Filarmônica em Câmara-Digital

Arthur Vieira Terto, violino
Laura von Atzingen, violino
Mikhail Bugaev, viola
Lucas Barros, violoncelo
Israel Muniz, corne inglês
Clémence Boinot, harpa
Sérgio Aluotto, percussão
Daniel Lemos, percussão
Alma Maria Liebrecht, trompa
Marlon Humphreys-Lima, trompete
Érico Fonseca, trompete
Wagner Mayer, trombone
Renato Lisboa, trombone

|    Filarmônica em Câmara

HAYDN
HOVHANESS
DAUPRAT
MICHEL
BRUBECK
NAZARETH
Quarteto de cordas nº 5 em Sol maior, op. 33
Koke no Niwa, op. 181
Sonata para trompa e harpa em Fá maior, op. 3
Três Miniaturas
Blue Rondo à la Turk
Apanhei-te cavaquinho

Arthur Vieira Terto, violino

Arthur nasceu em Belo Horizonte, onde iniciou seus estudos no Centro de Musicalização Infantil da UFMG. Graduou-se pela mesma universidade em 2005 e participou de diversas masterclasses no Brasil e nos Estados Unidos. Integrou o Jung Quartet de 1998 a 1999 e o Quarteto Vivace de 2002 a 2005. Venceu o concurso Jovens Solistas da UFMG e recebeu o segundo lugar no Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio em 2003 e 2005. Atuou como solista frente às orquestras Sinfônica da Escola de Música da UFMG e do Sesiminas. Já se apresentou com a Sinfônica de Minas Gerais como músico convidado e fez parte da Orquestra Experimental da UFOP. Arthur também foi professor da Orquestra Sinfônica Jovem do Palácio das Artes. É membro da Filarmônica desde 2008 e integra o Quarteto Musik desde 2016.

Laura von Atzingen começou a estudar violino aos três anos de idade com Luciene Vilani na Escola de Formação de Instrumentistas de Cordas Sesiminas (Efic). Em 2002 tornou-se aluna de Edson Queiroz no curso de extensão da Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Graduou-se nessa mesma universidade em 2013. Participou dos festivais de Campos do Jordão, de Santa Catarina, Oficina de Música de Curitiba e Junger Künstler Bayreuth, na Alemanha. Em 2017 obteve o mestrado na Duquesne University, Estados Unidos, na classe de Charles Stegeman. Foi spalla da Duquesne Symphony Orchestra e membro do grupo residente Quarteto de Cordas Graduate Frances DeBroff. Aos nove anos, Laura foi solista com a Orquestra Jovem Sesiminas Efic interpretando o Concertino para violino de Ernest Mahle. Em 2018, no Festival de Juiz de Fora, apresentou o Desafio III de Marlos Nobre com a Orquestra de Câmara Sesiminas. Venceu o concurso Jovens Solistas da UFMG 2011 e o Concurso para Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais 2012, ambos com o Concerto nº 1 de Max Bruch. Conquistou o segundo lugar no 14º Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio. Laura integrou a Orquestra de Câmara Sesiminas e atuou como convidada na Westmoreland Symphony e Wheeling Symphony. É integrante da Filarmônica de Minas Gerais desde 2019.

Mikhail Bugaev nasceu em Novosibirsk, Rússia. Durante sua formação no Conservatório Estatal de Novosibirsk, onde estudou com Yuri Mazchenko, Mikhail iniciou sua carreira profissional como membro da Orquestra Sinfônica de Novosibirsk e da Novosibirsk Kamerata. Em 2009, mudou-se para os Estados Unidos para prosseguir os estudos e, em 2013, completou seu doutorado na Michigan State University, sob orientação de Yuri Gandelsman. Durante esse período, Mikhail participou de masterclasses com Roberto Díaz, Roger Chase, Stanley Drucker e Valentin Berlinsky. Nos Estados Unidos, Bugaev tocou regularmente com Kalamazoo, Flint, Lansing e as sinfônicas de West Michigan e Traverse; foi músico convidado nas orquestras sinfônicas de Minnesota, Grand Rapids, Arkansas e West Virginia. Como solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfônica de Novosibirsk, a Novosibirsk Kamerata e a Orquestra Sinfônica de Livingston. É um ativo músico de câmara, tendo participado de festivais com o Quarteto São Petersburgo, Yuri Gandelsman, Ilya Kaler, Suren Bagratuni e Walter Verdehr. Como educador, desde 2012 é membro do corpo de professores do Blue Lake Fine Art Camp.

Lucas Barros nasceu em uma família de músicos. Começou pelo violino e oboé com seus tios e, aos nove anos de idade, decidiu seguir os estudos com o violoncelo, orientado por Antonio Viola, da Universidade Estadual de Minas Gerais. Dois anos mais tarde, passou a aperfeiçoar-se com Fabio Presgrave, na Escola de Música de São Brás do Suaçuí. Também foi regularmente orientado por seu tio Eliseu Barros, professor de violino na Universidade Federal de Minas Gerais. Participou de diversos festivais, como o Internacional de Campos do Jordão, o Música nas Montanhas e o Villa-Lobos. Atuou como solista com as orquestras Filarmônica e Sinfônica de Minas Gerais, Filarmônica de Goiás, Sinfônica da UFRN, a de Câmara Sesiminas, entre outras. Apresentou-se também na temporada de concertos do BNDES, no Rio de Janeiro. Lucas recebeu o Primeiro Prêmio no VI David Popper International Cello Competition (Hungria – 2015); o segundo lugar geral e o prêmio Nanny Devos para o brasileiro mais bem colocado no Rio International Cello Encounter (2013); o primeiro lugar no Concurso para Jovens Solistas da Sinfônica de Minas Gerais (2010 e 2011). Em 2015, venceu o concurso promovido pelo Mozarteum Brasileiro, que lhe proporcionou um ano na academia da Deutsches Symphonie-Orchester Berlin (DSO Berlin). Lá estudou com Matias de Oliveira Pinto, Mathias Donderer e Fabio Presgrave. Lucas é violoncelista na Filarmônica desde 2017.

O paulista Israel Silas Muniz começou a estudar música aos seis anos de idade com a flauta doce. Posteriormente, passou a dedicar-se ao oboé, sendo orientado por Benito Saches e Éser Menezes. Deu continuidade aos estudos na cidade alemã de Colônia, onde obteve seu Diplom Musiker orientado pelos professores Christian Wetzel, Washington Barella, Ikuko Homma e Michael Sieg. Israel participou de festivais, eventos camerísticos e masterclasses com Hansjörg Schellenberger, Andreas Wittmann, Washington Barella, François Leleux, Alex Klein, Ingo Goritzki, Florian Hasel e Dominik Wollemweber. Venceu concursos para Jovens Solistas da Escola Municipal de Música de São Paulo, da Orquestra Experimental de Repertório e da Orquestra Petrobras Pró-Música, tendo ainda participado do Concurso de Genebra. Na Alemanha, trabalhou nas orquestras Bamberger Symphoniker, SWR Baden Baden und Freiburg, Staatstheater Braunschweig, Deutsche Kammerphilharmonie Bremen. No Brasil, atuou na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), na Sinfônica da USP (Universidade de São Paulo), na Orquestra Experimental de Repertório, entre outras. Integra o naipe de Oboés da Filarmônica como corne inglês solo.

Clémence é apaixonada pela harpa desde os cinco anos. Começou a estudar o instrumento orientada por Isabelle Lagors em sua cidade natal, Cergy-Pontoise, na França. Seu amor continuou a crescer e, aos 20, ingressou na Haute École de Musique de Genebra, na Suíça. Em 2013, após seis anos de aperfeiçoamento sob orientação de Florence Sitruk, Clémence concluiu seu bacharelado com honra. Dois anos depois, tornou-se Mestre em Pedagogia. Concluiu os estudos em 2017 com um mestrado em Solo Performance. Paralelamente, Clémence participou de vários projetos de música de câmara e foi membro-fundadora do grupo Caravelle. Clémence foi professora de harpa por muitos anos e adora compartilhar seu conhecimento com os estudantes. Em 2017, foi convidada a ensinar jovens harpistas no Neojiba, em Salvador, Bahia. Com essa experiência, ela se encantou pelo Brasil e, poucos meses depois, juntou-se à Filarmônica de Minas Gerais.

Natural de Belo Horizonte, graduou-se em Percussão pela UFMG com Fernando Rocha. Estudou na Drummers Collective, Nova York, e teve aulas com Rubén Zuñiga, Eduardo Gianesella, Ricardo Bologna, Eduardo Leandro, John Rilley e Michael Lauren. Em 2004 foi selecionado no projeto Orquestra para Todos da Orquestra Sinfônica Brasileira. Na UFMG, participou da Orquestra e do Grupo de Percussão. Integrou a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Orquestra Ouro Preto. Compositor e intérprete, gravou o álbum Incipit e atuou com diversos músicos brasileiros. Integra a Filarmônica desde 2008.

Realizou seus primeiros estudos em Percussão na Escola Municipal de Música de São Paulo, com Elizabeth Del Grande. Concluiu bacharelado pela Unesp com John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. Como membro do grupo Piap, gravou o álbum Obras Brasileiras Inéditas para Percussão. Como timpanista da Amazonas Filarmônica participou de nove edições do Festival Amazonas de Ópera. Lecionou no Centro Cultural Cláudio Santoro e na Universidade do Estado do Amazonas, realizando concertos como diretor dos grupos de percussão dessas instituições. Aperfeiçoou-se em masterclasses com Vic Firth, Ney Rosauro, Eduardo Leandro, Christopher Lamb, Ricardo Bologna e Leigh H. Stevens. Daniel é músico Principal Assistente de Percussão na Filarmônica desde 2008.

O envolvimento de Alma com a música começou aos seis anos, primeiro com o violino e depois com a trompa, aos 12, sob orientação de Olivia Gutoff. Nascida nos Estados Unidos, estudou também com Jerome Ashby no Curtis Institute of Music e com William Purvis na Universidade de Yale, onde concluiu seu mestrado. Tocando música de câmara, Alma já se apresentou em diversos festivais importantes, como o Artes Vertentes, o Savannah Music Festival e o Wien Modern, na Áustria. Nesse formato, também tocou com músicos da Filarmônica de Viena e grupos de destaque, como o Chamber Music Society do Lincoln Center, o New York Wind Soloists e o Jupiter Chamber Players. Em 2010, Alma ajudou a fundar o grupo de câmara Decoda, dedicado ao engajamento comunitário através da música. Integra a Filarmônica como Trompa Principal desde 2013.

Natural de São Paulo, teve sólida formação musical com Gilberto Siqueira e foi vencedor do Prêmio Weril (2000). Com bolsa de estudos da Vitae, aperfeiçoou-se em Chicago com Mark Ridenour e Aldoph Herseth. Foi solista na Civic Orchestra of Chicago e trabalhou com a Chicago Symphony, Grand Park Symphony, Rochester Philharmonic e Oak Park Symphony. No Japão, foi membro fundador e solista da Hyogo Performing Arts Center Orchestra e participou do Pacific Music Festival. Trabalhou com os maiores regentes da atualidade, destacando-se Valery Gergiev, Daniel Barenboim e Pierre Boulez. A convite de Valery Gergiev, participa da World Orchestra for Peace.

Natural de Nova Friburgo, graduou-se em Trompete e Pedagogia Musical no Conservatoire de Fribourg, Suíça, e é Mestre em Práticas Interpretativas pela Haute-école de Musique de Suisse Romande. Aluno de Jean-François Michel, fez masterclasses com André, Hardenberger, Agnas, Herseth, Masseurs, Stockhausen e Friedrich. Foi primeiro trompete da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, participou das sinfônicas de Biel e de Berna e foi solista das orquestras de Câmara de Praga e Sinfônica de Argaau. Segundo lugar no Jeunesses Musicales na Chaux-de-Fonds, vencedor no Yamaha Foundation for Europe e finalista no Yamaha Trumpet Contest. Foi professor no Conservatoire de Fribourg e academista da Sinfônica da Ópera de Zurich.

Wagner Mayer faz parte da quarta geração de músicos de sua família. Ainda na infância, teve como primeiros professores o seu pai e o mestre da banda de seu bairro, em Belo Horizonte. Aos dezesseis anos, começou a estudar trombone com Paulo Lacerda no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado, seguindo depois para a Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). De 1990 a 2007, ingressou nos Trombones da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, ocupando a função de Primeiro Trombone a partir de 1995. Em 1992, venceu o concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, recebendo então o convite para solar junto ao grupo gaúcho e com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), ambas as apresentações sob regência do maestro Eleazar de Carvalho. Entre 1999 e 2003, excursionou pelo Brasil, Japão e Europa com o grupo Skank, banda mineira de pop rock. Participou de diversos cursos, entre eles com os professores Radegundis Feitosa e Wagner Polistchuck.

Renato iniciou seus estudos musicais na banda de sua cidade, Paula Cândido, interior de Minas. É Mestre em Música-Performance pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde também se graduou em Trombone, e especialista em Música Brasileira pela Escola de Música da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). É membro do quinteto de metais Itaratã e do quarteto de trombones Trombominas, grupos com os quais foi premiado no concurso Jovens Cameristas. Vencedor do concurso Jovens Solistas da Escola de Música da UFMG, Renato foi solista da Orquestra Sinfônica e da Banda Sinfônica da universidade. Com o Itaratã, ministrou aulas no 23º Festival de Música de Londrina, Paraná. Atualmente, além de integrar os Trombones da Filarmônica, é professor na Escola de Música da UEMG.

Programa de Concerto

15 nov 2020
domingo, 11h00

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