O oratório de Mendelssohn

Fabio Mechetti, regente
Marly Montoni, soprano
Nívea Freitas, soprano
Kismara Pezzati, alto
Daniel Umbelino, tenor
Paulo Szot, barítono
Coral Lírico de Minas Gerais
Lara Tanaka, regente do coro

|    Allegro 2022

|    Vivace 2022

MENDELSSOHN
Elias, op. 70

Fabio Mechetti, regente

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde 2008, ano de sua criação. Em 2014, ao ser convidado para ocupar o cargo de Regente Principal da Filarmônica da Malásia, tornou-se o primeiro brasileiro a dirigir uma orquestra asiática. Foi Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora Regente Emérito das duas últimas. Foi Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington. Além de uma sólida carreira nos Estados Unidos e no Brasil, já conduziu em países como México, Peru, Venezuela, Nova Zelândia, Espanha, Japão, Escócia, Finlândia, Canadá, Suécia e Itália. Mechetti é vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko. Possui títulos de mestrado em Composição e em Regência pela Juilliard School.

Marly Montoni estreou no Theatro Municipal de São Paulo em 2017, como Leonora em Fidelio de Beethoven. No mesmo palco, interpretou também obras de Verdi, Puccini, John Adams, Andrew Lloyd Weber e Elodie Bouny. Em Belo Horizonte, foi a protagonista em Porgy e Bess de Gershwin, no Palácio das Artes. Integrou o elenco estável do Theatro São Pedro, e neste palco foi Odaleia em Condor, de Gomes e Wally em La Wally de Catalani. Na Série Concertos Internacionais do mesmo teatro, interpretou trechos de Don Carlo, de Verdi, ao lado do baixo italiano Roberto Scandiuzzi.Cantou também com a Orquestra Sinfônica de Campinas e atuou no Festival de Ópera do Teatro da Paz em Belém. Trabalhou com os diretores musicais Roberto Minczuk, Silvio Viegas, Luiz Fernando Malheiro, André dos Santos, Ligia Amadio e Pedro Messias, e os cênicos Caetano Vilela, William Pereira, Cleber Papa e Mauro Wrona. Marly Montony é Bacharela em Canto pela Universidade Cruzeiro do Sul. Aperfeiçoou-se com Antonio Lotti; atualmente prepara seu repertório com Rafael Andrade.

Nívea Freitas possui título de concertista (Konzertexamen) pela HFMT – Hamburg (Alemanha), onde também realizou seu segundo mestrado, em canto lírico, ambos os títulos na classe do professor Mark Tucker. Em 2015, completou seu primeiro mestrado, em performance, pela UFMG, desenvolvido parcialmente na França, no Departamento de Teatro da Sorbonne Nouvelle de Paris. Em 2015, interpretou Melise e Coryphée na ópera Renaud, de Sacchini, na Sala Cecilia Meirelles, sob direção de André Heller-Lopes e regência de Bruno Procópio. Em 2016, na Alemanha, cantou na ópera The Fairy Queen, de Purcell, no Opera Stabile – Staatsoper Hamburg. Sua experiência em pesquisa em performance contribuiu para a formação de uma artista engajada não só com a técnica e as minúcias da prática musical, mas também com a criação, a pesquisa e a autonomia artística. Em sua trajetória, elaborou projetos na área de concerto de câmara com o intuito de unir a tradição erudita com a atualidade, por meio do uso de mídias audiovisuais e da interdisciplinaridade. Em 2018, venceu o concurso CLAB Festival – Neue Konzert Ideen, na Alemanha.

Paulo Szot é natural de São Paulo. No Brasil, estreou como o Fígaro de O barbeiro de Sevilha, em 1997. Seu début internacional foi em Nova York, como o Escamillo de Carmen. Desde então, apresenta-se em diversos teatros de ópera e salas de concerto do mundo. Em 2010, subiu pela primeira vez no palco do Metropolitan, quando interpretou o protagonista de O nariz, de Shostakovich. Também já se apresentou na Ópera de Marselha, na Ópera Garnier de Paris e no Festival de Aix-En-Provence. Szot é vencedor de inúmeros prêmios decorrentes da excelência e versatilidade de suas performances. Destacam-se o Drama Desk, Outer Critics e o Tony Award de melhor ator em musical de 2008 por sua interpretação de Emile de Becque no musical South Pacific, na Broadway, onde ficou em cartaz por dois anos e meio.

O Coral Lírico de Minas Gerais é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Participa da política de difusão do canto lírico promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Lírico Sacro, Sarau ao Meio-dia e Lírico em Concerto, além de concertos em cidades do interior de Minas e capitais brasileiras, com entrada gratuita ou preços populares. Participa também das temporadas de óperas realizadas pela FCS. Já estiveram à frente do Coral os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ângela Pinto Coelho, Eliane Fajioli, Sílvio Viegas, Charles Roussin, Afrânio Lacerda, Márcio Miranda Pontes, Lincoln Andrade e Lara Tanaka. Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais tornou-se Patrimônio do Estado em 2018 e comemorou quarenta anos em 2019.

Estudou piano no Conservatório Mineiro de Música e Regência na Escola de Música da UFMG. Foi aluna de Sérgio Magnani, Roberto Tibiriçá, Cláudio Ribeiro, Per Brevig, Mogens Dahl e Nelson Niremberg. Em 2000, regeu As bodas de Fígaro, de Mozart, com a Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG. Ministrou aulas de Regência no 33º Festival de Inverno da UFMG e, em 2001, dirigiu a oficina de coral infantil no Festival Nacional de Música de Câmara na Paraíba. Lara Tanaka atua como cravista continuísta em diversos grupos de música antiga e com as orquestras da Musicoop, da Universidade Federal de Ouro Preto e a Sinfônica de Minas Gerais. Atuou como regente titular do Coral Infantojuvenil Palácio das Artes de 2001 a 2015. Atualmente é a regente titular do Coral Lírico de Minas Gerais.

Programa de Concerto

23 jun 2022
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

24 jun 2022
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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