O resumo da ópera

Edson Piza, regente convidado

|    Concertos para a Juventude

WAGNER
ROSSINI
VERDI
PUCCINI
J. STRAUSS JR.
Os mestres cantores, WWV 96: Prelúdio
O barbeiro de Sevilha: Abertura
Nabucco: Abertura
Manon Lescaut: Intermezzo (Ato III)
O Morcego: Abertura

Edson Piza, regente convidado

Nascido em Campinas, Edson Piza é destaque na nova geração de regentes brasileiros. Sua personalidade musical e acuidade na abordagem da partitura trazem uma interpretação única, cheia de frescor e vitalidade. Formou-se em Regência pela Unesp e foi primeiro lugar no Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes. Integrou as academias de Ópera do Theatro São Pedro e da Osesp. Participou de masterclasses com Giancarlo Guerrero, Alexander Liebreich, Neil Thomson, David Effron, Arturo Diemecke e, no 9º Laboratório de Regência, com Fabio Mechetti. Atualmente cursa mestrado em Regência Orquestral no Peabody Conservatory, sob orientação de Marin Alsop.

Programa de Concerto

“Não consigo parar de pensar em . Por sua abundância de ideias musicais originais, pela verve cômica e declamação precisa, esta é a opera buffa mais bonita que existe”, escreveu Giuseppe Verdi sobre a obra-prima de Gioacchino Rossini. Com uma partitura genial do início ao fim, O barbeiro de Sevilha estreou em Roma no ano de 1816, quando o compositor tinha apenas 24 anos. A abertura original, inspirada por temas espanhóis sugeridos por um dos cantores, foi perdida. Para substituí-la, Rossini retomou (mas construindo uma orquestração mais elaborada) uma de suas composições anteriores, a abertura de , que, por sua vez, era também uma derivação de Aureliano in Palmira, outra de suas óperas menos conhecidas. A história de Fígaro rodou o mundo e pode ser ouvida em diversas versões, inclusive neste arranjo para Quinteto de Sopros.