Biografias: Bach

José Soares, regente
Rodrigo de Oliveira, violino

|    Concertos para a Juventude

BACH
BACH
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Suíte nº 4 em Ré maior, BWV 1069: Abertura
Concerto para violino nº 2 em Mi maior, BWV 1042: Allegro e Allegro assai
Que as ovelhas pascem em segurança
Jesus, alegria dos homens
Tocata e Fuga em ré menor, BWV. 565

José Soares, regente

Natural de São Paulo, José Soares iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Cláudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho desse mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Atualmente cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.

Violinista da Filarmônica desde 2010, Rodrigo foi spalla da Camerata Zajdenbaum e das sinfônicas de Atibaia, Jovem de Taubaté e de São José dos Campos, tendo se apresentado como solista em todas elas. Participou dos festivais de Música de Santa Catarina, de Inverno de Campos do Jordão, do Música nas Montanhas e da Semana da Música em Ouro Branco. Aprimorou-se em masterclasses com músicos conceituados, como Charles Stegeman, Clara Takarabe, Igor Sarudiansky e Vadim Gluzman. Estudando desde os sete anos, Rodrigo foi aluno da Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo, na classe de Jefferson Denis, e aperfeiçoou-se também com os professores Elisa Fukuda e Cláudio Micheletti.

Programa de Concerto

Bach escreveu mais de mil obras, mas são poucas as que fogem do fim religioso ou pedagógico. Dentre elas está a maravilhosa Tocata e Fuga em ré menor para orgão. Cheia de contrastes, harmonias ousadas e força dramática, sua execução é capaz de assombrar qualquer ouvinte desavisado, mesmo aquele que tem os ouvidos acostumados à liberdade da música dos séculos XX e XXI. A transcrição para orquestra sinfônica feita por Leopold Stokowski teve sua primeira execução em 1926 com a Orquestra da Filadélfia. Ela faz parte de um conjunto de cerca de outras quase quarenta transcrições de obras de Bach. Stokowski amava e entendia a obra de Bach - antes de se dedicar à regência, foi organista de igreja por dez anos. Vindo de uma tradição de base romântica, herdeiro de Mendelssohn, Liszt e Franck, é a sonoridade do órgão romântico que Stokowski traz na sua partitura da obra de Bach. Mas isso não invalida a legitimidade e a qualidade dessa versão, que não apenas reflete a grandeza bachiana, mas também a amplia exponencialmente.

22 mar 2020
domingo, 11h00

Sala Minas Gerais
concerto gratuito

Retirada antecipada*: a partir do dia 17 de março, às 12h, apenas na bilheteria da Sala Minas Gerais.
Retirada no dia da apresentação*: 200 ingressos serão distribuídos na manhã do concerto, a partir das 9h, na bilheteria da Sala Minas Gerais.
* Limitada a 4 ingressos por pessoa.

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