Filarmônica em Câmara-Digital

José Francisco dos Santos, trompa
Lucas Filho, trompa
Gustavo Trindade, trompa
Diego Ribeiro, trombone
Rommel Fernandes, violino
Nathan Medina, viola
Cássia Lima, flauta
Alexandre Braga, flauta
Renata Xavier, flauta

|    Filarmônica em Câmara

VILLA-LOBOS
VILLA-LOBOS
KUHLAU
Choros nº 4
Duo para violino e viola
Trio para três flautas, op. 86

José Francisco dos Santos, trompa

Paulista de Guarulhos, José Francisco estudou Trompa na escola Municipal de Música de São Paulo entre 1995 e 1998, sob orientação de Ozéas Arantes. Em 1999, ingressou na Universidade Livre de Música de São Paulo, onde aperfeiçoou-se com o professor Mário Rocha. Participou dos festivais de Londrina e Garulhos, estudou com os professores Zdenek Swuab, Daniel Grabis e Daniel Havens e foi ouvinte masterclass com o trompista Radovan Vlatkovic. Em 1999, passou a integrar a Orquestra Amazonas Filarmônica, onde permaneceu até janeiro de 2008. José Francisco foi solista do Concerto para quatro trompas e orquestra de Schumann ao lado da Amazonas Filarmônica no ano de 2006. Foi ainda primeiro trompista no ciclo de óperas O Anel do Nibelungo, de Richard Wagner, na Sexta Sinfonia de Brückner, na Quinta de Tchaikovsky, na Quinta de Shostakovitch, na Sétima de Beethoven, na Nona de Dvorák, entre outras.

Nascido de Belo Horizonte, Lucas iniciou sua formação musical com seu pai em 1999. Graduou-se pela Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) em 2011, na classe da professora Sarah Ramez. Na Orquestra Sinfônica da UEMG, Lucas foi Trompa Principal de 2007 a 2010. Atuou como Trompa Principal na Orquestra Jovem do Palácio das Artes de 2005 a 2007, época em que estudou com o professor Ailton Ramez no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. Participou de aulas e festivais com os professores Bostjan Lipovsek, José Costa, Luiz Garcia, Nigel Downing, Samuel Hanzen, Stefan Dohr e Will Sanders. Integra o quinteto de metais Quintetando desde 2007, desenvolvendo uma intensa atividade de música de câmara em Minas Gerais. Atuou como músico convidado das orquestras de Câmara de Ouro Branco, Filarmônica do Espírito Santo e Sinfônica de Minas Gerais. Ao lado da Neojibá, orquestra jovem do Estado da Bahia, Lucas apresentou-se na abertura do festival Young Euro Classic, no KonzertHall, em Berlim, no Victoria Hall, em Genebra, com participação da pianista Maria João Pires, e no Royal Festival Hall, em Londres, como parte da turnê do pianista Lang Lang.

Gustavo iniciou seus estudos em 1991 na Banda de Música 12 de Março. De 1998 a 2001, cursou o bacharelado em Trompa na Universidade do Estado de Minas Gerais. Participou de aulas e festivais com Adalto Soares, Edward Brown, Eric Ruske, Luiz Garcia, Mario Rocha e Sergio Gomes. Atuou junto à Orquestra Sinfônica Nacional e, como músico convidado, na Orquestra Petrobras Sinfônica. Em 2001, venceu o Concurso Jovens Solistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na categoria Banda Sinfônica, e, um ano depois, foi o ganhador do 1º Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Instrumentistas e Regentes, seção Orquestra Sinfônica de Minas Gerais – Modalidade Metais. É membro da Filarmônica de Minas Gerais desde o princípio, em 2008.

Diego nasceu no Rio de Janeiro, onde começou a estudar música aos nove anos de idade na igreja que frequentava. Deu sequência à sua formação no curso técnico da Faetec de Quintino, também no Rio e, desde então, já atuou como Primeiro Trombone na Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, sob regência do maestro Marcos Arakaki, e na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Em 2013, ingressou na Academia de Música da Osesp, sob orientação de Wagner Polistchuk, seu tutor até hoje. Antes de se juntar à Filarmônica em 2015, Diego integrou a Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Frequentou importantes festivais, como o Projeto Bone Brasil e o Festival de Campos de Jordão, e participou de masterclasses com Jörgen van Rijen, Brandt Attema, Zachary Bond, entre outros.

Rommel Fernandes é spalla associado da Filarmônica e mantém intensa atividade como recitalista e músico de câmara. Foi solista frente a diversas orquestras, incluindo a Filarmônica de Minas Gerais, a Osesp (como vencedor do concurso Jovens Solistas), Orquestra Unisinos, Orquestra de Câmara da Unesp, Advent Chamber e Northwestern University Chamber Orchestra. Destaca-se também como intérprete de música contemporânea, atuando com os grupos Oficina Música Viva e Sonante 21. Realizou primeiras audições mundiais de obras de Douglas Boyce (Floruit Egregiis, para violino e cello) e Silvio Ferraz (Partita II, para violino solo), além de estreias brasileiras de obras de Pierre Boulez (Anthèmes I, para violino solo) e Mario Mary (Aarhus, para violino e eletrônica). Foi músico convidado das sinfônicas de Boston e Chicago, colaborou com o grupo Fifth House Ensemble, fez parte do corpo docente da North Park University e foi membro da Chicago Civic Orchestra.

Nathan Medina começou a estudar música aos sete anos em Portland (EUA), sua cidade natal. Teve aulas de violino com Kathy Walden e Robert Hertzel. Aos dezoito anos, ganhou bolsa para aperfeiçoar-se com Kelly Farris na Eastern Washington University e tocar na Spokane Symphony, sob direção de Fabio Mechetti. Nos verões de 1994 e 1995, começou seus estudos em viola e continuou se dedicando ao violino na Meadowmount School of Music com Alan Bodman. Graduou-se em Violino pela Eastern Washington University e é Mestre pela Universidade de Washington, sob orientação de Steven Staryk e Robert Davidovici. Nathan foi Viola Principal na Yakima Symphony de 1998 a 2000. Nesse mesmo período, foi chefe dos Segundos Violinos da Federal Way Symphony e da Spokane Symphony. Em 2001, iniciou doutorado pela Universidade de Washington, recebendo bolsa Brechemin para estudar viola com Helen Callus e violino com Ronald Patterson. Aperfeiçoou-se na Le Domaine Forget Académie de Music, no Canadá, de 2003 a 2004.

Cássia é Bacharel em Flauta pela Unesp e concluiu seu mestrado e Artist Diploma na Mannes College of Music, Nova York. Foi aluna de João Dias Carrasqueira, Grace Busch, Jean-Nöel Saghaard, Marcos Kiehl e Keith Underwood. Participou dos principais festivais de música do país e venceu concursos importantes, como o II Concurso Nacional Jovens Flautistas, o Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório, a Mannes Concerto Competition e o Gregory Award. Tem ampla atuação com música de câmara, integrando atualmente o Quinteto de Sopros da Filarmônica e diversos outros grupos em Belo Horizonte. Bolsista do Tanglewood Music Center, atuou como camerista e Primeira Flauta sob regência de James Levine, Kurt Masur, Seiji Ozawa e Rafael Frühbeck de Burgos. Na Minnesota Orchestra foi regida por Charles Dutoit. Foi Primeira Flauta e solista da Osesp, integrando-se à Filarmônica em 2009 como Flauta Principal.

Alexandre iniciou seus estudos musicais em 1986 no Conservatório Estadual de Varginha, sua cidade natal. Graduou-se em Flauta pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na classe do professor Artur Andrés. Participou de masterclasses com Norton Morozowicz, Odete Ernest Dias, Pauxy Nunes, Maurício Freire, Nicola Mazzanti, Jean-Louis Beaumadier e outros. Atuou como solista nas orquestras Sinfônica da Bahia, Sinfônica da UFMG, Experimental da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), Sesiminas, de Câmara Uni-BH e de Câmara de Itaúna. Foi Primeira Flauta e piccolista solo da Orquestra Experimental da UFOP e flautista e piccolista da Sinfônica de Minas Gerais. Como professor, lecionou Flauta e Teoria Musical no Conservatório de Varginha e, desde 2005, é professor de Flauta no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. É flautista da Filarmônica desde 2008.

Integrante da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, Renata começou a estudar música aos sete anos no Conservatório Estadual Juscelino Kubitschek de Oliveira, em Pouso Alegre (MG), cidade onde nasceu. Concluiu seu bacharelado em 2002 na Universidade Estadual Paulista, sob orientação de Jean Noel Saghaard, tendo também sido aluna de Rogério Wolf. Renata participou dos principais festivais de música do país, dentre eles o de Campos do Jordão, a Oficina de Música de Curitiba e o Música nas Montanhas, em Poços de Caldas. Como convidada, apresentou-se junto às sinfônicas de São José dos Campos, de Rio Claro e de Santos. A flautista também integrou outros grupos brasileiros, como as bandas sinfônicas Jovem do Estado de São Paulo e de Cubatão e as orquestras Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, a Jovem de Guarulhos, a Sinfônica Heliópolis e a Sinfônica da USP.

Programa de Concerto

13 set 2020
domingo, 11h00

Sala Minas Gerais
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