Villa que também é Floresta

Fabio Mechetti, regente
Sonia Rubinsky, piano
Carla Cottini, soprano
Concentus Musicum de Belo Horizonte, coral masculino

|    Presto

|    Veloce

ALMEIDA PRADO
VILLA-LOBOS
Concerto para piano nº 1
Floresta do Amazonas

Fabio Mechetti, regente

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008. Recentemente, tornou-se o primeiro brasileiro a ser convidado a dirigir uma orquestra asiática, sendo nomeado Regente Principal da Filarmônica da Malásia. Foi Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora Regente Emérito das duas últimas. Foi Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington. Além de uma sólida carreira nos Estados Unidos e no Brasil, já conduziu em países como México, Peru, Venezuela, Nova Zelândia, Espanha, Japão, Escócia, Finlândia, Canadá, Suécia e Itália. Venceu o Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko. Mechetti possui títulos de mestrado em Composição e em Regência pela Juilliard School.

Sonia começou sua carreira no Brasil, seu país natal. Estudou em Israel, na Rubin Academy, e posteriormente em Nova York, onde recebeu o 1º Prêmio do concurso Artists International e o título de Doctor of Musical Arts pela Juilliard School. Venceu o Grammy Latino 2009 de Melhor Álbum de Música Clássica com o oitavo volume da obra para piano integral de Villa-Lobos (Naxos - 1994/2007). Sua discografia solo inclui também obras de Mozart, Scarlatti, Debussy, Messiaen, Mendelssohn. Foi dedicatária de várias obras, entre elas as Cartas Celestes XII e a Sonata para violoncelo e piano, ambas de Almeida Prado, sendo a última junto com Antonio Meneses. Recitalista nas grandes salas de concerto nova-iorquinas, como Carnegie Hall e Weill Recital Hall, Sonia Rubinsky tem se apresentado nos Estados Unidos, Israel, Europa e Brasil. Solicitada como solista de orquestra, já se apresentou com a Osesp, Orquestra de St. Luke’s, OSB, Sinfônica de Jerusalém, Filarmônica de Minas Gerais, entre outras.

Vencedora do Prêmio Revelação no 10º Concurso de Canto Maria Callas da cidade de Jacareí, em 2011, Carla Cottini tem se destacado por integrar em suas performances apurada técnica, belo timbre e marcante presença cênica. Estreou no Theatro Municipal de São Paulo em dezembro de 2011 como Ida em O Morcego e como Musetta em La Bohème, com a Sinfônica do Sergipe. Em 2012 cantou a estreia mundial da Fantasia Gabriela de André Mehmari, escrita por encomenda da Sinfônica da Bahia para as comemorações do centenário de Jorge Amado. Foi Zerlina no Theatro Municipal de São Paulo, na produção de Don Giovanni dirigida por Pier Francesco Maestrini. Em Valencia, Espanha, debutou como Susanna em Le Nozze di Figaro. Em 2015 foi Norina em Don Pasquale, no Teatro Sociale di Rovigo, Itália. Além de sua dedicação ao canto lírico, Cottini tem formação em artes cênicas, jazz dance e balé clássico. A cantora é mestre em interpretação operística no Conservatório Superior de Música Joaquín Rodrigo de Valencia, Espanha, sob orientação de Ana Luisa Chova. Tem como tutora a soprano Eliane Coelho.

O Concentus Musicum de Belo Horizonte é um grupo misto, com formação vocal e instrumental variável, dedicado à interpretação e difusão de obras dos períodos Barroco, Clássico e Renascentista, bem como de um seleto repertório contemporâneo. Foi idealizado pela maestrina Iara Fricke Matte e fez sua estreia em dezembro de 2016, junto à Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, com quem mantém uma frutífera parceria. Entre seus projetos futuros, incluem-se a montagem de obras vocais e orquestrais de J. S. Bach, de seu contemporâneo Jan Dismas Zelenka e de compositores brasileiros coloniais, além de obras instrumentais do século XVIII e início do século XIX.

Programa de Concerto

Concerto para piano nº 1 | ALMEIDA PRADO

Em 2018, o Ministério das Relações Exteriores apresentou ao público o projeto Brasil em Concerto. Desenvolvido para suprir uma grande lacuna na difusão internacional do repertório, o projeto pretende acabar com a escassez de gravações de qualidade, gravando, já na primeira fase, cerca de 100 obras do repertório sinfônico nacional de compositores dos séculos XIX, XX e XXI. O projeto teve início em 2018, com a gravação pela nossa Orquestra de obras do cearense Alberto Nepomuceno. Em 2019, será a vez de Almeida Prado. Além do Concerto para piano nº 1, a Filarmônica vai gravar obras para coro e orquestra, como Pequenos Funerais Cantantes, sobre poemas de Hilda Hilst, e obras para piano e orquestra, como Aurora, várias delas no manuscrito até hoje.

“A grande arte é a própria Natureza”, dizia Heitor Villa-Lobos. Além dos elementos naturais, ele soube captar toda a gama de influências folclóricas e populares de nossa cultura e aplicá-las em sua música. Na década de 1950, compôs Erosão, baseada em lenda sobre a origem do rio Amazonas; Alvorada na floresta tropical; Rudá, Deus do Amor, contando a história das Américas pré-colombianas e a Sinfonia “Ameríndia”, um oratório sobre versos do Padre José de Anchieta. Sua última composição inspirada nessa “terra extensa, generosa e quente” foi a trilha sonora para o filme Green Mansions [A flor que não morreu] de 1958, no qual a atriz Audrey Hepburn interpreta uma menina da selva. Um ano antes de sua morte, a versão para concerto desta trilha foi rebatizada de Floresta do Amazonas.

16 mai 2019
quinta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
compre seu ingresso

Estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos e pessoas com deficiência (e acompanhante) têm direito a meia-entrada.
Os ingressos para o setor Coro (46 reais) serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

O programa deste concerto foi impresso com papel doado pela Resma Papeis.

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17 mai 2019
sexta-feira, 20h30

Sala Minas Gerais
compre seu ingresso

Estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos e pessoas com deficiência (e acompanhante) têm direito a meia-entrada.
Os ingressos para o setor Coro (46 reais) serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

O programa deste concerto foi impresso com papel doado pela Resma Papeis.

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