Maratona Beethoven | Allegro e Vivace

Evgeni Gerassimov, trompa
Fabio Ogata, trompa
Frank Haemmer, violino
Valentina Gostilovitch, violino
Nathan Medina, viola
William Neres, violoncelo
Alexandre Barros, oboé
Marcus Julius Lander, clarinete
Victor Morais, fagote
Alma Maria Liebrecht, trompa
Pablo Rossi, pianista convidado

|    Allegro e Vivace

BEETHOVEN
BEETHOVEN
Sexteto em Mi bemol maior, op. 81b
Quinteto para piano e sopros em Mi bemol maior, op 16

Evgeni Gerassimov, trompa

Evgueni nasceu na Bielorrússia e é naturalizado brasileiro. Aos oito anos de idade, deu início aos seus estudos musicais em piano na Escola Estadual de Minsk, em seu país natal. Aos quatorze, entrou para o Colégio Estadual de Música em Minsk, onde então começou a se dedicar à trompa. Entre 1991 e 1996, estudou na Academia Estadual de Música em Minsk, época em que passou a integrar a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Ópera e Balé da mesma cidade. Como convidado, Evgueni se apresentou com a Filarmônica Nacional da Bielorrússia, a Orquestra Nacional de Rádio e TV, Orquestra Nacional de Câmara e Orquestra Klassik-Avangard. Entre 1993 e 1997, fez várias turnês pela Europa e participou dos festivais Rugen Oper e Shlezvig-Holstain, na Alemanha, e o Yehudi Menuhin, na Suíça. Antes de se juntar à Filarmônica, Evgueni vivia em Manaus, onde integrou a Orquestra Amazonas Filarmônica por onze anos e participou do Festival Amazonas de Ópera de 1996 a 2007.

Fabio Ogata iniciou seus estudos musicais no interior de São Paulo, primeiro na Banda Filarmônica Cardeal Leme de Espírito Santo do Pinhal e depois no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí, sob orientação dos professores Alex Soares e Adalto Soares. Na capital paulista, estudou com o professor Mário Rocha no Instituto Baccarelli, onde integrou a Sinfônica de Heliópolis. Posteriormente, fez parte da Orquestra Experimental de Repertório, apresentando-se com frequência no Theatro Municipal. Formou-se na Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), onde teve aulas de Trompa com Ozeas Arantes e de Música de Câmara com Gilberto Siqueira. Participou de diversos festivais, como o de Santa Catarina, Campos do Jordão, Wattwill, na Suíça, e o de Poços de Caldas – neste último também atuou como solista. Esteve em masterclasses com Bostjan Lipovsek, Stefan Dohr, Charles Kavalovski, Radek Baborak, Will Sanders e Luis Garcia. Apresentou-se com diversos artistas populares, como Milton Nascimento e Mônica Salmaso, e importantes grupos brasileiros, como a Camerata Antiqua de Curitiba, a Orquestra Sinfônica da USP (Universidade de São Paulo) e a Osesp.

Frank Haemmer graduou-se com pontuação máxima e concluiu pós-graduação em Violino-Performance na Escola Superior de Música Franz Liszt, na sua Alemanha natal. Atuou em diversas orquestras alemãs, como Rundfunk Musikschul Orchester, Orquestra da Escola Franz Liszt, Jenaer Philharmonie e Staatskapelle Weimar, da qual também foi solista. No Brasil, apresentou-se com a Orquestra Jovem de Florianópolis, Osesp e Amazonas Filarmônica, onde liderou os segundos violinos. Ingressou na Filarmônica de Minas Gerais em 2008. Em música de câmara, aperfeiçoou-se com Petersen-Streichquartett, U. Beetz, N. Brainin e D. Dewich. No Brasil, fundou o Quarteto de Cordas Taron-Weimar.

Valentina nasceu na Bielorrússia e é naturalizada brasileira. Aos oito anos de idade, começou seus estudos de violino na Escola Estadual de Minsk, capital de seu país natal. Lá prosseguiu com sua formação musical no Colégio de Artes, de 1982 a 1989. Entre 1989 e 1994, especializou-se em Interpretação Instrumental (Violino) na Academia Estadual de Música, também em Minsk. Por decisão da Comissão Examinadora Estatal, recebeu a qualificação de Artista da Orquestra Sinfônica e da Orquestra de Câmara, bem como de professora de Violino. Trabalhou na Orquestra Sinfônica Nacional de Minsky entre 1994 e 1997, quando se mudou para Manaus. Integrou os Primeiros Violinos da Orquestra Amazonas Filarmônica e ocupou a chefia dos Segundos Violinos de 2008 a 2009. Também na capital amazônica, foi professora no Centro Cultural Claudio Santoro entre 1997 e 2003.

Nathan Medina começou a estudar música aos sete anos em Portland (EUA), sua cidade natal. Teve aulas de violino com Kathy Walden e Robert Hertzel. Aos dezoito anos, ganhou bolsa para aperfeiçoar-se com Kelly Farris na Eastern Washington University e tocar na Spokane Symphony, sob direção de Fabio Mechetti. Nos verões de 1994 e 1995, começou seus estudos em viola e continuou se dedicando ao violino na Meadowmount School of Music com Alan Bodman. Graduou-se em Violino pela Eastern Washington University e é Mestre pela Universidade de Washington, sob orientação de Steven Staryk e Robert Davidovici. Nathan foi Viola Principal na Yakima Symphony de 1998 a 2000. Nesse mesmo período, foi chefe dos Segundos Violinos da Federal Way Symphony e da Spokane Symphony. Em 2001, iniciou doutorado pela Universidade de Washington, recebendo bolsa Brechemin para estudar viola com Helen Callus e violino com Ronald Patterson. Aperfeiçoou-se na Le Domaine Forget Académie de Music, no Canadá, de 2003 a 2004.

William Neres é graduado em Música pela Universidade Federal de São João del-Rei, com período de mobilidade acadêmica na Universidade Federal de Uberlândia, nas classes dos professores Abel Moraes e Kayami Satomi, respectivamente. Especializou-se em Violoncelo e Música de Câmara na École Normale de Musique de Paris, sob orientação de Roland Pidoux e Chantal De Buchy. Foi premiado nos concursos Paulo Bosísio, Eleazar de Carvalho e Música XXI. Junto ao violonista Adriano D. Melo, participou das séries Segunda Musical (BH), Jovem Músico BDMG (BH) e Semana do Violão (Juiz de Fora). Com o UDI Cello Ensemble, realizou turnês pelo Brasil e França. Apresentou-se também com as orquestras sinfônicas de Poços de Caldas e Pouso Alegre e com a Jazz Sinfônica de São José do Rio Pardo.

Alexandre iniciou seus estudos com o pai, Joaquim Inácio Barros, e foi aluno de Afrânio Lacerda, Gustavo Napoli, Carlos Ernest Dias e Arcádio Minczuk. Com o Quinteto de Sopros da UFMG venceu o V Concurso de Música da Câmara da universidade. Com o Trio Jovem de Palhetas foi menção honrosa nos concursos Jovens Solistas da Faculdade Santa Marcelina e da Osesp. Recebeu ainda o Prêmio Eleazar de Carvalho. Foi solista das sinfônicas de Minas Gerais, da UFMG, da Ufop, Orquestra Sesiminas, Filarmônica Nova, Sinfônica de Ribeirão Preto e Osesp. Integrou a Osesp e foi Primeiro Oboé da Sinfônica de Ribeirão Preto. Alexandre é Oboé Principal na Filarmônica desde 2008.

Marcus Julius é Bacharel em Clarinete pela Unesp, na classe de Sérgio Burgani. Também foi aluno de Luis Afonso “Montanha” na USP e de Jonathan Cohler no Conservatório de Boston. Atuou como spalla na Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e chefe de naipe nas orquestras Jovem de Guarulhos, do Instituto Baccarelli e da Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Integrou a Orquestra Acadêmica da Cidade de São Paulo e o Quarteto Paulista de Clarinetas. Foi professor no Festival de Verão Maestro Eleazar De Carvalho 2014 (Itu – Brasil) e no VII Taller para Jóvenes Clarinetistas (Lima – Peru). Apresentou-se como palestrante nos conservatórios de Shenyang e Tai-Yuan (China) e no Instituto Superior de Música del Estado de Veracruz (Xalapa – México). Marcus Julius foi jurado na Royal Musical Collection International Clarinet Competition (Baoding – China) e no 3º Concurso Devon & Burgani (São Paulo – Brasil). Como artista residente, foi recebido no 8º Festival Internacional de Clarinete e Saxofone de Nan Ning (China, 2010), Festival Internacional de Clarinetes de Pequim (China, 2014), Dream Clarinet Academy em Baoding (China, 2017), IV Congresso Latino-americano de Clarinetistas (Lima – Peru, 2019) e na Thailand International Clarinet Academy (Bangkok – Tailândia, 2019). Atualmente é o Clarinete Principal da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, artista Royal Global e D’addario Woodwinds.

Victor Morais começou seus estudos musicais na ONG Músicos de Futuro aos dezoito anos, na cidade paulista de Taboão da Serra, onde teve como seu primeiro instrumento o saxofone. Foi aluno do maestro Edson Ferreira Nascimento e de Roberta Gondin até 2006. Neste ano recebeu uma bolsa de estudos na Faculdade Cantareira e então começou a estudar fagote com o professor Fabio Cury. Antes de juntar-se à Filarmônica de Minas Gerais como Principal Assistente, Victor integrou alguns grupos em São Paulo – a Banda Sinfônica do Colégio Jardim São Paulo, a Banda Jovem de São Paulo, a Orquestra Tom Jobim, a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, a Orquestra de Câmara da USP (Universidade de São Paulo) e as orquestras sinfônicas de Atibaia, Sorocaba e Heliópolis, atuando como Primeiro Fagote nas duas últimas. Em 2010, participou de turnê pela Europa com a Sinfônica Heliópolis sob a regência do maestro Roberto Tibiriçá. Teve a oportunidade de tocar Beethoven na terra de Beethoven, Bonn, na Alemanha. Ainda na Alemanha, apresentou-se em Berlim, Dresden e no Teatro Nacional de Munique. Tocou também em Londres e no palco do Concertgebouw, em Amsterdam. Em 2011, Victor foi solista no Concerto para fagote de Vivaldi com a Orquestra de Câmara do Festival de Poços de Caldas. Com a Orquestra Sinfônica de Sorocaba, foi solista em 2012 na Ciranda das sete notas de Villa Lobos.

O envolvimento de Alma com a música começou aos seis anos, primeiro com o violino e depois com a trompa, aos 12, sob orientação de Olivia Gutoff. Nascida nos Estados Unidos, estudou também com Jerome Ashby no Curtis Institute of Music e com William Purvis na Universidade de Yale, onde concluiu seu mestrado. Tocando música de câmara, Alma já se apresentou em diversos festivais importantes, como o Artes Vertentes, o Savannah Music Festival e o Wien Modern, na Áustria. Nesse formato, também tocou com músicos da Filarmônica de Viena e grupos de destaque, como o Chamber Music Society do Lincoln Center, o New York Wind Soloists e o Jupiter Chamber Players. Em 2010, Alma ajudou a fundar o grupo de câmara Decoda, dedicado ao engajamento comunitário através da música. Integra a Filarmônica como Trompa Principal desde 2013.

Pablo Rossi é o vencedor do 1º Concurso Nacional Nelson Freire para Novos Talentos Brasileiros de 2003. Conquistou seu primeiro prêmio aos sete anos de idade, no IV Concurso Jovens Intérpretes de Lages. Desde então, venceu também o Concurso Magda Tagliaferro, o Encuentro Internacional de Jóvenes Músicos, em Córdoba, Argentina, e o Concurso Internacional Ciutat de Carlet, Espanha. Rossi atuou como solista frente à Orquestra de Câmara do Kremlin, Sinfônica de Kirov, Osesp, Sinfônica Brasileira, Amazonas Filarmônica, Experimental de Repertório, sinfônicas do Paraná, do Sergipe, de Ribeirão Preto e da Bahia. Nos últimos anos, apresentou recitais nos Estados Unidos e em vários países da Europa e da América Latina. Em 2008 lançou Pablo Rossi – Live at Steinway Hall, com obras de Mozart, Villa-Lobos, Prokofiev e Chopin.

Programa de Concerto

Sexteto em Mi bemol maior, op. 81b | BEETHOVEN

— Allegro con brio
— Adagio
— Rondo: Allegro

Evgueni Gerassimov, trompa
Fabio Ogata, trompa
Frank Haemmer, violino
Valentina Gostilovitch, violino
Nathan Medina, viola
William Neres, violoncelo

17 set 2020
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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