Inspirados por Schubert, Paganini e Purcell

Fabio Mechetti, regente
Teo Gheorghiu, piano

|    Fora de Série

VAUGHAN WILLIAMS
SCHUBERT/Liszt
LUTOSLAWSKI
BRITTEN
Fantasia sobre um tema de Thomas Tallis
Fantasia em Dó maior, D. 760, "Fantasia Wanderer"
Variações sobre um tema de Paganini
Guia orquestral para jovens: Variações e fuga sobre um tema de Purcell

Fabio Mechetti, regente

Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde a sua fundação, em 2008, sendo responsável pela implementação de um dos projetos mais bem-sucedidos no cenário musical brasileiro. Construiu uma sólida carreira nos Estados Unidos, onde esteve quatorze anos à frente da Sinfônica de Jacksonville, foi regente titular das sinfônicas de Syracuse e de Spokane e conduz regularmente inúmeras orquestras. Foi regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington e com ela realizou concertos no Kennedy Center e no Capitólio norte-americano. Conduziu as principais orquestras brasileiras e também em países da Europa, Ásia, Oceania e das Américas. Em 2014, tornou-se o primeiro brasileiro a ser Diretor Musical de uma orquestra asiática, com a Filarmônica da Malásia. Mechetti venceu o Concurso de Regência Nicolai Malko e é Mestre em Composição e em Regência pela Juilliard School.

Destinatário do prêmio Beethoven-Ring do Beethovenfest de Bonn em 2010 e o mais jovem pianista a receber a honraria, Teo Gheorghiu já se apresentou com as sinfônicas de Tóquio, Bilbao e Pittsburgh, a Royal Philharmonic e a Tchaikovsky Symphony, além da Orquestra Nacional Dinamarquesa. Ao longo da carreira, colaborou com regentes renomados, como Neville Marriner, Vladimir Fedoseyev, Matthias Pintscher e Alexander Shelley. Foi vencedor do prêmio principal nas competições internacionais de piano Franz Liszt e San Marino, e, em 2017, recebeu o prêmio de melhor artista no Concurso Musical Internacional de Montreal. Nascido em 1992, na Suíça, Gheorghiu viveu a maior parte da vida em Londres, onde foi pupilo de Hamish Milne. Em 2022, lançou o álbum Roots, que demonstra seu atual interesse na tradição musical do Leste Europeu e especialmente da Romênia, terra de seus pais e do compositor George Enescu.

Programa de Concerto

Fantasia sobre um tema de Thomas Tallis | VAUGHAN WILLIAMS

Baseada em um salmo do compositor renascentista inglês Thomas Tallis, esta fantasia marca um momento distintivo na trajetória de Vaughan Williams: o surgimento de um estilo próprio do compositor. A partir dessa obra, ele estabeleceu uma reputação que peças posteriores, como a Sinfonia Pastoral (nº 3), Flos Campi e a Missa em sol menor, serviram para consolidar. Embora o tratamento do tema de Tallis por Vaughan Williams seja principalmente contemplativo, há momentos dramáticos e apaixonados na Fantasia. Sua estreia se deu em 6 de setembro de 1910, no Three Choirs Festival, em Gloucester. A princípio, os críticos receberam o trabalho com frieza, o que fez com que Vaughan Williams o revisasse duas vezes: primeiro em 1913, e depois em 1919. Foi reconhecida tardiamente como uma obra-prima menor, e, desde então, tem sido uma das peças mais populares do compositor.

23 set 2023
sábado, 18h00

Sala Minas Gerais
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