Territórios e sons

José Soares, regente
Lucas Thomazinho, piano

|    Allegro 2021

|    Vivace 2021

FAURÉ
VILLA-LOBOS
GRIEG
LISZT
Masques et bergamasques, op. 112
Bachianas Brasileiras nº 3
Danças Norueguesas, op. 35
Rapsódia Húngara nº 4 em ré menor

José Soares, regente

Natural de São Paulo, José Soares é Regente Assistente da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2020. Iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Cláudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho desse mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Atualmente, cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.

Aos nove anos de idade, Lucas Thomazinho ganhou seu primeiro concurso como pianista. Desde então, já recebeu mais de uma dezena de prêmios no Brasil, Portugal, Estados Unidos e Alemanha. Nascido em 1995, o jovem pianista é graduado em Música na Universidade de São Paulo (USP), onde foi orientado pelo pianista Eduardo Monteiro. Atualmente cursa o Master Degree no New England Conservatory, na classe dos professores Wha Kyung Byun e Alessio Bax, com bolsa da Cultura Artística. Desde o início de seus estudos, foi bolsista na Fundação Magda Tagliaferro, sendo aluno dos professores Zilda Candida dos Santos, Armando Fava Filho e Flavio Varani. Thomazinho já atuou como solista de diversas orquestras, como a espanhola Sinfônica da RTVE, a portuguesa Filarmonia das Beiras, a Sinfônica do Estado de São Paulo, a Sinfônica de Campinas e a Filarmônica de Minas Gerais. Como recitalista, já se apresentou na Sala São Paulo, Casa da Música (Portugal), Masp, Sala Cecília Meireles e outros. Em 2017 lançou seu primeiro álbum pelo selo KNS Classical.

Programa de Concerto

Masques et bergamasques, op. 112 | FAURÉ

A obra foi encomendada em setembro de 1918 pelo Príncipe de Mônaco. Gabriel Fauré deveria criar um divertimento em um ato tendo como base um libreto de René Fauchois, com três personagens da comédia italiana, Arlequim, Pierrô e Colombina. Originalmente escrita em oito partes, a suíte, como a conhecemos, guardou apenas as quatro páginas escritas por último em Menton, na França, em fevereiro de 1919. A estreia da versão completa se deu em 10 de abril do mesmo ano, em Monte Carlo, Mônaco. Fauré recorreu a um poema de Paul Verlaine para encontrar o título Masques et bergamasques, deleitando-se em brincar com essas duas palavras de similar sonoridade. A primeira, em referência às máscaras das figuras clássicas da Commedia dell'arte italiana, e a segunda, que evoca a antiga dança italiana em homenagem à cidade de Bergamo.

Grieg compôs as Danças Norueguesas em Hardanger durante o verão de 1881. Elas se baseiam no Halling, dança folclórica norueguesa em que os homens saltam atleticamente para acertar um chapéu a dois metros de altura. Essas composições surgiram para atender à demanda de obras nacionalistas em forma de dança, como as Danças Húngaras de Brahms e Danças Eslavas de Dvorák: todas originais para piano a quatro mãos. O dinamarquês Robert Martin Henriques foi o primeiro a orquestrar duas das Danças Norueguesas de Grieg. Ao que se sabe, o autor criticou a rítmica insuficiente apresentada naquela instrumentação. A orquestração que deu fama à obra foi realizada pelo compositor tcheco Hans Sitt. Ele baseou-se na instrumentação realizada por Grieg a partir de outras obras para piano a quatro mãos, como a Suíte Holberg, as Duas melodias nórdicas, as Variações sobre uma antiga melodia norueguesa e as Danças Sinfônicas, também inspiradas em temas noruegueses.

25 nov 2021
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais

26 nov 2021
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
Quero ser lembrado deste concerto.
adicione à agenda 25/11/2021 8:30 PM America/Sao_Paulo Territórios e sons false DD/MM/YYYY
Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb
31 1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 1 2 3 4