Maratona Beethoven | Presto e Veloce

José Soares, regente

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BEETHOVEN
BEETHOVEN
Sinfonia nº 8 em Fá maior, op. 93
Sinfonia nº 4 em Si bemol maior, op. 60

José Soares, regente

Natural de São Paulo, José Soares iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Cláudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho deste mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Atualmente cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.

Programa de Concerto

Sinfonia nº 8 em Fá maior, op. 93 | BEETHOVEN

Embora os primeiros esboços da Sinfonia nº 8 datem de 1811, foi apenas a partir de maio do ano seguinte que Beethoven pôde realmente se dedicar à obra. No final de setembro a composição já estava pronta e em outubro Beethoven confeccionava a partitura definitiva. A estreia se daria dois anos mais tarde, em 27 de fevereiro de 1814, em um concerto em Viena regido pelo próprio compositor. Sob vários aspectos, a Oitava nos remete às sinfonias de Haydn, especialmente à Sinfonia nº 101 (“O relógio”): por suas dimensões, no colorido e, principalmente, pelo tratamento temático.

No mesmo ano do Concerto op. 58, Beethoven compôs a Sinfonia nº 4 que tem um clima otimista, completamente diverso do espírito dramático da Eroica e da Quinta. Ela reflete sentimentos intimistas, com um aparato discreto. Entretanto, suas inovações e maestria desmentem qualquer afirmativa de ser uma sinfonia menor. A obra foi estreada em março de 1807 em um concerto na casa do patrono de Beethoven, o Príncipe Lobkowitz, em um programa que incluía também as outras três primeiras sinfonias.

12 nov 2020
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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13 nov 2020
sexta-feira, 20h30

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