Filarmônica em Câmara-Digital

Renata Xavier, flauta
Wesley Prates Lima, violino
Katarzyna Druzd, viola
Camilla Ribeiro, violoncelo
Clémence Boinot, harpa
Sérgio Aluotto, marimba
Rafael Alberto, vibrafone
Jovana Trifunovic, violino
Gideôni Loamir, violino
João Carlos Ferreira, viola
Cássia Lima, flauta

|    Filarmônica em Câmara

TOURNIER
VILLANI-CÔRTES
DVORÁK
PIAZZOLLA
Suíte para flauta, violino, viola, violoncelo e harpa, op. 34
Sete variações sobre um tema original
Terceto em Dó maior, op. 74
História do Tango

Renata Xavier, flauta

Integrante da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, Renata começou a estudar música aos sete anos no Conservatório Estadual Juscelino Kubitschek de Oliveira, em Pouso Alegre (MG), cidade onde nasceu. Concluiu seu bacharelado em 2002 na Universidade Estadual Paulista, sob orientação de Jean Noel Saghaard, tendo também sido aluna de Rogério Wolf. Renata participou dos principais festivais de música do país, dentre eles o de Campos do Jordão, a Oficina de Música de Curitiba e o Música nas Montanhas, em Poços de Caldas. Como convidada, apresentou-se junto às sinfônicas de São José dos Campos, de Rio Claro e de Santos. A flautista também integrou outros grupos brasileiros, como as bandas sinfônicas Jovem do Estado de São Paulo e de Cubatão e as orquestras Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, a Jovem de Guarulhos, a Sinfônica Heliópolis e a Sinfônica da USP.

Wesley nasceu em São Paulo, onde iniciou seus estudos aos 11 anos com Renata Jaffé. Posteriormente, sob orientação da professora, apresentou-se como solista em salas de concerto em São Paulo, na Argentina, na Itália e nos Estados Unidos, ocasiões em que tocou o Scherzo Tarantelle de Wieniawski e a Primavera d’As quatro estações de Vivaldi. O violinista participou de diversos festivais no Brasil e também do Summer Camp da Pensacola Christian College, na Flórida (EUA). Como vencedor de um concurso em que tocou a Chaconne de J. S. Bach, ganhou bolsa integral para o Festival de Música da Palm Beach Atlantic University, também na Flórida. Em 2010, venceu o Concurso Nacional de Solistas da Fundação Eleazar de Carvalho, solando o Concerto nº 1 de Max Bruch com a Filarmônica de Itu. De 2013 a 2018, Wesley integrou a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, onde foi também solista interpretando o Concerto nº 2 de Wieniawski e o Concerto para quatro violinos de Vivaldi. Nesse período, recebeu orientações dos violinistas Cláudio Cruz, Maria Fernanda Krug e Marcelo Soares. Wesley é licenciado em Música pela Universidade Metropolitana de Santos.

Integrante da Filarmônica desde seu primeiro ano, Katarzyna é uma violista de grande experiência internacional, tendo se apresentado na Áustria, Irlanda, China, Japão, Rússia, Alemanha, Finlândia e muitos outros países. Participou de vários grupos de câmara e orquestras, entre elas as sinfônicas da Polish National Radio, da Silesian Philharmonic, da Zabrze Philharmonic e da Czestochowa Philharmonic, além da Silesian Chamber Orchestra. No Brasil, integrou o quarteto Taron e atualmente faz parte do quarteto Horizonte. Katarzyna iniciou seus estudos musicais aos sete anos em sua cidade natal, Bytom, no sul da Polônia. Concluiu sua formação dezoito anos depois, na Academia de Música Karol Szymanowski. Já como musicista profissional, participou de masterclasses com músicos como Avri Levitan e Doris Lederer e de concursos e festivais de música como o Youth Orchestra Festival.

Com passagens pelas orquestras Jovem do Estado de São Paulo, Sinfônica de Santo André e Experimental de Repertório, Camilla integra, desde 2011, o naipe de violoncelos da Filarmônica. Já se apresentou com a Osesp como musicista convidada e frequentou o Festival Internacional de Campos do Jordão, o Festival de Música de Santa Catarina, o Rio International Cello Encounter, entre outros. Como camerista, aperfeiçoou-se no Projeto Serioso, liderado por Richard Young, do Quarteto Vermeer, e colaborou com diversos grupos. Atualmente, Camilla é integrante do Quarteto Guignard. Natural de Belém, Pará, iniciou seus estudos no Conservatório Carlos Gomes e, em 2005, obteve primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio.

Clémence é apaixonada pela harpa desde os cinco anos. Começou a estudar o instrumento orientada por Isabelle Lagors em sua cidade natal, Cergy-Pontoise, na França. Seu amor continuou a crescer e, aos 20, ingressou na Haute École de Musique de Genebra, na Suíça. Em 2013, após seis anos de aperfeiçoamento sob orientação de Florence Sitruk, Clémence concluiu seu bacharelado com honra. Dois anos depois, tornou-se Mestre em Pedagogia. Concluiu os estudos em 2017 com um mestrado em Solo Performance. Paralelamente, Clémence participou de vários projetos de música de câmara e foi membro-fundadora do grupo Caravelle. Clémence foi professora de harpa por muitos anos e adora compartilhar seu conhecimento com os estudantes. Em 2017, foi convidada a ensinar jovens harpistas no Neojiba, em Salvador, Bahia. Com essa experiência, ela se encantou pelo Brasil e, poucos meses depois, juntou-se à Filarmônica de Minas Gerais.

Natural de Belo Horizonte, graduou-se em Percussão pela UFMG com Fernando Rocha. Estudou na Drummers Collective, Nova York, e teve aulas com Rubén Zuñiga, Eduardo Gianesella, Ricardo Bologna, Eduardo Leandro, John Rilley e Michael Lauren. Em 2004 foi selecionado no projeto Orquestra para Todos da Orquestra Sinfônica Brasileira. Na UFMG, participou da Orquestra e do Grupo de Percussão. Integrou a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Orquestra Ouro Preto. Compositor e intérprete, gravou o álbum Incipit e atuou com diversos músicos brasileiros. Integra a Filarmônica desde 2008.

Rafael é Percussionista Principal da Filarmônica de Minas Gerais e, juntamente com Leonardo Gorosito, é membro-fundador do Desvio, grupo dedicado a compor e interpretar novas peças para percussão. Possuem três espetáculos autorais lançados: C’Alma, Miniaturas e Cancioneiro, sendo este último lançado em CD e DVD. Suas peças tem sido executadas por músicos de outros países como Inglaterra, França, Bélgica, Japão, Singapura, Dinamarca e, principalmente, Estados Unidos. Rafael iniciou seus estudos formais em música no Conservatório de Tatuí, sob orientação de Javier Calvino e Luis Marcos Caldana. Seguiu na Universidade Estadual Paulista (Unesp), graduando-se sob orientação de John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. Em 2011, concluiu seu Mestrado em Música pela Stony Brook University, em Nova York, como aluno de Eduardo Leandro. Integrou a Orquestra Sinfônica de Stony Brook e o Contemporary Chamber Players. Foi integrante da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e atuou como músico convidado da Amazonas Filarmônica. Em 2012, executou o Concerto para vibrafone, de Ney Rosauro, junto à Filarmônica de Minas Gerais.

Jovana nasceu em Páracin, na Sérvia. Lecionou violino na Escola de Música Miloje Milojevic, na cidade de Kragujevac, também em seu país natal. Em Belgrado, integrou a Orquestra Sinfônica RTS e as orquestras de câmara Dusan Skovran e St. George Strings. Em 2001, Jovana ganhou o terceiro lugar na Competição Internacional Petar Konjovic e, no ano seguinte, o primeiro lugar da Republic Competition na categoria Música de Câmara (duo) - Violino e laureat. Durante seus estudos, recebeu também prêmios da Fundação Miodrag Macic e da Fundação Meri Dragutinovic. É integrante da Filarmônica desde 2008.

Gideôni iniciou seus estudos de violino aos oito anos de idade no projeto Cidade da Música, em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro. Durante seus nove anos na instituição, foi orientado pelos professores Maria José dos Campos, Paulo Bosísio e Ricardo Amado. Em 2010, ingressou no projeto Música nas Escolas como instrumentista e professor, sob supervisão de Ana de Oliveira, atuando também como spalla na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Em 2015, formou-se sob orientação de Davi Graton na Academia da Osesp, onde também teve aulas com Emmanuele Baldini. O violinista participou de festivais como o de Música de Pelotas (2014 e 2015) e de Campos do Jordão (2013). Atuou como spalla nas edições 2012 e 2013 da orquestra do Festival de Música de Santa Catarina, tendo recebido o prêmio de aluno revelação na primeira. Aperfeiçoou-se também no curso de prática de improvisação no Instituto de Artes Califórnia, em Los Angeles, no ano de 2011.

João Carlos nasceu em Juiz de Fora e iniciou sua atuação como violista na Filarmônica, onde ocupa a posição de Viola Principal, em 2009. Foi também músico da Orquestra Sinfônica Brasileira e membro do Quarteto Radamés Gnattali, com o qual recebeu o Prêmio Rumos Itaú Cultural 2007-2009. Entusiasta da música de câmara, dirige o Trio Villani-Côrtes, composto também por Jovana Trifunovic e Eduardo Swerts. O grupo foi contemplado pelo Natura Musical e lançou recentemente o álbum Três Tons Brasileiros. Como solista, João Carlos apresentou-se junto à Petrobras Sinfônica e as orquestras sinfônicas do Espírito Santo, da UFMG, UFRJ e com a própria Filarmônica. Outras atuações de destaque foram ao lado de Antonio Meneses, Roman Simovic, Márcio Carneiro, Quarteto Bessler e Sigiswald Kuijken.

Cássia é Bacharel em Flauta pela Unesp e concluiu seu mestrado e Artist Diploma na Mannes College of Music, Nova York. Foi aluna de João Dias Carrasqueira, Grace Busch, Jean-Nöel Saghaard, Marcos Kiehl e Keith Underwood. Participou dos principais festivais de música do país e venceu concursos importantes, como o II Concurso Nacional Jovens Flautistas, o Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório, a Mannes Concerto Competition e o Gregory Award. Tem ampla atuação com música de câmara, integrando atualmente o Quinteto de Sopros da Filarmônica e diversos outros grupos em Belo Horizonte. Bolsista do Tanglewood Music Center, atuou como camerista e Primeira Flauta sob regência de James Levine, Kurt Masur, Seiji Ozawa e Rafael Frühbeck de Burgos. Na Minnesota Orchestra foi regida por Charles Dutoit. Foi Primeira Flauta e solista da Osesp, integrando-se à Filarmônica em 2009 como Flauta Principal.

Programa de Concerto

29 nov 2020
domingo, 11h00

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