Sinfonia para o milênio

Fabio Mechetti, regente
Alessio Bax

|    Allegro 2020

|    Vivace 2020

FAURÉ
YOSHIMATSU
RACHMANINOV
Masques et bergamasques, op. 112
Sinfonia nº 4, op. 82
Concerto para piano nº 2 em dó menor, op. 18

Fabio Mechetti, regente

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde 2008, ano de sua criação. Em 2014, ao ser convidado para ocupar o cargo de Regente Principal da Filarmônica da Malásia, tornou-se o primeiro brasileiro a dirigir uma orquestra asiática. Foi Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora Regente Emérito das duas últimas. Foi Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington. Além de uma sólida carreira nos Estados Unidos e no Brasil, já conduziu em países como México, Peru, Venezuela, Nova Zelândia, Espanha, Japão, Escócia, Finlândia, Canadá, Suécia e Itália. Mechetti é vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko. Possui títulos de mestrado em Composição e em Regência pela Juilliard School.

Combinando excepcional lirismo e intuição a uma técnica consumada, Alessio Bax é, segundo a Revista Gramophone, um dos mais notáveis jovens pianistas. Ele atingiu proeminência com a conquista do primeiro lugar nas competições internacionais de piano de Leeds e Hamamatsu, e agora é um rosto familiar nos cinco continentes, não apenas como recitalista e músico de câmara. Como solista, já se apresentou com mais de cem orquestras, incluindo as filarmônicas de Londres, Royal e São Petersburgo, as sinfônicas de Boston, Dallas, Sydney e City of Birmingham e a NHK Symphony no Japão. Colaborou com maestros como Marin Alsop, Vladimir Ashkenazy, Sir Andrew Davis, Sir Simon Rattle, Yuri Temirkanov e Jaap van Zweden. Alessio Bax se formou com honrarias no Conservatório de Bari, sua cidade natal, na Itália, quando tinha apenas 14 anos. Em 2019, entrou na faculdade de piano do Conservatório de Música da Nova Inglaterra, em Boston.

Programa de Concerto

No final do século XIX, enquanto a reputação do jovem Rachmaninoff se firmava em toda a Rússia, crescia também a expectativa em torno de suas novas criações. O compositor, regente e pianista amargou o fracasso nas estreias de sua Primeira Sinfonia e de seu Concerto para piano nº 1. Entre 1897 e 1898, sofrendo de uma profunda depressão e sem compor nada, foi buscar ajuda no consultório do Dr. Nicolai Dahl. Por três meses, seu tratamento diário incluía hipnoterapia e psicoterapia. Consciente dos problemas do Primeiro Concerto, Rachmaninoff preferiu compor um novo. Durante a hipnose, o Dr. Dahl sugeria a seu paciente: “você vai começar a escrever o seu concerto, você trabalhará com grande facilidade, o seu concerto será uma grande obra”. Surge assim o Concerto para piano nº 2, op. 18, obra cuja beleza e o fino acabamento fizeram dela, além de exemplo de superação e êxito, um novo modelo estético de concerto romântico para piano.

5 nov 2020
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

6 nov 2020
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
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