Filarmônica em Câmara-Digital

Israel Muniz, oboé
Maria Fernanda Gonçalves, oboé
Ara Harutyunyan, violino
Mikhail Bugaev, viola
Públio Silva, oboé
Rafael Alberto, marimba
Marlon Humphreys-Lima, trompete
Érico Fonseca, trompete
Wagner Mayer, trombone
Renato Lisboa, trombone
Rodrigo de Oliveira, violino
Gideôni Loamir, violino
Flávia Motta, viola
William Neres, violoncelo
Pablo Guinez, contrabaixo

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BENNETT
MOZART
VILLANI-CÔRTES
BACH/Lisboa
BACH
PIAZZOLLA
PIAZZOLLA
PUGLIESE
Conversação para dois oboés
Dueto nº 1 em Sol maior, K. 423
Cinco miniaturas brasileiras
Cantata nº 156 (Ich steh mit einem Fuß im Grabe): Sinfonia
Fuga em Sol menor, BWV 578, “A Pequena”
Libertango
La Muerte del Ángel
Negracha

Israel Muniz, oboé

O paulista Israel Silas Muniz começou a estudar música aos seis anos de idade com a flauta doce. Posteriormente, passou a dedicar-se ao oboé, sendo orientado por Benito Saches e Éser Menezes. Deu continuidade aos estudos na cidade alemã de Colônia, onde obteve seu Diplom Musiker orientado pelos professores Christian Wetzel, Washington Barella, Ikuko Homma e Michael Sieg. Israel participou de festivais, eventos camerísticos e masterclasses com Hansjörg Schellenberger, Andreas Wittmann, Washington Barella, François Leleux, Alex Klein, Ingo Goritzki, Florian Hasel e Dominik Wollemweber. Venceu concursos para Jovens Solistas da Escola Municipal de Música de São Paulo, da Orquestra Experimental de Repertório e da Orquestra Petrobras Pró-Música, tendo ainda participado do Concurso de Genebra. Na Alemanha, trabalhou nas orquestras Bamberger Symphoniker, SWR Baden Baden und Freiburg, Staatstheater Braunschweig, Deutsche Kammerphilharmonie Bremen. No Brasil, atuou na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), na Sinfônica da USP (Universidade de São Paulo), na Orquestra Experimental de Repertório, entre outras. Integra o naipe de Oboés da Filarmônica como corne inglês solo.

Maria Fernanda Gonçalves iniciou seus estudos musicais na Banda Filarmônica Cardeal Leme, em Espírito Santo do Pinhal, SP, prosseguindo na Escola Municipal de Música, na capital paulista, com Benito Sanchez. Formou-se Bachareal em Música pela FIAM FAAM com Éser Menezes. Estudou ainda com Alexandre Ficarelli, Peter Apps e Washington Barella. Entre os festivais brasileiros, participou do Festival de Inverno de Campos do Jordão, Festival Música nas Montanhas de Poços de Caldas e Oficina de Música de Curitiba. Na Alemanha, participou de Masterkurs em Markneukirchen, com Ingo Goritzki e Gregor Witt, e em Bruhl, com Christian Wetzel. Realizou masterclass com Alex Klein, Humbert Lucarelli, Andreas Wittmann, Tomas Indermuhle, Isaac Duarte e Albrecht Mayer. Maria Fernanda integrou a Orquestra Experimental de Repertório e com o grupo venceu o Concurso Jovens Solistas duas vezes. Foi membro da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, atuando também como solista, e da Orquestra Sinfônica de Santo André. Como musicista da Orquestra Sinfônica Brasileira, teve a oportunidade de trabalhar com maestros como Lorin Maazel, Semyon Bychkov, Eiji Oue e Pinchas Zukerman. Integra ainda o Quarteto Françaix. Maria Fernanda faz parte do naipe de Oboés da Filarmônica como corne inglês solo.

Ara nasceu em uma família de músicos em Yerevan, na Armênia, onde começou a estudar violino aos oito anos. Ao longo de sua carreira, apresentou-se como solista e músico de câmara em seu país e também na Rússia, Geórgia, Quirguistão, Suíça, Líbano, Síria e Estados Unidos. Venceu o Jacoby Soloist Competition da Universidade de Wyoming e foi nomeado finalista nacional do MTNA Young Artist String Competition, ambas nos Estados Unidos. Como solista, músico de câmara e spalla da orquestra da Universidade de Wyoming, realizou muitos concertos na América do Norte, e lecionou violino como membro do String Project da instituição. Ara foi spalla assistente da Sinfônica de Cheyenne durante um ano, antes de se mudar para o Brasil, em 2014, para assumir o mesmo cargo na Filarmônica.

Mikhail Bugaev nasceu em Novosibirsk, Rússia. Durante sua formação no Conservatório Estatal de Novosibirsk, onde estudou com Yuri Mazchenko, Mikhail iniciou sua carreira profissional como membro da Orquestra Sinfônica de Novosibirsk e da Novosibirsk Kamerata. Em 2009, mudou-se para os Estados Unidos para prosseguir os estudos e, em 2013, completou seu doutorado na Michigan State University, sob orientação de Yuri Gandelsman. Durante esse período, Mikhail participou de masterclasses com Roberto Díaz, Roger Chase, Stanley Drucker e Valentin Berlinsky. Nos Estados Unidos, Bugaev tocou regularmente com Kalamazoo, Flint, Lansing e as sinfônicas de West Michigan e Traverse; foi músico convidado nas orquestras sinfônicas de Minnesota, Grand Rapids, Arkansas e West Virginia. Como solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfônica de Novosibirsk, a Novosibirsk Kamerata e a Orquestra Sinfônica de Livingston. É um ativo músico de câmara, tendo participado de festivais com o Quarteto São Petersburgo, Yuri Gandelsman, Ilya Kaler, Suren Bagratuni e Walter Verdehr. Como educador, desde 2012 é membro do corpo de professores do Blue Lake Fine Art Camp.

Públio iniciou seus estudos de oboé com Andrea da Silva Silvério em 2011 e, no ano seguinte, ingressou na Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp), sob a orientação de Natan Albuquerque Júnior. Em 2014, foi aprovado na Academia de Música da Osesp, tendo Arcádio Minczuk como professor. Dentre suas participações em orquestra destacam-se a Filarmônica de Goiás como Principal Oboé, a Osesp como academista, a Sinfônica de São José dos Campos e a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Atuou sob a regência de maestros como Neil Thomson, Giancarlo Guerreiro, Eiji Oue, Marin Alsop, Sian Edwards e Isaac Karabtchevsky. Públio é Oboé Principal Assistente na Filarmônica desde 2016.

Rafael é Percussionista Principal da Filarmônica de Minas Gerais e, juntamente com Leonardo Gorosito, é membro-fundador do Desvio, grupo dedicado a compor e interpretar novas peças para percussão. Possuem três espetáculos autorais lançados: C’Alma, Miniaturas e Cancioneiro, sendo este último lançado em CD e DVD. Suas peças tem sido executadas por músicos de outros países como Inglaterra, França, Bélgica, Japão, Singapura, Dinamarca e, principalmente, Estados Unidos. Rafael iniciou seus estudos formais em música no Conservatório de Tatuí, sob orientação de Javier Calvino e Luis Marcos Caldana. Seguiu na Universidade Estadual Paulista (Unesp), graduando-se sob orientação de John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. Em 2011, concluiu seu Mestrado em Música pela Stony Brook University, em Nova York, como aluno de Eduardo Leandro. Integrou a Orquestra Sinfônica de Stony Brook e o Contemporary Chamber Players. Foi integrante da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e atuou como músico convidado da Amazonas Filarmônica. Em 2012, executou o Concerto para vibrafone, de Ney Rosauro, junto à Filarmônica de Minas Gerais.

Natural de São Paulo, teve sólida formação musical com Gilberto Siqueira e foi vencedor do Prêmio Weril (2000). Com bolsa de estudos da Vitae, aperfeiçoou-se em Chicago com Mark Ridenour e Aldoph Herseth. Foi solista na Civic Orchestra of Chicago e trabalhou com a Chicago Symphony, Grand Park Symphony, Rochester Philharmonic e Oak Park Symphony. No Japão, foi membro fundador e solista da Hyogo Performing Arts Center Orchestra e participou do Pacific Music Festival. Trabalhou com os maiores regentes da atualidade, destacando-se Valery Gergiev, Daniel Barenboim e Pierre Boulez. A convite de Valery Gergiev, participa da World Orchestra for Peace.

Natural de Nova Friburgo, graduou-se em Trompete e Pedagogia Musical no Conservatoire de Fribourg, Suíça, e é Mestre em Práticas Interpretativas pela Haute-école de Musique de Suisse Romande. Aluno de Jean-François Michel, fez masterclasses com André, Hardenberger, Agnas, Herseth, Masseurs, Stockhausen e Friedrich. Foi primeiro trompete da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, participou das sinfônicas de Biel e de Berna e foi solista das orquestras de Câmara de Praga e Sinfônica de Argaau. Segundo lugar no Jeunesses Musicales na Chaux-de-Fonds, vencedor no Yamaha Foundation for Europe e finalista no Yamaha Trumpet Contest. Foi professor no Conservatoire de Fribourg e academista da Sinfônica da Ópera de Zurich.

Wagner Mayer faz parte da quarta geração de músicos de sua família. Ainda na infância, teve como primeiros professores o seu pai e o mestre da banda de seu bairro, em Belo Horizonte. Aos dezesseis anos, começou a estudar trombone com Paulo Lacerda no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado, seguindo depois para a Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). De 1990 a 2007, ingressou nos Trombones da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, ocupando a função de Primeiro Trombone a partir de 1995. Em 1992, venceu o concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, recebendo então o convite para solar junto ao grupo gaúcho e com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), ambas as apresentações sob regência do maestro Eleazar de Carvalho. Entre 1999 e 2003, excursionou pelo Brasil, Japão e Europa com o grupo Skank, banda mineira de pop rock. Participou de diversos cursos, entre eles com os professores Radegundis Feitosa e Wagner Polistchuck.

Renato iniciou seus estudos musicais na banda de sua cidade, Paula Cândido, interior de Minas. É Mestre em Música-Performance pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde também se graduou em Trombone, e especialista em Música Brasileira pela Escola de Música da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). É membro do quinteto de metais Itaratã e do quarteto de trombones Trombominas, grupos com os quais foi premiado no concurso Jovens Cameristas. Vencedor do concurso Jovens Solistas da Escola de Música da UFMG, Renato foi solista da Orquestra Sinfônica e da Banda Sinfônica da universidade. Com o Itaratã, ministrou aulas no 23º Festival de Música de Londrina, Paraná. Atualmente, além de integrar os Trombones da Filarmônica, é professor na Escola de Música da UEMG.

Natural de Taubaté, aluno de Elisa Fukuda e Claudio Micheletti, Rodrigo de Oliveira ingressou na Filarmônica em 2010, aos 19 anos. Aperfeiçoou-se em masterclasses com Augustin Hadelich, Rachel Barton Pine, Vadim Gluzman, Igor Sarudiansky, Charles Stegeman, Clara Takarabe, Pablo de León, Roberto Díaz e Misha Keylin. Formou-se em Violino pela Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo, na classe de Jefferson Denis. Atuou como solista e spalla das orquestras Sinfônica Jovem de Taubaté, Sinfônica de Atibaia, Sinfônica de São José dos Campos, Ouro Preto e Camerata Zajdenbaum. É um dos protagonistas do documentário Prova de Artista, de José Joffily. Venceu o V Concurso Jovens Solistas da Sinfônica de Minas Gerais 2016 e o I Concurso Nacional de Jovens Solistas da Sinfônica de Goiânia 2017.

Gideôni iniciou seus estudos de violino aos oito anos de idade no projeto Cidade da Música, em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro. Durante seus nove anos na instituição, foi orientado pelos professores Maria José dos Campos, Paulo Bosísio e Ricardo Amado. Em 2010, ingressou no projeto Música nas Escolas como instrumentista e professor, sob supervisão de Ana de Oliveira, atuando também como spalla na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Em 2015, formou-se sob orientação de Davi Graton na Academia da Osesp, onde também teve aulas com Emmanuele Baldini. O violinista participou de festivais como o de Música de Pelotas (2014 e 2015) e de Campos do Jordão (2013). Atuou como spalla nas edições 2012 e 2013 da orquestra do Festival de Música de Santa Catarina, tendo recebido o prêmio de aluno revelação na primeira. Aperfeiçoou-se também no curso de prática de improvisação no Instituto de Artes Califórnia, em Los Angeles, no ano de 2011.

Flávia Motta iniciou seus estudos musicais aos sete anos em sua cidade natal, Juiz de Fora. Aperfeiçoou-se com Jadenir Lacorte, Jairo Diniz, Alexandre Razera e Marco Lavigne. Bacharel em Viola pela Unirio, venceu o Concurso Jovens Solistas Paulo Bosísio 1999. Foi membro da Orquesta de Jóvenes Latinoamericanos e musicista convidada da Sinfônica Simón Bolívar. Integrou a a orquestra do Festival de Música Schleswig-Holstein por dois anos e com ela realizou turnês pela Europa e Estados Unidos. Flávia apresentou-se sob regência de Claudio Abbado, Gustavo Dudamel, Christoph Eschenbach, Eiji Oue, Iván Fischer, Mstislav Rostropovich, Christoph von Dohnányi e Semyon Bychkov. Participou de masterclasses com Ingrid Zur, Wilfried Strehle, Urlich Knozer, Clemens Weigel, Benhard Gmelin e Csaba Erdelyi. Antes de se juntar à Filarmônica, integrou as orquestras Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a Camerata Antiqua de Curitiba, as duas últimas como Primeira Viola.

William Neres é graduado em Música pela Universidade Federal de São João del-Rei, com período de mobilidade acadêmica na Universidade Federal de Uberlândia, nas classes dos professores Abel Moraes e Kayami Satomi, respectivamente. Especializou-se em Violoncelo e Música de Câmara na École Normale de Musique de Paris, sob orientação de Roland Pidoux e Chantal De Buchy. Foi premiado nos concursos Paulo Bosísio, Eleazar de Carvalho e Música XXI. Junto ao violonista Adriano D. Melo, participou das séries Segunda Musical (BH), Jovem Músico BDMG (BH) e Semana do Violão (Juiz de Fora). Com o UDI Cello Ensemble, realizou turnês pelo Brasil e França. Apresentou-se também com as orquestras sinfônicas de Poços de Caldas e Pouso Alegre e com a Jazz Sinfônica de São José do Rio Pardo.

Pablo Guíñez iniciou seus estudos musicais em Santiago do Chile, sob orientação da professora Alejandra Santa Cruz. Obteve os diplomas de licenciatura e bacharelado em Contrabaixo pela Universidade do Chile, ingressando em seguida na Academia de Música Hanns Eisler, em Berlim, onde graduou-se na classe do professor Esko Laine. Aperfeiçoou-se em masterclasses com Klaus Stoll, Jane Saksala e Barbara Sanderling. Em seu país, integrou a Sinfônica Nacional Juvenil e a Orquestra de Câmara do Teatro Municipal de Santiago. Participou do Festival de Música Schleswig-Holstein por dois anos, realizando turnês pela Alemanha, Hungria, Brasil e Japão, onde também apresentou-se em concertos com a World Youth Orchestra. Pablo atuou em apresentações com solistas como Lang Lang, Midori, Mischa Maisky e os maestros Christoph Eschenbach, Gustavo Dudamel, Iván Fischer, Zubin Mehta e Yutaka Sado. Em 2011, foi solista junto à Camerata Antiqua e à Orquestra da Universidade do Paraná, com a qual promoveu a estreia mundial de El espiritu de Reinohuelén, obra de Harry Crowl dedicada a ele. Como músico convidado, percorreu a América Latina em concertos com a Orquestra de Câmara de Stuttgart. Pablo foi Primeiro Contrabaixo da Camerata Antiqua e da Orquestra de Câmara de Blumenau.

Programa de Concerto

Rodrigo de Oliveira e Gideôni Loamir, violinos
Flávia Motta, viola
William Neres, violoncelo
Pablo Guiñez, contrabaixo

Rodrigo de Oliveira e Gideôni Loamir, violinos
Flávia Motta, viola
William Neres, violoncelo
Pablo Guiñez, contrabaixo

18 out 2020
domingo, 11h00

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1 nov 2020
domingo, 11h00

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