Maratona Beethoven | Fora de Série

Rommel Fernandes, violino
Nathan Medina, viola
Philip Hansen, violoncelo
Joanna Bello, violino
Rodrigo Bustamante, violino
Gerry Varona, viola
Camilla Ribeiro, violoncelo
Públio Silva, oboé
Maria Fernanda Gonçalves, oboé
Jonatas Bueno, clarinete
Ney Franco, clarinete
Victor Morais, fagote
Francisco Silva, fagote
Alma Maria Liebrecht, trompa
Fabio Ogata, trompa

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BEETHOVEN
BEETHOVEN
BEETHOVEN
Trio de cordas nº 2 em Ré maior, op. 9
Quarteto de cordas nº 7 em Fá maior, op. 59, nº 1, "Razumovsky"
Octeto para sopros em Mi bemol maior, op. 103

Rommel Fernandes, violino

Rommel Fernandes é spalla associado da Filarmônica e mantém intensa atividade como recitalista e músico de câmara. Foi solista frente a diversas orquestras, incluindo a Filarmônica de Minas Gerais, a Osesp (como vencedor do concurso Jovens Solistas), Orquestra Unisinos, Orquestra de Câmara da Unesp, Advent Chamber e Northwestern University Chamber Orchestra. Destaca-se também como intérprete de música contemporânea, atuando com os grupos Oficina Música Viva e Sonante 21. Realizou primeiras audições mundiais de obras de Douglas Boyce (Floruit Egregiis, para violino e cello) e Silvio Ferraz (Partita II, para violino solo), além de estreias brasileiras de obras de Pierre Boulez (Anthèmes I, para violino solo) e Mario Mary (Aarhus, para violino e eletrônica). Foi músico convidado das sinfônicas de Boston e Chicago, colaborou com o grupo Fifth House Ensemble, fez parte do corpo docente da North Park University e foi membro da Chicago Civic Orchestra.

Nathan Medina começou a estudar música aos sete anos em Portland (EUA), sua cidade natal. Teve aulas de violino com Kathy Walden e Robert Hertzel. Aos dezoito anos, ganhou bolsa para aperfeiçoar-se com Kelly Farris na Eastern Washington University e tocar na Spokane Symphony, sob direção de Fabio Mechetti. Nos verões de 1994 e 1995, começou seus estudos em viola e continuou se dedicando ao violino na Meadowmount School of Music com Alan Bodman. Graduou-se em Violino pela Eastern Washington University e é Mestre pela Universidade de Washington, sob orientação de Steven Staryk e Robert Davidovici. Nathan foi Viola Principal na Yakima Symphony de 1998 a 2000. Nesse mesmo período, foi chefe dos Segundos Violinos da Federal Way Symphony e da Spokane Symphony. Em 2001, iniciou doutorado pela Universidade de Washington, recebendo bolsa Brechemin para estudar viola com Helen Callus e violino com Ronald Patterson. Aperfeiçoou-se na Le Domaine Forget Académie de Music, no Canadá, de 2003 a 2004.

Violoncelo Principal da Filarmônica desde 2015, Philip é conhecido pela transitoriedade entre diversos gêneros musicais e participação em projetos educacionais e comunitários. Foi embaixador do Departamento de Estado de Cultura dos Estados Unidos na Rússia e artista residente nos conservatórios centrais de Pequim e Shangai, além de membro por longa data da Académie Internationale Musicale em Provença, na França. É fundador e Diretor Artístico do Festival de Música de Câmara Quadra Island, no Canadá. Possui um álbum solo dedicado ao tango, Bragatissimo, que vem sendo tocado em rádios importantes como a NPR dos Estados Unidos e a CBC. Philip também compôs a música tema de Charlie the Cello, um livro infantil e também produção teatral de Deborah Nicholson, em que toca junto à Filarmônica de Calgary (Canadá).

Nascida em Caracas, Venezuela, Joanna começou seus estudos de violino no El Sistema, e logo depois recebeu uma bolsa para o renomado Colégio Emil Friedman. Desde jovem, demostrou grande interesse pela música de câmara, tendo realizado mestrado nessa área pela Universidade de Michigan (EUA), sob orientação de Stephen Shipps. Em 2002, passou a integrar a Orquestra de Câmara do Chile e a lecionar Violino na Universidad Mayor, em Santiago. Ainda no Chile, formou o Ensamble Nuevo Mundo, grupo camerístico com o qual realizou concertos nas principais salas do país. No Brasil, Joanna foi spalla da Camerata Antiqua, em Curitiba, até ingressar na Filarmônica, em 2015. Atualmente, também faz parte do Quarteto Guignard.

Antes de juntar-se à Filarmônica em 2012, Rodrigo foi spalla da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro (RS) entre 2005 e 2010, grupo com a qual também foi solista. Atuou ainda na Sinfônica de Porto Alegre, na New Eastman Symphony, na Eastman Virtuosi, na Orquestra de Câmara da Ulbra, entre outras. Mantém frequente atividade camerística, com destaque para atuações e turnês ao lado do Offenburger Streichtrio, do violinista canadense Guillaume Tardif e dos quartetos Libertas e Guignard. Recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor Grupo de Câmara e foi indicado ao prêmio de Melhor Instrumentista pela atuação no álbum Kinematic, com o Musitrio. Rodrigo é graduado em Violino pela UFRGS, onde também atuou como professor substituto, e é Mestre em Violin Performance and Literature pela Eastman School of Music, na classe de Ilya Kaler e Mitchell Stern.

O filipino Gerry é integrante da Filarmônica desde 2012, e tem um apreço especial pela música de câmara e por composições contemporâneas. Foi chefe de naipe na IU Philharmonic e assistente de chefe de naipe na orquestra Evansville Philharmonic e nas sinfônicas de Baton Rouge, Acadiana e Owensboro. Venceu o primeiro lugar no National Music Competition, nas Filipinas, e em outros concursos de viola nos Estados Unidos. Realizou seu mestrado na Universidade de Indiana, com bolsa da Fellowship Barbara and David Jacobs, e, ao longo dos anos, estudou com alguns dos violistas mais reconhecidos do mundo, tais como Jerzy Kosmala, Atar Arad e Matthew Daline. Como solista, já se apresentou com a IU Chamber, sob a regência de Jaime Laredo, a LSU Symphony, a Musicoop e a Peace Philharmonic Philippines.

Com passagens pelas orquestras Jovem do Estado de São Paulo, Sinfônica de Santo André e Experimental de Repertório, Camilla integra, desde 2011, o naipe de violoncelos da Filarmônica. Já se apresentou com a Osesp como musicista convidada e frequentou o Festival Internacional de Campos do Jordão, o Festival de Música de Santa Catarina, o Rio International Cello Encounter, entre outros. Como camerista, aperfeiçoou-se no Projeto Serioso, liderado por Richard Young, do Quarteto Vermeer, e colaborou com diversos grupos. Atualmente, Camilla é integrante do Quarteto Guignard. Natural de Belém, Pará, iniciou seus estudos no Conservatório Carlos Gomes e, em 2005, obteve primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio.

Públio iniciou seus estudos de oboé com Andrea da Silva Silvério em 2011 e, no ano seguinte, ingressou na Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp), sob a orientação de Natan Albuquerque Júnior. Em 2014, foi aprovado na Academia de Música da Osesp, tendo Arcádio Minczuk como professor. Dentre suas participações em orquestra destacam-se a Filarmônica de Goiás como Principal Oboé, a Osesp como academista, a Sinfônica de São José dos Campos e a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Atuou sob a regência de maestros como Neil Thomson, Giancarlo Guerreiro, Eiji Oue, Marin Alsop, Sian Edwards e Isaac Karabtchevsky. Públio é Oboé Principal Assistente na Filarmônica desde 2016.

Maria Fernanda Gonçalves iniciou seus estudos musicais na Banda Filarmônica Cardeal Leme, em Espírito Santo do Pinhal, SP, prosseguindo na Escola Municipal de Música, na capital paulista, com Benito Sanchez. Formou-se Bachareal em Música pela FIAM FAAM com Éser Menezes. Estudou ainda com Alexandre Ficarelli, Peter Apps e Washington Barella. Entre os festivais brasileiros, participou do Festival de Inverno de Campos do Jordão, Festival Música nas Montanhas de Poços de Caldas e Oficina de Música de Curitiba. Na Alemanha, participou de Masterkurs em Markneukirchen, com Ingo Goritzki e Gregor Witt, e em Bruhl, com Christian Wetzel. Realizou masterclass com Alex Klein, Humbert Lucarelli, Andreas Wittmann, Tomas Indermuhle, Isaac Duarte e Albrecht Mayer. Maria Fernanda integrou a Orquestra Experimental de Repertório e com o grupo venceu o Concurso Jovens Solistas duas vezes. Foi membro da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, atuando também como solista, e da Orquestra Sinfônica de Santo André. Como musicista da Orquestra Sinfônica Brasileira, teve a oportunidade de trabalhar com maestros como Lorin Maazel, Semyon Bychkov, Eiji Oue e Pinchas Zukerman. Integra ainda o Quarteto Françaix. Maria Fernanda faz parte do naipe de Oboés da Filarmônica como corne inglês solo.

Nascido em São Paulo, Jonatas iniciou seus estudos na Emesp e graduou-se em Clarinete pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), sob orientação do professor Sérgio Burgani. Participou de masterclasses com Wenzel Fuchs, Christoph Muller, Michael Gurfinkel, Ovanir Buosi e Cristiano Alves. Em 2012, ganhou o primeiro lugar na categoria Música de Câmara no concurso Pré-Estreia da TV Cultura, com o Quarteto Nó na Madeira. Com o grupo, apresentou-se como solista em concerto da Orquestra Jovem Tom Jobim, interpretando obras de Léa Freire com arranjo de Luca Raele. Também venceu as edições 2010 e 2011 do concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos e a edição 2009 do Jovens Solistas da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. É músico da Filarmônica desde 2013.

Natural de São João del-Rei, interior de Minas, Ney iniciou seus estudos com o professor José Carlos de Castro, no Rio de Janeiro. Em 1999, graduou-se em Clarinete pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na classe do professor Maurício Alves Loureiro. Foi vencedor do concurso Jovens Solistas da UFMG nas edições 1997 e 1998. Durante esse período, frequentou vários cursos de aperfeiçoamento com clarinetistas de renome internacional como Wolfgang Meyer, Gudni Franzon, Sabine Meyer, Walter Boyenkens, Alan Damiens, Antônio Saiote, John Bruce Y-he, Maurita Mead e Walter Seyfarth. Em 2004, Ney obteve o título de Mestre em Música pela UFMG com um estudo sobre a Acústica de Barrilhetes. No ano seguinte, foi selecionado como bolsista para o Hannover Orchestralfestspiel. Entre 2003 e 2007, atuou como Primeiro Clarinete das orquestras Sinfônica de Minas Gerais e Experimental de Ouro Preto, além de ter sido músico convidado da Osesp entre 2005 e 2006. Atualmente, além de clarinetista e clarinista de nossa Orquestra, também é professor do curso de Clarinete do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado.

Victor Morais começou seus estudos musicais na ONG Músicos de Futuro aos dezoito anos, na cidade paulista de Taboão da Serra, onde teve como seu primeiro instrumento o saxofone. Foi aluno do maestro Edson Ferreira Nascimento e de Roberta Gondin até 2006. Neste ano recebeu uma bolsa de estudos na Faculdade Cantareira e então começou a estudar fagote com o professor Fabio Cury. Antes de juntar-se à Filarmônica de Minas Gerais como Principal Assistente, Victor integrou alguns grupos em São Paulo – a Banda Sinfônica do Colégio Jardim São Paulo, a Banda Jovem de São Paulo, a Orquestra Tom Jobim, a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, a Orquestra de Câmara da USP (Universidade de São Paulo) e as orquestras sinfônicas de Atibaia, Sorocaba e Heliópolis, atuando como Primeiro Fagote nas duas últimas. Em 2010, participou de turnê pela Europa com a Sinfônica Heliópolis sob a regência do maestro Roberto Tibiriçá. Teve a oportunidade de tocar Beethoven na terra de Beethoven, Bonn, na Alemanha. Ainda na Alemanha, apresentou-se em Berlim, Dresden e no Teatro Nacional de Munique. Tocou também em Londres e no palco do Concertgebouw, em Amsterdam. Em 2011, Victor foi solista no Concerto para fagote de Vivaldi com a Orquestra de Câmara do Festival de Poços de Caldas. Com a Orquestra Sinfônica de Sorocaba, foi solista em 2012 na Ciranda das sete notas de Villa Lobos.

Francisco nasceu em Fortaleza, Ceará, e mudou-se para Potim, interior de São Paulo, onde começou a estudar fagote em 2003. A música, que já fazia parte de sua vida, passou a ser uma paixão cotidiana. Sob a supervisão de Jediael Pereira da Silva no Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida, foi aprovado como Primeiro Fagote na Orquestra Jovem da instituição. Em 2013, decidido a explorar novos horizontes, Francisco ingressou na Academia de Música da Osesp, onde estudou com os professores Francisco Formiga e Romeu Rabelo na prática instrumental de fagote e contrafagote, respectivamente. Ambos seguem orientando o músico em seu aprimoramento. Estudou também sob a orientação de Isaac Santana, João Vitor, Elione Medeiros e Ronaldo Pacheco. Participou de vários festivais, entre eles o Internacional de Campos do Jordão, quando aperfeiçoou-se com Klaus Thunemann. Fez masterclasses com Gustavo Nuñes, Alexandre Silvério, Benjamin Coelho, Fábio Cury, Philipp Zeller, Martin Kuuskmann, Marco Postinghel, Antonio Cavuoto, entre outros. Antes de se juntar à Filarmônica de Minas Gerais, Francisco já se apresentou junto às orquestras sinfônicas de São José dos Campos, de Barra Mansa, de Heliópolis e de Campinas, com a Bachiana Filarmônica e com a Osesp.

O envolvimento de Alma com a música começou aos seis anos, primeiro com o violino e depois com a trompa, aos 12, sob orientação de Olivia Gutoff. Nascida nos Estados Unidos, estudou também com Jerome Ashby no Curtis Institute of Music e com William Purvis na Universidade de Yale, onde concluiu seu mestrado. Tocando música de câmara, Alma já se apresentou em diversos festivais importantes, como o Artes Vertentes, o Savannah Music Festival e o Wien Modern, na Áustria. Nesse formato, também tocou com músicos da Filarmônica de Viena e grupos de destaque, como o Chamber Music Society do Lincoln Center, o New York Wind Soloists e o Jupiter Chamber Players. Em 2010, Alma ajudou a fundar o grupo de câmara Decoda, dedicado ao engajamento comunitário através da música. Integra a Filarmônica como Trompa Principal desde 2013.

Fabio Ogata iniciou seus estudos musicais no interior de São Paulo, primeiro na Banda Filarmônica Cardeal Leme de Espírito Santo do Pinhal e depois no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí, sob orientação dos professores Alex Soares e Adalto Soares. Na capital paulista, estudou com o professor Mário Rocha no Instituto Baccarelli, onde integrou a Sinfônica de Heliópolis. Posteriormente, fez parte da Orquestra Experimental de Repertório, apresentando-se com frequência no Theatro Municipal. Formou-se na Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), onde teve aulas de Trompa com Ozeas Arantes e de Música de Câmara com Gilberto Siqueira. Participou de diversos festivais, como o de Santa Catarina, Campos do Jordão, Wattwill, na Suíça, e o de Poços de Caldas – neste último também atuou como solista. Esteve em masterclasses com Bostjan Lipovsek, Stefan Dohr, Charles Kavalovski, Radek Baborak, Will Sanders e Luis Garcia. Apresentou-se com diversos artistas populares, como Milton Nascimento e Mônica Salmaso, e importantes grupos brasileiros, como a Camerata Antiqua de Curitiba, a Orquestra Sinfônica da USP (Universidade de São Paulo) e a Osesp.

Programa de Concerto

21 nov 2020
sábado, 18h00

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