Filarmônica em Câmara: Puccini, Piazzolla, Schulhoff e Arnold

Radmila Bocev, violino
Laura von Atzingen, violino
Mikhail Bugaev, viola
Philip Hansen, violoncelo
Cássia Lima, flauta
Rafael Alberto, marimba
Israel Muniz, oboé
Marcus Julius Lander, clarinete
Catherine Carignan, fagote
Marlon Humphreys-Lima, trompete
Érico Fonseca, trompete
Evgueni Gerassimov, trompa
Mark John Mulley, trombone
Daniel Lemos, tuba

|    Filarmônica em Câmara

PUCCINI
PIAZZOLLA
SCHULHOFF
ARNOLD
Os Crisântemos
História do Tango
Divertimento para oboé, clarinete e fagote
Quinteto para metais nº 1, op. 73

Radmila Bocev, violino

Radmila formou-se como violinista na Sérvia, seu país natal. Estudou com Dimitrije Ljubisavljevic na Escola de Música Josip Slavenski, em Belgrado, e com Irina Jashvili, aluna de David Oistrakh. Também orientada por Jashvili, concluiu bacharelado e mestrado pela Academia de Arte Novi Sad. Participou de masterclasses com Marina Jashvili, Ilia Grubert, Erich Gruenberg e Vadim Gluzman. Integrou a Servian National Theathre Orchestra e a Vojvodian Philharmony Orchestra. Apresentou-se na Sérvia e na Alemanha com as orquestras Jovem e de Câmara de Novi Sad. Radmila fez recitais solo nas salas Sinagoga Concert Hall, Novi Sad e Muzei da Vojvodina Chamber Hall. Foi premiada pela Academia de Arte Novi Sad com bolsa de estudos do Instituto Yamaha.

Mikhail Bugaev nasceu em Novosibirsk, Rússia. Durante sua formação no Conservatório Estatal de Novosibirsk, onde estudou com Yuri Mazchenko, Mikhail iniciou sua carreira profissional como membro da Orquestra Sinfônica de Novosibirsk e da Novosibirsk Kamerata. Em 2009, mudou-se para os Estados Unidos para prosseguir os estudos e, em 2013, completou seu doutorado na Michigan State University, sob orientação de Yuri Gandelsman. Durante esse período, Mikhail participou de masterclasses com Roberto Díaz, Roger Chase, Stanley Drucker e Valentin Berlinsky. Nos Estados Unidos, Bugaev tocou regularmente com Kalamazoo, Flint, Lansing e as sinfônicas de West Michigan e Traverse; foi músico convidado nas orquestras sinfônicas de Minnesota, Grand Rapids, Arkansas e West Virginia. Como solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfônica de Novosibirsk, a Novosibirsk Kamerata e a Orquestra Sinfônica de Livingston. É um ativo músico de câmara, tendo participado de festivais com o Quarteto São Petersburgo, Yuri Gandelsman, Ilya Kaler, Suren Bagratuni e Walter Verdehr. Como educador, desde 2012 é membro do corpo de professores do Blue Lake Fine Art Camp.

Violoncelo Principal da Filarmônica desde 2015, Philip é conhecido pela transitoriedade entre diversos gêneros musicais e participação em projetos educacionais e comunitários. Foi embaixador do Departamento de Estado de Cultura dos Estados Unidos na Rússia e artista residente nos conservatórios centrais de Pequim e Shangai, além de membro por longa data da Académie Internationale Musicale em Provença, na França. É fundador e Diretor Artístico do Festival de Música de Câmara Quadra Island, no Canadá. Possui um álbum solo dedicado ao tango, Bragatissimo, que vem sendo tocado em rádios importantes como a NPR dos Estados Unidos e a CBC. Philip também compôs a música tema de Charlie the Cello, um livro infantil e também produção teatral de Deborah Nicholson, em que toca junto à Filarmônica de Calgary (Canadá).

Cássia é Bacharel em Flauta pela Unesp e concluiu seu mestrado e Artist Diploma na Mannes College of Music, Nova York. Foi aluna de João Dias Carrasqueira, Grace Busch, Jean-Nöel Saghaard, Marcos Kiehl e Keith Underwood. Participou dos principais festivais de música do país e venceu concursos importantes, como o II Concurso Nacional Jovens Flautistas, o Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório, a Mannes Concerto Competition e o Gregory Award. Tem ampla atuação com música de câmara, integrando atualmente o Quinteto de Sopros da Filarmônica e diversos outros grupos em Belo Horizonte. Bolsista do Tanglewood Music Center, atuou como camerista e Primeira Flauta sob regência de James Levine, Kurt Masur, Seiji Ozawa e Rafael Frühbeck de Burgos. Na Minnesota Orchestra foi regida por Charles Dutoit. Foi Primeira Flauta e solista da Osesp, integrando-se à Filarmônica em 2009 como Flauta Principal.

Rafael é Percussionista Principal da Filarmônica de Minas Gerais e, juntamente com Leonardo Gorosito, é membro-fundador do Desvio, grupo dedicado a compor e interpretar novas peças para percussão. Possuem três espetáculos autorais lançados: C’Alma, Miniaturas e Cancioneiro, sendo este último lançado em CD e DVD. Suas peças tem sido executadas por músicos de outros países como Inglaterra, França, Bélgica, Japão, Singapura, Dinamarca e, principalmente, Estados Unidos. Rafael iniciou seus estudos formais em música no Conservatório de Tatuí, sob orientação de Javier Calvino e Luis Marcos Caldana. Seguiu na Universidade Estadual Paulista (Unesp), graduando-se sob orientação de John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. Em 2011, concluiu seu Mestrado em Música pela Stony Brook University, em Nova York, como aluno de Eduardo Leandro. Integrou a Orquestra Sinfônica de Stony Brook e o Contemporary Chamber Players. Foi integrante da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e atuou como músico convidado da Amazonas Filarmônica. Em 2012, executou o Concerto para vibrafone, de Ney Rosauro, junto à Filarmônica de Minas Gerais.

O paulista Israel Silas Muniz começou a estudar música aos seis anos de idade com a flauta doce. Posteriormente, passou a dedicar-se ao oboé, sendo orientado por Benito Saches e Éser Menezes. Deu continuidade aos estudos na cidade alemã de Colônia, onde obteve seu Diplom Musiker orientado pelos professores Christian Wetzel, Washington Barella, Ikuko Homma e Michael Sieg. Israel participou de festivais, eventos camerísticos e masterclasses com Hansjörg Schellenberger, Andreas Wittmann, Washington Barella, François Leleux, Alex Klein, Ingo Goritzki, Florian Hasel e Dominik Wollemweber. Venceu concursos para Jovens Solistas da Escola Municipal de Música de São Paulo, da Orquestra Experimental de Repertório e da Orquestra Petrobras Pró-Música, tendo ainda participado do Concurso de Genebra. Na Alemanha, trabalhou nas orquestras Bamberger Symphoniker, SWR Baden Baden und Freiburg, Staatstheater Braunschweig, Deutsche Kammerphilharmonie Bremen. No Brasil, atuou na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), na Sinfônica da USP (Universidade de São Paulo), na Orquestra Experimental de Repertório, entre outras. Integra o naipe de Oboés da Filarmônica como corne inglês solo.

Bacharel em Clarinete pela Unesp, na classe de Sérgio Burgani, foi aluno de Luis Afonso “Montanha” na USP e de Jonathan Cohler no Conservatório de Boston. Foi spalla na Banda Sinfônica Jovem de São Paulo e chefe de naipe nas orquestras Jovem de Guarulhos, do Instituto Baccarelli e Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Integrou a Orquestra Acadêmica da Cidade de São Paulo e o Quarteto Paulista de Clarinetas. Na China, foi artista residente no 8º Festival Internacional de Clarinete e Saxofone de Nan Ning e no Festival Internacional de Clarinetes de Pequim, e professor palestrante nos conservatórios de Shenyang e Tai-Yuan. Artista Gao Royal e D’addario Woodwinds, juntou-se à Filarmônica em 2009 e hoje é seu Clarinete Principal.

Natural do Canadá, Catherine iniciou seus estudos de fagote aos 12 anos. No Conservatório de Música do Québec, sua cidade natal, foi aluna de Michel Bettez e concluiu o Bacharelado em 2007, sob orientação de Mathieu Harel, da Sinfônica de Montreal. Estudou também com a solista Nadina Mackie Jackson na Glenn Gould School of the Royal Academy of Music, em Toronto, e participou de várias masterclasses na América do Norte, na Alemanha e no Brasil. Foi segunda fagotista da Victoria Symphony Orchestra durante um ano, e, pouco depois, tornou-se Fagote Principal na Filarmônica, em 2008, onde também integra o Quinteto de Sopros. É cofundadora do Grupo Harmona.

Natural de São Paulo, teve sólida formação musical com Gilberto Siqueira e foi vencedor do Prêmio Weril (2000). Com bolsa de estudos da Vitae, aperfeiçoou-se em Chicago com Mark Ridenour e Aldoph Herseth. Foi solista na Civic Orchestra of Chicago e trabalhou com a Chicago Symphony, Grand Park Symphony, Rochester Philharmonic e Oak Park Symphony. No Japão, foi membro fundador e solista da Hyogo Performing Arts Center Orchestra e participou do Pacific Music Festival. Trabalhou com os maiores regentes da atualidade, destacando-se Valery Gergiev, Daniel Barenboim e Pierre Boulez. A convite de Valery Gergiev, participa da World Orchestra for Peace.

Natural de Nova Friburgo, graduou-se em Trompete e Pedagogia Musical no Conservatoire de Fribourg, Suíça, e é Mestre em Práticas Interpretativas pela Haute-école de Musique de Suisse Romande. Aluno de Jean-François Michel, fez masterclasses com André, Hardenberger, Agnas, Herseth, Masseurs, Stockhausen e Friedrich. Foi primeiro trompete da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, participou das sinfônicas de Biel e de Berna e foi solista das orquestras de Câmara de Praga e Sinfônica de Argaau. Segundo lugar no Jeunesses Musicales na Chaux-de-Fonds, vencedor no Yamaha Foundation for Europe e finalista no Yamaha Trumpet Contest. Foi professor no Conservatoire de Fribourg e academista da Sinfônica da Ópera de Zurich.

Evgueni nasceu na Bielorrússia e mudou-se para o Brasil em 1996, para integrar a Orquestra Amazonas Filarmônica, onde tocou por onze anos. Na Europa, foi membro da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Ópera e Balé de Minsk. Apresentou-se com a Filarmônica Nacional da Bielorrússia, a Orquestra Nacional de Rádio e TV, Orquestra Nacional de Câmara e Orquestra Klassik-Avangard. Com ampla experiência em música de câmara, Evgueni já integrou os quintetos de sopros do Teatro Bolshoi na Bielorrússia, do Festival Schleswig-Holstein na Alemanha e da Filarmônica do Amazonas, além do quarteto de trompas BH Horns. Naturalizado brasileiro, o trompista está com a Filarmônica desde 2008 e também integra o seu Quinteto de Metais.

Natural da Inglaterra, formou-se no London College of Music e fez pós-graduação no Royal College of Music. Foi professor no Richmond Adult College e na Brunel University e trabalhou como trombone principal na Coldstream Guards Band. Integrou as orquestras BBC Symphony, Philharmonia, Wren, Hanover e London Festival Orchestra. Com a Orchestra of Nations gravou a Oitava Sinfonia de Bruckner. No jazz, atuou na Andy Ross Big Band, Willie Garnet Big Band e nos festivais Ealing Jazz e Soho Jazz. No Brasil, tocou com o Rio Bossa Jazz em Porto Alegre e ministrou workshop na Universidade Unisinos, RS. Foi professor na Orquestra Real Sinfônica, em Oman.

Realizou seus primeiros estudos em Percussão na Escola Municipal de Música de São Paulo, com Elizabeth Del Grande. Concluiu bacharelado pela Unesp com John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. Como membro do grupo Piap, gravou o álbum Obras Brasileiras Inéditas para Percussão. Como timpanista da Amazonas Filarmônica participou de nove edições do Festival Amazonas de Ópera. Lecionou no Centro Cultural Cláudio Santoro e na Universidade do Estado do Amazonas, realizando concertos como diretor dos grupos de percussão dessas instituições. Aperfeiçoou-se em masterclasses com Vic Firth, Ney Rosauro, Eduardo Leandro, Christopher Lamb, Ricardo Bologna e Leigh H. Stevens. Daniel é músico Principal Assistente de Percussão na Filarmônica desde 2008.

Programa de Concerto

21 jul 2020
terça-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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