O canto da clausura

Roberto Tibiriçá, regente convidado
Camila Titinger, soprano
Jorge Takla, diretor de cena

|    Allegro 2021

|    Vivace 2021

BEETHOVEN
J. G. RIPPER
Sinfonia nº 8 em Fá maior, op. 93
Cartas Portuguesas

Roberto Tibiriçá, regente convidado

Roberto Tibiriçá recebeu orientações de Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire, Gilberto Tinetti e Peter Feuchwanger. Foi discípulo do maestro Eleazar de Carvalho. Já atuou como regente assistente no Teatro Nacional de São Carlos, em Portugal, e diretor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira. Também foi diretor artístico e regente titular da Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Campinas e da Filarmônica de São Bernardo do Campo. Atuou como diretor artístico da Sinfônica Heliópolis/Instituto Baccarelli e regente titular da Sinfônica de Minas Gerais e da Orquesta Sinfónica del Sodre, no Uruguai. Na Petrobras Sinfônica, teve iniciativas elogiadas para divulgação e estímulo à música brasileira, como concertos com repertório de compositores nacionais contemporâneos e concursos para jovens solistas, regentes e compositores. Há alguns anos é convidado para o Festival Villa-Lobos, na Venezuela, regendo concertos com a Orquestra Simón Bolívar.

A ítalo-brasileira Camila Titinger vem tendo destaque na Europa há três anos. No Brasil, atua nos principais papéis de soprano nas mais importantes salas de concerto e ópera. Recentemente, debutou Donna Anna no Garsington Opera Festival e no Théâtre des Champs-Elysées. Desde 2018, apresenta-se com Plácido Domingo em cidades como Liubliana, Estrasburgo, Valencia, Aarhus e Boston. Foi premiada nos concursos Neue Stimmen (Alemanha), Paris Opera (França), Belvedere (Letônia), Giusy Devinu (Itália) e, em 2019, representou o Brasil na BBC Cardiff Singer of the World. Suas próximas aparições serão com a Opera de Rouen Normandie e a Philharmonie de Paris. Em 2021, fará seu debut na Alemanha, interpretando Mathilde da ópera Guilherme Tell, de Rossini, no Aalto-Theater Essen.

Programa de Concerto

Sinfonia nº 8 em Fá maior, op. 93 | BEETHOVEN

Embora os primeiros esboços da Sinfonia nº 8 datem de 1811, foi apenas a partir de maio do ano seguinte que Beethoven pôde realmente se dedicar à obra. No final de setembro a composição já estava pronta e em outubro Beethoven confeccionava a partitura definitiva. A estreia se daria dois anos mais tarde, em 27 de fevereiro de 1814, em um concerto em Viena regido pelo próprio compositor. Sob vários aspectos, a Oitava nos remete às sinfonias de Haydn, especialmente à Sinfonia nº 101 (“O relógio”): por suas dimensões, no colorido e, principalmente, pelo tratamento temático.

10 jun 2021
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

11 jun 2021
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
Quero ser lembrado deste concerto.
adicione à agenda 10/06/2021 8:30 PM America/Sao_Paulo O canto da clausura false DD/MM/YYYY