Para fazer música, um regente precisa de uma orquestra.
Logo, aqueles que querem se dedicar a intermediar o diálogo entre músicos e partituras também precisam de prática. Porém, as oportunidades para esse exercício são raras. Foi pensando nisso que a Filarmônica criou o Laboratório de Regência, iniciativa pioneira no Brasil.
ATIVOS
Felipe Biesek de Novaes
Daniel Oliveira
Felipe Queiroga
Olga Santos Dutra
OUVINTES
Felipe Magalhães
Bruna Dantas de Souza
Beany Cabrera Moreno
Walace Moura da Silva
Diego Martins
Daniel Prazeres
André Codeço
Gabriel Correa Silva
Jefferson Daniel Kriese
Yuri Reis Corrêa
Vinícius Jaloto
Durante alguns dias, quatro jovens têm a oportunidade de conduzir a nossa Orquestra e são assistidos de perto pelo nosso Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti.
A rotina é dividida entre ensaios e aulas em que os regentes analisam o que praticaram no pódio com orientação do maestro Fabio Mechetti. Os regentes selecionados para serem ouvintes, acompanham todas as atividades de perto.
No fim, o processo é compartilhado com o público da Filarmônica em um concerto aberto e gratuito, quando se revezam na condução da Orquestra.
Os regentes ativos recebem, para fins de estudos, gravações de suas performances.
Jovens maestros/as brasileiros/as natos/as ou naturalizados/a.
Sim. Somente serão consideradas as inscrições de regentes com comprovada experiência na área.
Poderão participar até 15 regentes, dos quais até quatro serão selecionados para atuar ativamente e os demais serão ouvintes.
🤟 Será disponibilizado sob demanda um intérprete de Libras durante os ensaios e aulas do projeto. O concerto de encerramento é gratuito e também terá interpretação em Libras.