Da dissonância à harmonia – filho

Marcos Arakaki, regente convidado
Stella Chen, violino

|    Presto 2020

BARTÓK
BARTÓK
BEETHOVEN
BEETHOVEN
Danças da Transilvânia, BB 102b
Concerto para violino nº 2, BB 117
Marcha Zapfenstreich
Sinfonia nº 1 em Dó maior, op. 21

Marcos Arakaki, regente convidado

Marcos Arakaki é Regente Associado da Filarmônica de Minas Gerais. Tem conduzido importantes orquestras no Brasil e também nos Estados Unidos, México, Argentina, República Tcheca e Ucrânia. Colaborou com artistas de renome, como Pinchas Zukerman, Gabriela Montero, Sergio Tiempo, Anna Vinnitskaya, Sofya Gulyak, entre outros. Vencedor do I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes (2001) e do I Prêmio Camargo Guarnieri (2009), foi Regente Titular da Sinfônica da Paraíba e da Sinfônica Brasileira Jovem, com grande reconhecimento da crítica especializada e do público. Gravou a trilha sonora do filme Nosso Lar, composta por Philip Glass, com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Natural de São Paulo, é Bacharel em Violino pela Unesp e Mestre em Regência Orquestral pela Universidade de Massachusetts. Nos últimos anos, Arakaki tem contribuído de forma decisiva para a formação de novas plateias, por meio de apresentações didáticas, bem como para a difusão da música de concertos através de turnês a mais de 70 cidades brasileiras.

Vencedora do Concurso Rainha Elisabeth da Bélgica em 2019, Stella Chen foi aluna de Itzhak Perlman e Catherine Cho na Juilliard School, em Nova York, e de Donald Weilerstein e Miriam Fried no Conservatório de Música da Nova Inglaterra, em Boston. Já se apresentou com a Filarmônica de Medellín, Harvard-Radcliffe, Bach Society, a Orquestra de Câmara de Lausanne e a Boston Youth. Foi aluna de psicologia em Harvard, onde recebeu o prêmio Robert Levin. No mundo sinfônico, venceu ainda os concursos Yehudi Menuhin e Tibor Varga. Colaborou com Robert Levin, Hsin-Yun Huang, Gabor Takacs-Nagy, Federico Cortese, Sir John Eliot Gardiner, Matthew Lipman, Roger Tapping, Paul Biss e Paul Katz.

Programa de Concerto

A Sinfonia nº 1 revela um artista inquieto, em busca de seus próprios ideais. Uma introdução, Adagio molto, abre a partitura com inesperado acorde dissonante. Esse começo em tonalidade incorreta foi considerado muito audacioso e reprovado pela crítica da época. A Primeira Sinfonia corrobora com a ideia do musicologista Donald Francis Tovey de uma “despedida apropriada para o século XVIII”. A obra traz a essência do estilo clássico em sua tessitura, mas já mostra algumas características que irão marcar o Beethoven que chegou aos dias de hoje.

15 out 2020
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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adicione à agenda 16/10/2020 8:30 PM America/Sao_Paulo Da dissonância à harmonia – filho false DD/MM/YYYY