Maratona Beethoven | Presto e Veloce

José Soares, regente
Luka Milanovic, violino
Jovana Trifunovic, violino
João Carlos Ferreira, viola
Eduardo Swerts, violoncelo
Ana Zivkovic, violino
Roberta Arruda, violino
Flávia Motta, viola
Emília Neves, violoncelo

|    Presto e Veloce

BEETHOVEN
BEETHOVEN
BEETHOVEN
Quarteto de cordas nº 2 em Sol maior, op. 18
Quarteto de cordas nº 3 em Ré maior, op. 18
A grande fuga em Si bemol maior, op. 133 (versão Weingartner)

José Soares, regente

Natural de São Paulo, José Soares iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Cláudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho deste mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Atualmente cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.

Luka nasceu em Belgrado, Sérvia, onde estudou violino na Escola Primária e Secundária Kosta Manojlovic, com a professora Sanda Dramicanin, em Zemun. Em seu país, recebeu o primeiro lugar na Republic Competition of Chamber Duos em 2002, foi laureado na competição Vojislav Vuckovic em 2002 e 2003, anos em que também foi premiado na competição Smederevski Dani. Em 2003, foi admitido na Faculdade de Música da Universidade de Belgrado (Fakultet Muzicke Umetnosti), na classe da professora Jasna Maksimovic, onde se formou e obteve, em 2011, o título de Mestre. Atuou como solista e membro da orquestra do grupo folclórico Frula em apresentações nos EUA, Alemanha e Chipre. Tocou com a Berliner Jugendorchestra em Belgrado como um dos convidados da Sérvia. Antes de mudar-se para o Brasil em 2008, Luka integrou o quarteto de cordas Kalian-lu de 2004 a 2006.

Jovana nasceu em Páracin, na Sérvia. Lecionou violino na Escola de Música Miloje Milojevic, na cidade de Kragujevac, também em seu país natal. Em Belgrado, integrou a Orquestra Sinfônica RTS e as orquestras de câmara Dusan Skovran e St. George Strings. Em 2001, Jovana ganhou o terceiro lugar na Competição Internacional Petar Konjovic e, no ano seguinte, o primeiro lugar da Republic Competition na categoria Música de Câmara (duo) - Violino e laureat. Durante seus estudos, recebeu também prêmios da Fundação Miodrag Macic e da Fundação Meri Dragutinovic. É integrante da Filarmônica desde 2008.

João Carlos nasceu em Juiz de Fora e iniciou sua atuação como violista na Filarmônica, onde ocupa a posição de Viola Principal, em 2009. Foi também músico da Orquestra Sinfônica Brasileira e membro do Quarteto Radamés Gnattali, com o qual recebeu o Prêmio Rumos Itaú Cultural 2007-2009. Entusiasta da música de câmara, dirige o Trio Villani-Côrtes, composto também por Jovana Trifunovic e Eduardo Swerts. O grupo foi contemplado pelo Natura Musical e lançou recentemente o álbum Três Tons Brasileiros. Como solista, João Carlos apresentou-se junto à Petrobras Sinfônica e as orquestras sinfônicas do Espírito Santo, da UFMG, UFRJ e com a própria Filarmônica. Outras atuações de destaque foram ao lado de Antonio Meneses, Roman Simovic, Márcio Carneiro, Quarteto Bessler e Sigiswald Kuijken.

Eduardo integrou orquestras no Brasil, na Alemanha, no Festival delle Nazioni na Itália e, durante duas temporadas, foi Violoncelo Principal da Orquestra das Américas. Apresentou-se como solista em Portugal, na Alemanha e na estreia de Dos Pampa Sur, de Rufo Herrera, com a Orquestra de Câmara Ouro Preto. Venceu o Concurso de Música de Câmara de Münster com a pianista Risa Adachi, apresentando-se na Alemanha, na Grécia e em Portugal. Ainda na Alemanha, concluiu o mestrado, o Artist Diploma e fez cursos de Música de Câmara na Musikhochschule Münster e na Robert Schumann Hochschule. Lá, também atuou como professor em escolas de música durante três anos. Nascido em Belo Horizonte, Eduardo graduou-se em Música pela UEMG e é membro da Filarmônica desde 2012.

Ana começou a tocar violino na Escola Primária de Música em sua cidade natal, Belgrado, onde seguiu os estudos na Escola de Música Dr. Vojislav Vuckovic. Após graduar-se pela Faculdade de Música de Belgrado na classe do professor Dejan Mihailovic em 2002, continuou aperfeiçoando-se na Academia de Música de Mannheim, na Alemanha, na classe do professor Roman Nodel até 2005. Recebeu o primeiro lugar no Serbia State em 1996 e os segundos lugares no Prêmio Nacional da Iugoslávia Novi Sad em 1996 e no Prêmio Internacional em Paris. Em duas ocasiões, Ana recebeu também o Prêmio Internacional de Streza, na Itália – primeiro em 1994, como solista, e depois em 1995, ao lado de um trio, ocupando a segunda posição. De 2000 a 2002, integrou o Quarteto de Cordas da Orquestra de Câmara Dusan Skovran de Belgrado e atuou como assistente de spalla na Orquestra de Câmara de Mannheim. Antes de se juntar á Filarmônica novembro de 2011, atuou nas orquestras Badische Staatskapelle Karlsruhe e Neue Philharmonie Westfalen.

Roberta começou a estudar música em Campinas aos sete anos de idade. Na juventude, participou dos mais importantes festivais brasileiros, tocou como solista em Campinas e São Paulo e, em 2001, integrou a Orquestra Jovem das Américas. Foi premiada no Concurso de Música de Câmara Henrique Nuremberg. Com uma bolsa da Fundação Vitae, estudou por dois anos na Academia Franz Liszt de Budapeste, na Hungria. Lá, entre outros, teve como professores membros do Quarteto Bartók. Após aperfeiçoar-se também em Munique, na Alemanha, mudou-se para os EUA, onde completou o mestrado. Ainda lá, no estado do Novo México, desenvolveu uma carreira ativa como musicista de câmara, além de ter tocado como solista e integrado diversos grupos, dentre eles o Santa Fe Pro Musica, onde foi Principal Assistente dos Segundos Violinos. Em 2012, passou a integrar o Quarteto La Catrina e a lecionar na New Mexico State University, onde ficou por três anos. Com o Quarteto, especializado em divulgar o repertório clássico latino, fez várias turnês pelos país.

Flávia Motta iniciou seus estudos musicais aos sete anos em sua cidade natal, Juiz de Fora. Aperfeiçoou-se com Jadenir Lacorte, Jairo Diniz, Alexandre Razera e Marco Lavigne. Bacharel em Viola pela Unirio, venceu o Concurso Jovens Solistas Paulo Bosísio 1999. Foi membro da Orquesta de Jóvenes Latinoamericanos e musicista convidada da Sinfônica Simón Bolívar. Integrou a a orquestra do Festival de Música Schleswig-Holstein por dois anos e com ela realizou turnês pela Europa e Estados Unidos. Flávia apresentou-se sob regência de Claudio Abbado, Gustavo Dudamel, Christoph Eschenbach, Eiji Oue, Iván Fischer, Mstislav Rostropovich, Christoph von Dohnányi e Semyon Bychkov. Participou de masterclasses com Ingrid Zur, Wilfried Strehle, Urlich Knozer, Clemens Weigel, Benhard Gmelin e Csaba Erdelyi. Antes de se juntar à Filarmônica, integrou as orquestras Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a Camerata Antiqua de Curitiba, as duas últimas como Primeira Viola.

Emília nasceu em Belém do Pará, onde iniciou seus estudos musicais aos cinco anos no Conservatório Carlos Gomes como aluna de piano de Dóris Azevedo. Aos nove, foi admitida na classe de violoncelo, sob orientação do professor Áureo de Freitas, e, posteriormente, de Joel Costa. Em 2004, Emília concluiu sua formação pelo Conservatório e foi vencedora do I Concurso de Jovens Solistas da instituição. No mesmo ano, realizou curso de especialização em repertório orquestral com Nelzimar Neves, Violoncelo Principal na Tucson Symphony Orchestra na época. Emília também foi aluna de Antonio Lauro Del Claro e, atualmente, aperfeiçoa-se com Elise Pittenger. Participou de masterclasses com grandes violoncelistas e de festivais como o de Campos do Jordão. Sua trajetória profissional como musicista começou em 2004 na Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, em Belém, onde ocupou o cargo de Assistente de Chefe de Naipe entre 2005 e 2006. Atuou também em São Paulo nas orquestras Sinfônica de Santo André, de Câmara da USP e Experimental de Repertório.

Programa de Concerto

Composta em 1825, A Grande Fuga foi publicada separadamente em 1827, dois meses após a morte de Beethoven, tanto em versão primeira para quarteto de cordas, quanto para piano a quatro mãos. Estreada em 1826, em Viena, como movimento final do quarteto op. 130, ela não voltou a ser executada até 1853, em Paris. Obra de grande complexidade, repleta de contrastes e que revela um trabalho contrapontístico e temático de habilidade rara e técnica muito avançada, talvez mesmo em confronto com a Nona Sinfonia, é o exemplo mais impactante da abstração e da transcendência que Beethoven atinge em sua última fase.

1 out 2020
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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