Maratona Beethoven | Fora de Série

Mark John Mulley, trombone
Diego Ribeiro, trombone
Wagner Mayer, trombone
Renato Lisboa, trombone
Rodrigo de Oliveira, violino
Wesley Prates Lima, violino
Gerry Varona, viola
Philip Hansen, violoncelo
Marcus Julius Lander, clarinete
Ney Franco, clarinete
Victor Morais, fagote
Francisco Silva, fagote
Evgeni Gerassimov, trompa
Lucas Filho, trompa

|    Fora de Série

BEETHOVEN
BEETHOVEN
BEETHOVEN
BEETHOVEN
Três Equali, WoO 30
Quarteto de cordas nº 6 em Si bemol maior, op. 18
Marcha em Si bemol maior, WoO 29
Sexteto em Mi bemol maior, op. 71

Mark John Mulley, trombone

Natural da Inglaterra, formou-se no London College of Music e fez pós-graduação no Royal College of Music. Foi professor no Richmond Adult College e na Brunel University e trabalhou como trombone principal na Coldstream Guards Band. Integrou as orquestras BBC Symphony, Philharmonia, Wren, Hanover e London Festival Orchestra. Com a Orchestra of Nations gravou a Oitava Sinfonia de Bruckner. No jazz, atuou na Andy Ross Big Band, Willie Garnet Big Band e nos festivais Ealing Jazz e Soho Jazz. No Brasil, tocou com o Rio Bossa Jazz em Porto Alegre e ministrou workshop na Universidade Unisinos, RS. Foi professor na Orquestra Real Sinfônica, em Oman.

Diego nasceu no Rio de Janeiro, onde começou a estudar música aos nove anos de idade na igreja que frequentava. Deu sequência à sua formação no curso técnico da Faetec de Quintino, também no Rio e, desde então, já atuou como Primeiro Trombone na Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, sob regência do maestro Marcos Arakaki, e na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Em 2013, ingressou na Academia de Música da Osesp, sob orientação de Wagner Polistchuk, seu tutor até hoje. Antes de se juntar à Filarmônica em 2015, Diego integrou a Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Frequentou importantes festivais, como o Projeto Bone Brasil e o Festival de Campos de Jordão, e participou de masterclasses com Jörgen van Rijen, Brandt Attema, Zachary Bond, entre outros.

Wagner Mayer faz parte da quarta geração de músicos de sua família. Ainda na infância, teve como primeiros professores o seu pai e o mestre da banda de seu bairro, em Belo Horizonte. Aos dezesseis anos, começou a estudar trombone com Paulo Lacerda no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado, seguindo depois para a Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). De 1990 a 2007, ingressou nos Trombones da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, ocupando a função de Primeiro Trombone a partir de 1995. Em 1992, venceu o concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, recebendo então o convite para solar junto ao grupo gaúcho e com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), ambas as apresentações sob regência do maestro Eleazar de Carvalho. Entre 1999 e 2003, excursionou pelo Brasil, Japão e Europa com o grupo Skank, banda mineira de pop rock. Participou de diversos cursos, entre eles com os professores Radegundis Feitosa e Wagner Polistchuck.

Renato iniciou seus estudos musicais na banda de sua cidade, Paula Cândido, interior de Minas. É Mestre em Música-Performance pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde também se graduou em Trombone, e especialista em Música Brasileira pela Escola de Música da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). É membro do quinteto de metais Itaratã e do quarteto de trombones Trombominas, grupos com os quais foi premiado no concurso Jovens Cameristas. Vencedor do concurso Jovens Solistas da Escola de Música da UFMG, Renato foi solista da Orquestra Sinfônica e da Banda Sinfônica da universidade. Com o Itaratã, ministrou aulas no 23º Festival de Música de Londrina, Paraná. Atualmente, além de integrar os Trombones da Filarmônica, é professor na Escola de Música da UEMG.

Natural de Taubaté, aluno de Elisa Fukuda e Claudio Micheletti, Rodrigo de Oliveira ingressou na Filarmônica em 2010, aos 19 anos. Aperfeiçoou-se em masterclasses com Augustin Hadelich, Rachel Barton Pine, Vadim Gluzman, Igor Sarudiansky, Charles Stegeman, Clara Takarabe, Pablo de León, Roberto Díaz e Misha Keylin. Formou-se em Violino pela Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo, na classe de Jefferson Denis. Atuou como solista e spalla das orquestras Sinfônica Jovem de Taubaté, Sinfônica de Atibaia, Sinfônica de São José dos Campos, Ouro Preto e Camerata Zajdenbaum. É um dos protagonistas do documentário Prova de Artista, de José Joffily. Venceu o V Concurso Jovens Solistas da Sinfônica de Minas Gerais 2016 e o I Concurso Nacional de Jovens Solistas da Sinfônica de Goiânia 2017.

Wesley nasceu em São Paulo, onde iniciou seus estudos aos 11 anos com Renata Jaffé. Posteriormente, sob orientação da professora, apresentou-se como solista em salas de concerto em São Paulo, na Argentina, na Itália e nos Estados Unidos, ocasiões em que tocou o Scherzo Tarantelle de Wieniawski e a Primavera d’As quatro estações de Vivaldi. O violinista participou de diversos festivais no Brasil e também do Summer Camp da Pensacola Christian College, na Flórida (EUA). Como vencedor de um concurso em que tocou a Chaconne de J. S. Bach, ganhou bolsa integral para o Festival de Música da Palm Beach Atlantic University, também na Flórida. Em 2010, venceu o Concurso Nacional de Solistas da Fundação Eleazar de Carvalho, solando o Concerto nº 1 de Max Bruch com a Filarmônica de Itu. De 2013 a 2018, Wesley integrou a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, onde foi também solista interpretando o Concerto nº 2 de Wieniawski e o Concerto para quatro violinos de Vivaldi. Nesse período, recebeu orientações dos violinistas Cláudio Cruz, Maria Fernanda Krug e Marcelo Soares. Wesley é licenciado em Música pela Universidade Metropolitana de Santos.

O filipino Gerry é integrante da Filarmônica desde 2012, e tem um apreço especial pela música de câmara e por composições contemporâneas. Foi chefe de naipe na IU Philharmonic e assistente de chefe de naipe na orquestra Evansville Philharmonic e nas sinfônicas de Baton Rouge, Acadiana e Owensboro. Venceu o primeiro lugar no National Music Competition, nas Filipinas, e em outros concursos de viola nos Estados Unidos. Realizou seu mestrado na Universidade de Indiana, com bolsa da Fellowship Barbara and David Jacobs, e, ao longo dos anos, estudou com alguns dos violistas mais reconhecidos do mundo, tais como Jerzy Kosmala, Atar Arad e Matthew Daline. Como solista, já se apresentou com a IU Chamber, sob a regência de Jaime Laredo, a LSU Symphony, a Musicoop e a Peace Philharmonic Philippines.

Violoncelo Principal da Filarmônica desde 2015, Philip é conhecido pela transitoriedade entre diversos gêneros musicais e participação em projetos educacionais e comunitários. Foi embaixador do Departamento de Estado de Cultura dos Estados Unidos na Rússia e artista residente nos conservatórios centrais de Pequim e Shangai, além de membro por longa data da Académie Internationale Musicale em Provença, na França. É fundador e Diretor Artístico do Festival de Música de Câmara Quadra Island, no Canadá. Possui um álbum solo dedicado ao tango, Bragatissimo, que vem sendo tocado em rádios importantes como a NPR dos Estados Unidos e a CBC. Philip também compôs a música tema de Charlie the Cello, um livro infantil e também produção teatral de Deborah Nicholson, em que toca junto à Filarmônica de Calgary (Canadá).

Marcus Julius é Bacharel em Clarinete pela Unesp, na classe de Sérgio Burgani. Também foi aluno de Luis Afonso “Montanha” na USP e de Jonathan Cohler no Conservatório de Boston. Atuou como spalla na Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e chefe de naipe nas orquestras Jovem de Guarulhos, do Instituto Baccarelli e da Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Integrou a Orquestra Acadêmica da Cidade de São Paulo e o Quarteto Paulista de Clarinetas. Foi professor no Festival de Verão Maestro Eleazar De Carvalho 2014 (Itu – Brasil) e no VII Taller para Jóvenes Clarinetistas (Lima – Peru). Apresentou-se como palestrante nos conservatórios de Shenyang e Tai-Yuan (China) e no Instituto Superior de Música del Estado de Veracruz (Xalapa – México). Marcus Julius foi jurado na Royal Musical Collection International Clarinet Competition (Baoding – China) e no 3º Concurso Devon & Burgani (São Paulo – Brasil). Como artista residente, foi recebido no 8º Festival Internacional de Clarinete e Saxofone de Nan Ning (China, 2010), Festival Internacional de Clarinetes de Pequim (China, 2014), Dream Clarinet Academy em Baoding (China, 2017), IV Congresso Latino-americano de Clarinetistas (Lima – Peru, 2019) e na Thailand International Clarinet Academy (Bangkok – Tailândia, 2019). Atualmente é o Clarinete Principal da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, artista Royal Global e D’addario Woodwinds.

Natural de São João del-Rei, interior de Minas, Ney iniciou seus estudos com o professor José Carlos de Castro, no Rio de Janeiro. Em 1999, graduou-se em Clarinete pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na classe do professor Maurício Alves Loureiro. Foi vencedor do concurso Jovens Solistas da UFMG nas edições 1997 e 1998. Durante esse período, frequentou vários cursos de aperfeiçoamento com clarinetistas de renome internacional como Wolfgang Meyer, Gudni Franzon, Sabine Meyer, Walter Boyenkens, Alan Damiens, Antônio Saiote, John Bruce Y-he, Maurita Mead e Walter Seyfarth. Em 2004, Ney obteve o título de Mestre em Música pela UFMG com um estudo sobre a Acústica de Barrilhetes. No ano seguinte, foi selecionado como bolsista para o Hannover Orchestralfestspiel. Entre 2003 e 2007, atuou como Primeiro Clarinete das orquestras Sinfônica de Minas Gerais e Experimental de Ouro Preto, além de ter sido músico convidado da Osesp entre 2005 e 2006. Atualmente, além de clarinetista e clarinista de nossa Orquestra, também é professor do curso de Clarinete do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado.

Victor Morais começou seus estudos musicais na ONG Músicos de Futuro aos dezoito anos, na cidade paulista de Taboão da Serra, onde teve como seu primeiro instrumento o saxofone. Foi aluno do maestro Edson Ferreira Nascimento e de Roberta Gondin até 2006. Neste ano recebeu uma bolsa de estudos na Faculdade Cantareira e então começou a estudar fagote com o professor Fabio Cury. Antes de juntar-se à Filarmônica de Minas Gerais como Principal Assistente, Victor integrou alguns grupos em São Paulo – a Banda Sinfônica do Colégio Jardim São Paulo, a Banda Jovem de São Paulo, a Orquestra Tom Jobim, a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, a Orquestra de Câmara da USP (Universidade de São Paulo) e as orquestras sinfônicas de Atibaia, Sorocaba e Heliópolis, atuando como Primeiro Fagote nas duas últimas. Em 2010, participou de turnê pela Europa com a Sinfônica Heliópolis sob a regência do maestro Roberto Tibiriçá. Teve a oportunidade de tocar Beethoven na terra de Beethoven, Bonn, na Alemanha. Ainda na Alemanha, apresentou-se em Berlim, Dresden e no Teatro Nacional de Munique. Tocou também em Londres e no palco do Concertgebouw, em Amsterdam. Em 2011, Victor foi solista no Concerto para fagote de Vivaldi com a Orquestra de Câmara do Festival de Poços de Caldas. Com a Orquestra Sinfônica de Sorocaba, foi solista em 2012 na Ciranda das sete notas de Villa Lobos.

Francisco nasceu em Fortaleza, Ceará, e mudou-se para Potim, interior de São Paulo, onde começou a estudar fagote em 2003. A música, que já fazia parte de sua vida, passou a ser uma paixão cotidiana. Sob a supervisão de Jediael Pereira da Silva no Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida, foi aprovado como Primeiro Fagote na Orquestra Jovem da instituição. Em 2013, decidido a explorar novos horizontes, Francisco ingressou na Academia de Música da Osesp, onde estudou com os professores Francisco Formiga e Romeu Rabelo na prática instrumental de fagote e contrafagote, respectivamente. Ambos seguem orientando o músico em seu aprimoramento. Estudou também sob a orientação de Isaac Santana, João Vitor, Elione Medeiros e Ronaldo Pacheco. Participou de vários festivais, entre eles o Internacional de Campos do Jordão, quando aperfeiçoou-se com Klaus Thunemann. Fez masterclasses com Gustavo Nuñes, Alexandre Silvério, Benjamin Coelho, Fábio Cury, Philipp Zeller, Martin Kuuskmann, Marco Postinghel, Antonio Cavuoto, entre outros. Antes de se juntar à Filarmônica de Minas Gerais, Francisco já se apresentou junto às orquestras sinfônicas de São José dos Campos, de Barra Mansa, de Heliópolis e de Campinas, com a Bachiana Filarmônica e com a Osesp.

Evgueni nasceu na Bielorrússia e é naturalizado brasileiro. Aos oito anos de idade, deu início aos seus estudos musicais em piano na Escola Estadual de Minsk, em seu país natal. Aos quatorze, entrou para o Colégio Estadual de Música em Minsk, onde então começou a se dedicar à trompa. Entre 1991 e 1996, estudou na Academia Estadual de Música em Minsk, época em que passou a integrar a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Ópera e Balé da mesma cidade. Como convidado, Evgueni se apresentou com a Filarmônica Nacional da Bielorrússia, a Orquestra Nacional de Rádio e TV, Orquestra Nacional de Câmara e Orquestra Klassik-Avangard. Entre 1993 e 1997, fez várias turnês pela Europa e participou dos festivais Rugen Oper e Shlezvig-Holstain, na Alemanha, e o Yehudi Menuhin, na Suíça. Antes de se juntar à Filarmônica, Evgueni vivia em Manaus, onde integrou a Orquestra Amazonas Filarmônica por onze anos e participou do Festival Amazonas de Ópera de 1996 a 2007.

Nascido de Belo Horizonte, Lucas iniciou sua formação musical com seu pai em 1999. Graduou-se pela Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) em 2011, na classe da professora Sarah Ramez. Na Orquestra Sinfônica da UEMG, Lucas foi Trompa Principal de 2007 a 2010. Atuou como Trompa Principal na Orquestra Jovem do Palácio das Artes de 2005 a 2007, época em que estudou com o professor Ailton Ramez no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. Participou de aulas e festivais com os professores Bostjan Lipovsek, José Costa, Luiz Garcia, Nigel Downing, Samuel Hanzen, Stefan Dohr e Will Sanders. Integra o quinteto de metais Quintetando desde 2007, desenvolvendo uma intensa atividade de música de câmara em Minas Gerais. Atuou como músico convidado das orquestras de Câmara de Ouro Branco, Filarmônica do Espírito Santo e Sinfônica de Minas Gerais. Ao lado da Neojibá, orquestra jovem do Estado da Bahia, Lucas apresentou-se na abertura do festival Young Euro Classic, no KonzertHall, em Berlim, no Victoria Hall, em Genebra, com participação da pianista Maria João Pires, e no Royal Festival Hall, em Londres, como parte da turnê do pianista Lang Lang.

Programa de Concerto

Três Equali, WoO 30 | BEETHOVEN

— Andante
— Poco Adagio
— Poco sostenuto

Mark John Mulley, trombone
Diego Ribeiro, trombone
Wagner Mayer, trombone
Renato Lisboa, trombone baixo

— Adagio – Allegro
— Adagio
— Menuetto: quasi Allegretto
— Rondo: Allegro

Jonatas Bueno, clarinete
Ney Franco, clarinete
Catherine Carignan, fagote
Francisco Silva, fagote
Evgueni Gerassimov, trompa
Lucas Filho, trompa

26 set 2020
sábado, 18h00

Sala Minas Gerais
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