Filarmônica em Câmara | Setembro

Gideôni Loamir, violino
Rodrigo M. Braga, violino
Rommel Fernandes, violino
Mikhail Bugaev, viola
Nathan Medina, viola
Eduardo Swerts, violoncelo
Lucas Barros, violoncelo
Alexandre Braga, flauta
Alexandre Barros, oboé
Públio Silva, oboé
Maria Fernanda Gonçalves, corne inglês
Jonatas Bueno, clarinete
Ayumi Shigeta, piano

|    Filarmônica em Câmara

BARTÓK
J. C. BACH
BEETHOVEN
MOZART
Contrastes
Quinteto nº 6 em Ré maior, op. 11
Variações sobre o tema "Là ci darem la mano" (da ópera Don Giovanni de W. A. Mozart)
Quinteto para clarinete e cordas em Lá maior, K. 581

Gideôni Loamir, violino

Gideôni iniciou seus estudos de violino aos oito anos de idade no projeto Cidade da Música, em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro. Durante seus nove anos na instituição, foi orientado pelos professores Maria José dos Campos, Paulo Bosísio e Ricardo Amado. Em 2010, ingressou no projeto Música nas Escolas como instrumentista e professor, sob supervisão de Ana de Oliveira, atuando também como spalla na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Em 2015, formou-se sob orientação de Davi Graton na Academia da Osesp, onde também teve aulas com Emmanuele Baldini. O violinista participou de festivais como o de Música de Pelotas (2014 e 2015) e de Campos do Jordão (2013). Atuou como spalla nas edições 2012 e 2013 da orquestra do Festival de Música de Santa Catarina, tendo recebido o prêmio de aluno revelação na primeira. Aperfeiçoou-se também no curso de prática de improvisação no Instituto de Artes Califórnia, em Los Angeles, no ano de 2011.

Rodrigo foi violinista da Orquestra do Theatro Municipal de São Paulo e spalla frente a grupos como Camerata Fukuda, Camerata Zajdenbaum, Promété, Ostinato e Académie Nice Festival Orchestra. No início da carreira, recebeu o segundo lugar no Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio (2005) e venceu o Prêmio Eleazar de Carvalho e o programa Prelúdio da TV Cultura, ambos em 2006. Diplomou-se pelo Conservatório de Paris na classe de Suzanne Gessner e pela École Normale de Musique de Paris na classe de Devy Erlih, e na classe de música de câmara formou-se com nota máxima. Frequentou aulas com o Quarteto Ysaÿe e participou de masterclasses com Patrice Fontanarosa, Stephan Picard, Roland Daugareil, Luc Héry e Maxim Vengerov. É um entusiasta do universo camerístico, apresentando-se em pequenas formações tanto no violino, quanto na viola, instrumento pelo qual também é apaixonado. É membro da Filarmônica desde 2013.

Rommel Fernandes é spalla associado da Filarmônica e mantém intensa atividade como recitalista e músico de câmara. Foi solista frente a diversas orquestras, incluindo a Filarmônica de Minas Gerais, a Osesp (como vencedor do concurso Jovens Solistas), Orquestra Unisinos, Orquestra de Câmara da Unesp, Advent Chamber e Northwestern University Chamber Orchestra. Destaca-se também como intérprete de música contemporânea, atuando com os grupos Oficina Música Viva e Sonante 21. Realizou primeiras audições mundiais de obras de Douglas Boyce (Floruit Egregiis, para violino e cello) e Silvio Ferraz (Partita II, para violino solo), além de estreias brasileiras de obras de Pierre Boulez (Anthèmes I, para violino solo) e Mario Mary (Aarhus, para violino e eletrônica). Foi músico convidado das sinfônicas de Boston e Chicago, colaborou com o grupo Fifth House Ensemble, fez parte do corpo docente da North Park University e foi membro da Chicago Civic Orchestra.

Mikhail Bugaev nasceu em Novosibirsk, Rússia. Durante sua formação no Conservatório Estatal de Novosibirsk, onde estudou com Yuri Mazchenko, Mikhail iniciou sua carreira profissional como membro da Orquestra Sinfônica de Novosibirsk e da Novosibirsk Kamerata. Em 2009, mudou-se para os Estados Unidos para prosseguir os estudos e, em 2013, completou seu doutorado na Michigan State University, sob orientação de Yuri Gandelsman. Durante esse período, Mikhail participou de masterclasses com Roberto Díaz, Roger Chase, Stanley Drucker e Valentin Berlinsky. Nos Estados Unidos, Bugaev tocou regularmente com Kalamazoo, Flint, Lansing e as sinfônicas de West Michigan e Traverse; foi músico convidado nas orquestras sinfônicas de Minnesota, Grand Rapids, Arkansas e West Virginia. Como solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfônica de Novosibirsk, a Novosibirsk Kamerata e a Orquestra Sinfônica de Livingston. É um ativo músico de câmara, tendo participado de festivais com o Quarteto São Petersburgo, Yuri Gandelsman, Ilya Kaler, Suren Bagratuni e Walter Verdehr. Como educador, desde 2012 é membro do corpo de professores do Blue Lake Fine Art Camp.

Nathan Medina começou a estudar música aos sete anos em Portland (EUA), sua cidade natal. Teve aulas de violino com Kathy Walden e Robert Hertzel. Aos dezoito anos, ganhou bolsa para aperfeiçoar-se com Kelly Farris na Eastern Washington University e tocar na Spokane Symphony, sob direção de Fabio Mechetti. Nos verões de 1994 e 1995, começou seus estudos em viola e continuou se dedicando ao violino na Meadowmount School of Music com Alan Bodman. Graduou-se em Violino pela Eastern Washington University e é Mestre pela Universidade de Washington, sob orientação de Steven Staryk e Robert Davidovici. Nathan foi Viola Principal na Yakima Symphony de 1998 a 2000. Nesse mesmo período, foi chefe dos Segundos Violinos da Federal Way Symphony e da Spokane Symphony. Em 2001, iniciou doutorado pela Universidade de Washington, recebendo bolsa Brechemin para estudar viola com Helen Callus e violino com Ronald Patterson. Aperfeiçoou-se na Le Domaine Forget Académie de Music, no Canadá, de 2003 a 2004.

Eduardo integrou orquestras no Brasil, na Alemanha, no Festival delle Nazioni na Itália e, durante duas temporadas, foi Violoncelo Principal da Orquestra das Américas. Apresentou-se como solista em Portugal, na Alemanha e na estreia de Dos Pampa Sur, de Rufo Herrera, com a Orquestra de Câmara Ouro Preto. Venceu o Concurso de Música de Câmara de Münster com a pianista Risa Adachi, apresentando-se na Alemanha, na Grécia e em Portugal. Ainda na Alemanha, concluiu o mestrado, o Artist Diploma e fez cursos de Música de Câmara na Musikhochschule Münster e na Robert Schumann Hochschule. Lá, também atuou como professor em escolas de música durante três anos. Nascido em Belo Horizonte, Eduardo graduou-se em Música pela UEMG e é membro da Filarmônica desde 2012.

Lucas Barros nasceu em uma família de músicos. Começou pelo violino e oboé com seus tios e, aos nove anos de idade, decidiu seguir os estudos com o violoncelo, orientado por Antonio Viola, da Universidade Estadual de Minas Gerais. Dois anos mais tarde, passou a aperfeiçoar-se com Fabio Presgrave, na Escola de Música de São Brás do Suaçuí. Também foi regularmente orientado por seu tio Eliseu Barros, professor de violino na Universidade Federal de Minas Gerais. Participou de diversos festivais, como o Internacional de Campos do Jordão, o Música nas Montanhas e o Villa-Lobos. Atuou como solista com as orquestras Filarmônica e Sinfônica de Minas Gerais, Filarmônica de Goiás, Sinfônica da UFRN, a de Câmara Sesiminas, entre outras. Apresentou-se também na temporada de concertos do BNDES, no Rio de Janeiro. Lucas recebeu o Primeiro Prêmio no VI David Popper International Cello Competition (Hungria – 2015); o segundo lugar geral e o prêmio Nanny Devos para o brasileiro mais bem colocado no Rio International Cello Encounter (2013); o primeiro lugar no Concurso para Jovens Solistas da Sinfônica de Minas Gerais (2010 e 2011). Em 2015, venceu o concurso promovido pelo Mozarteum Brasileiro, que lhe proporcionou um ano na academia da Deutsches Symphonie-Orchester Berlin (DSO Berlin). Lá estudou com Matias de Oliveira Pinto, Mathias Donderer e Fabio Presgrave. Lucas é violoncelista na Filarmônica desde 2017.

Alexandre iniciou seus estudos musicais em 1986 no Conservatório Estadual de Varginha, sua cidade natal. Graduou-se em Flauta pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na classe do professor Artur Andrés. Participou de masterclasses com Norton Morozowicz, Odete Ernest Dias, Pauxy Nunes, Maurício Freire, Nicola Mazzanti, Jean-Louis Beaumadier e outros. Atuou como solista nas orquestras Sinfônica da Bahia, Sinfônica da UFMG, Experimental da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), Sesiminas, de Câmara Uni-BH e de Câmara de Itaúna. Foi Primeira Flauta e piccolista solo da Orquestra Experimental da UFOP e flautista e piccolista da Sinfônica de Minas Gerais. Como professor, lecionou Flauta e Teoria Musical no Conservatório de Varginha e, desde 2005, é professor de Flauta no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. É flautista da Filarmônica desde 2008.

Alexandre iniciou seus estudos com o pai, Joaquim Inácio Barros, e foi aluno de Afrânio Lacerda, Gustavo Napoli, Carlos Ernest Dias e Arcádio Minczuk. Com o Quinteto de Sopros da UFMG venceu o V Concurso de Música da Câmara da universidade. Com o Trio Jovem de Palhetas foi menção honrosa nos concursos Jovens Solistas da Faculdade Santa Marcelina e da Osesp. Recebeu ainda o Prêmio Eleazar de Carvalho. Foi solista das sinfônicas de Minas Gerais, da UFMG, da Ufop, Orquestra Sesiminas, Filarmônica Nova, Sinfônica de Ribeirão Preto e Osesp. Integrou a Osesp e foi Primeiro Oboé da Sinfônica de Ribeirão Preto. Alexandre é Oboé Principal na Filarmônica desde 2008.

Públio iniciou seus estudos de oboé com Andrea da Silva Silvério em 2011 e, no ano seguinte, ingressou na Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp), sob a orientação de Natan Albuquerque Júnior. Em 2014, foi aprovado na Academia de Música da Osesp, tendo Arcádio Minczuk como professor. Dentre suas participações em orquestra destacam-se a Filarmônica de Goiás como Principal Oboé, a Osesp como academista, a Sinfônica de São José dos Campos e a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Atuou sob a regência de maestros como Neil Thomson, Giancarlo Guerreiro, Eiji Oue, Marin Alsop, Sian Edwards e Isaac Karabtchevsky. Públio é Oboé Principal Assistente na Filarmônica desde 2016.

Maria Fernanda Gonçalves iniciou seus estudos musicais na Banda Filarmônica Cardeal Leme, em Espírito Santo do Pinhal, SP, prosseguindo na Escola Municipal de Música, na capital paulista, com Benito Sanchez. Formou-se Bachareal em Música pela FIAM FAAM com Éser Menezes. Estudou ainda com Alexandre Ficarelli, Peter Apps e Washington Barella. Entre os festivais brasileiros, participou do Festival de Inverno de Campos do Jordão, Festival Música nas Montanhas de Poços de Caldas e Oficina de Música de Curitiba. Na Alemanha, participou de Masterkurs em Markneukirchen, com Ingo Goritzki e Gregor Witt, e em Bruhl, com Christian Wetzel. Realizou masterclass com Alex Klein, Humbert Lucarelli, Andreas Wittmann, Tomas Indermuhle, Isaac Duarte e Albrecht Mayer. Maria Fernanda integrou a Orquestra Experimental de Repertório e com o grupo venceu o Concurso Jovens Solistas duas vezes. Foi membro da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, atuando também como solista, e da Orquestra Sinfônica de Santo André. Como musicista da Orquestra Sinfônica Brasileira, teve a oportunidade de trabalhar com maestros como Lorin Maazel, Semyon Bychkov, Eiji Oue e Pinchas Zukerman. Integra ainda o Quarteto Françaix. Maria Fernanda faz parte do naipe de Oboés da Filarmônica como corne inglês solo.

Nascido em São Paulo, Jonatas iniciou seus estudos na Emesp e graduou-se em Clarinete pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), sob orientação do professor Sérgio Burgani. Participou de masterclasses com Wenzel Fuchs, Christoph Muller, Michael Gurfinkel, Ovanir Buosi e Cristiano Alves. Em 2012, ganhou o primeiro lugar na categoria Música de Câmara no concurso Pré-Estreia da TV Cultura, com o Quarteto Nó na Madeira. Com o grupo, apresentou-se como solista em concerto da Orquestra Jovem Tom Jobim, interpretando obras de Léa Freire com arranjo de Luca Raele. Também venceu as edições 2010 e 2011 do concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos e a edição 2009 do Jovens Solistas da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. É músico da Filarmônica desde 2013.

Camerista premiada em diversos concursos nacionais, Ayumi apresentou-se como solista na Filarmônica de São Paulo, na Orquestra da Rádio e Televisão Cultura e na Osesp, onde tem atuado também como tecladista convidada. Aperfeiçoou-se em festivais, aulas e masterclasses com professores e pianistas renomados, como Paul Rutman, Paul Badura-Skoda e Gilberto Tinetti. Natural de Hyogo-ken, Japão, Ayumi se mudou para o Brasil em 1977. Aos quinze anos, realizou seu primeiro recital solo, no Masp, executando o Concerto de Brandemburgo nº 5 de Bach. Estudou na Escola Municipal de Música de São Paulo e na Fundação Magda Tagliaferro, onde é professora de piano desde 2000. Graduou-se pela Faculdade Mozarteum e é Mestre pela Unicamp, sob orientação de Eduardo Garcia e Mauricy Martin. Com bolsa da Fundação Vitae, formou-se em Cravo sob a orientação de Ilton Wjuniski na Fundação Magda Tagliaferro. É Tecladista Principal da Filarmônica desde 2010.

Programa de Concerto

10 set 2019
terça-feira, 20h30

Sala Minas Gerais INGRESSOS ESGOTADOS

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