais de música, como em duas edições do Gramado in Concert, Festival Internacional de Pelotas, dentre vários outros no estado. Integra  o naipe de contrabaixos da Orquestra Sesiminas em Belo Horizonte e é aluno de Neto Bellotto, contrabaixista principal da Filarmônica.

Daniel Miranda iniciou seus estudos na Sociedade Recreativa & Cultural Filarmônica 30 de Junho, no município de Serrinha, Bahia, sua terra natal. Tem vasta experiência em Bandas Filarmônicas, bem como fanfarras. Foi Primeira Tuba da Orquestra Castro Alves e da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia. Integrou o Projeto Neojiba entre 2014 e 2022, realizando diversas turnês e recitais, incluindo Suíça, Itália e França. Também dentro do programa, obteve experiência como monitor de tuba e metais. Ao longo desses anos, participou de diversos cursos e festivais, como o Painel Funarte (2013), Femusc (2016, 2020) e Pelotas (2019). Em 2022, foi aprovado na Academia Filarmônica, tendo aulas com os tubistas Eleilton Cruz, Principal Tuba da Orquestra, e Rafael Mendes.

Iniciou seus estudos em 2006 com o professor e seu pai Elias Barros. Mais tarde, atuou como spalla na orquestra sinfônica da UFMG e na Academia Orquestra Ouro Preto. Recentemente, participou como segundo violino da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Premiado no Jovem Solista da UFMG (2019), foi, por duas vezes, vencedor do concurso Jovem Músico BDMG, sendo premiado como Jovem Solista e músico de câmara. Além de diversos festivais, Thiago participou de masterclasses com grandes professores, como Bernard Zinck, Gabriel Koh Kameda, Emanuelle Baldini, Carmelo de los Santos e Marcelo Guerchfeld. Atualmente, finaliza o bacharelado em Música na UFMG e tem como mentor Rommel Fernandes, spalla em exercício da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

Natural de Belo Horizonte, Henrique Rocha iniciou seus estudos em 2008 na Escola de Formação de Instrumentistas de Cordas do Teatro Sesiminas. Concluiu o Bacharelado em Violino pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais na classe do Professor Edson Queiroz. Durante esse período, integrou diversos grupos instrumentais, como a Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Jovem Sesiminas e a Orquestra Jovem do TJMG, onde se apresentou em concertos em Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais. Já participou de diversos festivais de música e foi vencedor do concurso Jovem Músico BDMG por duas vezes consecutivas. É aluno de Rommel Fernandes, spalla em exercício da Filarmônica.

Natural de Alfenas, Josafá Ferreira é Bacharel em Viola de arco pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Iniciou seus estudos no Centro Municipal de Música Professora Tiso Veiga, na cidade de Alfenas, na qual foi membro da Camerata Theophilius. Em Belo Horizonte, participou da Orquestra Sinfônica da UFMG e da Orquestra Sinfônica de Betim. Como convidado, trabalhou com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra de Câmara Opus e Orquestra de Câmara Sesiminas. É aluno de João Carlos Ferreira, violista principal da Filarmônica.

Nascido em Osasco, SP, Déverson Correia iniciou seus estudos de violoncelo no Conservatório de Tatuí, graduando-se pelo Instituto de Artes da Universidade Federal de Uberlândia. Venceu o Side by Side, sendo selecionado para se apresentar em Miami junto à orquestra New World Symphony, sob regência de Michael Tilson Thomas. Foi também vencedor do Concurso Jovens Solistas Sinos/Fimuca e finalista dos concursos Aldo Parisot e de Música Jovens Talentos Troféu Mansueto Barbosa. Tem atuado nos principais festivais de música do país e se aperfeiçoado com grandes nomes nacionais e internacionais do violoncelo. Integra o Duo Guerra-Correia, que desenvolve pesquisa e fomento de música brasileira para violoncelo e violão, já tendo realizado turnês pelo Sudeste brasileiro e Belfort, França. Integra também o Cerrado Ensemble, grupo voltado ao repertório camerístico dos séculos XX e XXI. Na Academia, é aluno de Philip Hansen, Principal Violoncelo da Filarmônica.

Natural de Belo Horizonte, Laila Rodrigues iniciou sua formação musical no curso de musicalização infantil da Escola de Música da Universidade Estadual de Minas Gerais, em 2005, aos sete anos de idade. Dois anos depois, começou os estudos de oboé sob orientação de Gustavo Nápoli. Em 2019, ainda nesta instituição, concluiu o Bacharelado em Oboé, mesmo ano em que foi uma das vencedoras do concurso Jovem Músico BDMG. Além de tocar com a orquestra da universidade, fez participações com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra de Câmara do Inhotim e Camerata Antiqua de Curitiba. Participou de diversos festivais, como o Femusc 2019, Oficina de Música de Curitiba e a Academia Jovem Concertante 2022. Em 2021, teve aulas com Alexandre Barros e atualmente é aluna de Israel Muniz, Oboé e Corne Inglês da Filarmônica.

Luís Umbelino iniciou seus estudos de música na Sociedade Musical Santa Cecília de Sabará, na classe do professor Marcelo Umbelino. Prosseguiu os estudos no Cefart da Fundação Clóvis Salgado, na classe de Walter Alves e Ney Franco. Tornou-se Bacharel em Clarinete pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, onde atualmente cursa mestrado em Performance sob orientação do professor Maurício Loureiro. Além de importantes festivais de música no Brasil, Luís frequentou o Forum-Artium, na Alemanha, e foi aluno do Conservatório de Nice, França, na classe do professor Michel Lethiec. Atualmente, é músico convidado na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. É aluno de Marcus Julius Lander, Principal Clarinete da Filarmônica.

Juliana Santos iniciou seus estudos musicais no curso de musicalização infantil da Escola de Música de Brasília, mesma instituição onde concluiu, posteriormente, o Curso Técnico em Fagote. É licenciada em Música e cursa, atualmente, o bacharelado em Fagote pela Universidade de Brasília, sob orientação de Ebnezer Nogueira e Fábio Benites. Como musicista convidada, atuou na Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, tocando fagote e contrafagote. Em 2020 e 2021, atuou como Primeiro Fagote na Orquestra Filarmônica de Brasília. Na Academia, é aluna de Adolfo Cabrerizo, Principal Fagote da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

Natural de Itapecerica, Alexandre Reis é estudante de trompa da Universidade do Estado de Minas Gerais. Iniciou seus estudos na Corporação Musical Santa Cecília, onde, aos dez anos, foi trompetista na banda principal, na classe do professor Gilson Silva. Aos quatorze, trocou o trompete pela trompa, dando sequência aos estudos com o professor Sandro Teixeira. Sob orientação dos professores Celso Benedito e Gustavo Trindade, integrou a Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UEMG e participou de masterclasses com importantes nomes da trompa no Brasil, como Mário Rocha e Alma Maria Liebrecht. Como pesquisador, estudou parte da trajetória de Heitor Villa-Lobos junto aos grupos de pesquisa CorpusLab, sob orientação do professor Loque Arcanjo, e PamVilla, da Escola de Comunicações e Artes da USP, coordenado por Paulo de Tarso Salles. Como trompista, apresentou-se junto às orquestras Sinfônica de Minas Gerais, Sinfônica de Betim, OVO-BH, OPUS, Orquestra de Câmara Inhotim e Coral ARS Nova. Tocou também com grandes nomes da música brasileira, como Toquinho, Sá e Guarabyra, Arnaldo Antunes, Maria Gadú e João Carlos Martins. Na Academia, aluno de Alma Maria Liebrecht, trompista principal da Filarmônica.

Isadora Vilela iniciou os estudos de violoncelo no projeto OCI – Orquestra de Câmara de Itaúna e, mais tarde, tornou-se aluna do curso de extensão musical da Escola de Música da Universidade Estadual de Minas Gerais. Atualmente, nesta instituição, cursa o bacharelado em Violoncelo na classe de Eduardo Swerts, membro da Filarmônica. Isadora Vilela venceu o Concurso Jovem Solista UEMG em 2019 e foi premiada no Concurso Nacional de Violoncelos de Ouro Branco, nas edições 2021 e 2022. Participou de festivais como Gramado in Concert, Música nas Montanhas, Semana da Música de Ouro Branco. Na Academia Filarmônica, é aluna de Philip Hansen, Principal Violoncelo da Orquestra.  

Bacharel em Trompete pela UEMG, José Vitor Assis foi vencedor do Concurso Jovens Solistas da Associação Brasileira de Trompetistas e vencedor do Concurso Jovens Solistas da Escola de Música da UEMG. Já participou de concertos com as orquestras Sinfônica e Filarmônica de Minas Gerais, como músico convidado. Atualmente, integra o Babadan Banda de Rua, a Banda de Música da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais e a Orquestra Voluntária de Belo Horizonte. É aluno de Marlon Humphreys-Lima, trompetista principal da Filarmônica.

Wesley Procópio iniciou seus estudos na Sociedade Musical São Vicente de Paulo, em Mariana, sua cidade natal. Foi aluno de Ian Guest, no Museu da Música de Mariana. Atuou como Primeiro Trombone da Orquestra Sinfônica de Betim e participou do Festival Trombonanza, em Santa Fé, Argentina. É licenciado em Música pela Universidade Federal de Ouro preto e, atualmente, cursa o mestrado em Performance Musical na Universidade Federal de São João del-Rei. Seu objeto de pesquisa é a presença do trombone e do oficleide na música brasileira do século XIX. É aluno de Mark John Mulley, Principal Trombone da Filarmônica.

Natural de São Paulo, teve sólida formação musical com Gilberto Siqueira e foi vencedor do Prêmio Weril (2000). Com bolsa de estudos da Vitae, aperfeiçoou-se em Chicago com Mark Ridenour e Aldoph Herseth. Foi solista na Civic Orchestra of Chicago e trabalhou com a Chicago Symphony, Grand Park Symphony, Rochester Philharmonic e Oak Park Symphony. No Japão, foi membro fundador e solista da Hyogo Performing Arts Center Orchestra e participou do Pacific Music Festival. Trabalhou com os maiores regentes da atualidade, destacando-se Valery Gergiev, Daniel Barenboim e Pierre Boulez. A convite de Valery Gergiev, participa da World Orchestra for Peace.

A pianista Thelma Lander é Bacharel em Piano pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista. Foi solista à frente da Banda Jovem e da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Especializou-se em colaboração pianística com Ricardo Ballestero na Escola de Comunicações e Artes da USP. Foi pianista das classes de regência do maestro Roberto Tibiriçá. Thelma Lander é professora da Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais.

Fernando Brito, mineiro de Belo Horizonte, é Bacharel em Música com habilitação em piano pela UFMG e em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro. Atua como pianista colaborador, solista e camerista, professor e gestor público junto à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais. Vencedor do II Concurso para Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, também foi selecionado nos projetos Segunda Musical ALMG e Jovem Músico BDMG em diversas temporadas. Participou dos festivais de música de Londrina, da UFSM, Música nas Montanhas, Pianofest e Virada Cultural de BH e se apresentou em masterclasses de renomados pianistas, como Eduardo Monteiro, Gilberto Tinetti, Marco Antônio de Almeida, Alexandre Dossin, Guigla Katsarava, Julija Botchkovskaia, Nariaki Sugiura, Sofya Gulyak, entre outros.

Marcelo Corrêa é mestre em Performance de Piano pela Escola de Música da UFMG, onde concluiu o Bacharelado em Piano com nota máxima, na classe da professora Celina Szrvinsk. Apresenta-se regularmente como pianista recitalista, solista e camerista. Venceu o Concurso Jovens Solistas UFMG por duas vezes e angariou o 1º Grande Concurso Nacional Eleazar de Carvalho, apresentando-se na Sala São Paulo com a Orquestra Sinfônica de São Bernardo do Campo. É produtor e pianista do Projeto Piano nas Igrejas, que já percorreu mais de vinte cidades mineiras transportando piano de cauda. É professor da Escola de Música da UEMG, coordenador dos Projetos Educacionais da Filarmônica e atua como redator musical em diversas séries de concertos, entre eles, da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

Programa de Concerto

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13 dez 2022
terça-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
Gratuito

A retirada de ingressos começará dia 7 de dezembro, a partir de meio-dia.

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